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GRAVATAÍ, 22/06/2021

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    Com 60 anos de rádio, Jorge Estrada era referência na comunicação gaúcha

    Morre aos 73 anos radialista Jorge Estrada, 40 anos de Gravataí

    por Redação | Publicada em 13/04/2021 às 18h18| Atualizada em 20/04/2021 às 12h33

    Faleceu nesta terça aos 73 anos o radialista Jorge Estrada, morador há 40 de Gravataí. Ele residia na Vila Branca e estava internado no Hospital Mãe de Deus. O sepultamento foi no Cemitério Parque São Vicente de Canoas. Ele deixa a esposa Mariza, com quem estava casado há 50 anos, os filhos Ricardo, Alexandre e Fernanda, além de dois netos.

    Por 60 anos na ‘latinha’, o jornalista era referência no rádio esportivo gaúcho e conhecido entre os colegas como ‘Rei do Trocadilho’.

    O bom humor foi lembrado em nota póstuma da Associação Riograndense de Imprensa (ARI): “Jorge Estrada era conhecido pelo bom humor e seus trocadilhos. Não perdia uma piada, fosse no ar ou fora dos microfones. Era muito querido pelos colegas de trabalho e pelos ouvintes. Prova do piadista que era foi a resposta que deu ao ser comunicado, em 2015, da indicação ao Troféu ARI na categoria Comunicador: 'Troféu ARI para mim? Só se for Troféu Ari Toledo!'”.

    A filha, Fernanda Mônego, postou comunicado no Facebook.

    “É com muita tristeza e dor, que comunicamos o Falecimento de Nosso Pai, Jorge Estrada. Ele descansou da Luta de uma doença grave, foi muito guerreiro, corajoso, é um dia muito triste para nós, que perdemos uma pessoa alegre, de bem com a vida, amigo de seus amigos, que amava imensamente família e netos. Agradecemos a força e carinho de todos”

    Jorge Estrada era filho da D. Faustina, que fundou a Escola Santa Ana, na Vila Cruzeiro em Gravataí, era um dos fundadores do Cruzeiro, presidido pelo Beto, junto com sua mãe, que era uma grande apoiadora deste clube.

    A grande vocação de Jorge Estrada foi o rádio, que surgiu ainda na adolescência. Em Gravataí, ainda com 14 anos de idade, havia um serviço de alto-falante, que tocava música e dava informações locais.

    Jorge era Baterista, tocou em diversos conjuntos, além de tentar a carreira como goleiro. Chegou a jogar no Paladino, de Gravataí, e também passou um tempo no Cruzeiro, de Porto Alegre.

    Jorge era um radialista de sucesso, sempre de bem com a vida, companheiro de seus colegas, teve passagens pelas maiores Rádios do Estado, entre elas Rádio Gaúcha, Bandeirantes e Pampa e na Rádio São Francisco de Caxias do Sul, em 1998 e de 2000 a 2017, esteve trabalhando em outras Rádios de Caxias.

    Também trabalhou no Correio do Povo, onde divulgava muito o esporte amador de Gravataí.

    Fora do Estado, trabalhou em São Paulo em rádios locais e jornais desta cidade.

    Jorge Estrada era um dos profissionais mais queridos no meio do Jornalismo”.

    Roberto Gomes de Gomes, diretor do Seguinte:, lamentou a perda do amigo e colaborador nos primeiros anos do Correio de Gravataí.

    – Grande Jorge Estrada, em todos os sentidos, especialmente na sua generosidade e alegria. Guardarei as melhores recordações no meu coração. O que se leva desta vida, é a vida que se leva, já dizia o indefectível Barão de Itararé. Você honrou o barão. Descanse em paz. Um abraço fraterno a Mariza e aos familiares.

    Inúmeros amigos e ex-colegas postaram homenagens no perfil de Facebook do radialista, que você acessa clicando aqui.

    Em fevereiro de 2019 Jorge Estrada foi personagem da série Profissionais de Sucesso, de O Melhor de Gravataí, do Seguinte:, na reportagem Estrada, Meu humor - o livro do veterano radialista, de Silvestre Silva Santos, com imagens de Guilherme Klamt, onde apresentou seu recém lançado livro “Meu Humor: Histórias do Rádio”.

     

    Assista à entrevista em vídeo e, abaixo, siga o texto

     

     

    “...

    Literalmente na estrada desde 13 de fevereiro de 1962, há 57 anos recém completados, portanto. Ele é do tempo em que microfone era chamado pelos profissionais da área de “latinha”. Ou de quando se dizia que a profissão de radialista era “uma cachaça”, dada a dedicação e o empenho com que era exercida pelo pessoal do meio.

    Este é o “veterano” Jorge Antônio Barbosa Estrada. Que completa seus 71 anos nesta terça-feira (19/2), um quase ilustre desconhecido na aldeia dos anjos mas que teve atuação de destaque em grandes emissoras de rádio do Rio Grande do Sul. E agora, com dois anos de bermudas ou pijamas com pantufas, curtindo a aposentadoria, lançou um livro.

    A obra intitulada “Estrada, Meu Humor”, pela editora Garcia, tem 100 páginas com muitas das histórias que o profissional reuniu na sua carreira, além de imagens dos tempos passados quando dividia microfones com gente de peso do rádio gaúcho. O trabalho, conta, se deu em grande parte por influência da família, especialmente os filhos.

    – Eu sempre contei muitas histórias sobre coisas que vivi no rádio. Eles sempre falavam que era para eu escrever um livro. Daí, como eu já plantei algumas árvores e criei três filhos, falta o livro. Aí está! – diz Estrada, sempre bem-humorado.

    E que presente!

    Casado com Marisa Mônego Estrada desde 18 de outubro de 1972 – “é a única mulher que conheço que ganhou um marido de presente no dia do aniversário”, brinca – é pai de Ricardo, Alexandre e Fernanda. Nenhum deles é radialista. Tem um neto e conta com alegria estampada nos olhos que vem aí mais uma neta.

    – Só o nome é que não está definido ainda.

    Sobre as emissoras pelas quais passou – diz que tem cinco Carteiras de Trabalho e Previdência Social (CTPS) preenchidas – Jorge Estrada lembra da antiga Difusora, hoje Bandeirantes, Rádio Gaúcha, Pampa e, mais recentemente, na Serra Gaúcha, monde ficou por 18 anos, as rádios Caxias, Cidade e 1.010 AM. Foi na Caxias que trabalhou por último, até se aposentar.

    Estrada fala com entusiasmo dos muitos colegas de renome com os quais trabalhou ao longo destes 57 anos de história. Nando Gross (hoje Rádio Guaíba), Armindo SAntônio Ranzolin, Laudro Quadros, Antônio Carlos Macedo (Gaúcha), Xicão Toffani (na Pampa), Marco Antônio Pereira (Rádio GreNal)... E por aí se vai a lista de gente responsável por muitas das histórias que estão no “Estrada, Meu Humor”.

    – Teve gente que mudei o nome, ou omiti a identificação, para não entregar. Só identifiquei quem me autorizou, principalmente naquelas histórias mais “cabeludas” – revela o veterano radialista.

    Desde que entrou em regime de férias e passou a ser mandado pela esposa Marisa – segundo as próprias palavras! – Jorge Estrada tentou continuar no meio da comunicação e instalou, na própria casa, um equipamento para transmitir, via internet, uma radioweb.

    O projeto foi abortado depois de 82 dias, conforme ele, há pouco tempo, por falta de apoio publicitário. É que mesmo operando em casa e tendo o apoio de um computador que faz quase todo trabalho sem receber salários, há custos com provedor de acesso à rede mundial de computadores, energia, custeio e manutenção de equipamentos.

    – Faltou o indispensável e necessário apoio publicitário. Na verdade eu sou muito pouco conhecido aqui em Gravataí. Muita gente me conhece, mas como o Estrada da Gaúcha, então fica difícil chegar no empresariado – explica, corroborando o que foi escrito no primeiro parágrafo desta reportagem.

     

    FRAGMENTO DE HISTÓRIA

    ...Fui produtor do programa Sala de Redação (Rádio Gaúcha), inclusive quando este comemorou 25 anos de existência e a festa foi no extinto Le Club com um maravilhoso show da cantora Alcione, repórter e outras atividades. Saudades do antigo Sala... Esse tempo que não volta mais como diria o querido Duda Garbi, quando participavam o Ruy Carlos Ostermann, Lauro Quadros, Kenny Braga, Paulo Sant’Anna, Wianey Carlet, Cláudio Cabral, depois veio o brilhante Pedro Ernesto Denardin. É claro que antes, bem antes, teve o Cândido Norberto, Cláudio Britto, Cid Pinheiro Cabral e outras feras, entre elas o saudoso Foguinho, o grande Oswaldo Rolla, entre dezenas de profissionais que passaram pelo programa. Foguinho que um dia aguardava o início do Sala de Redação quando se antecipou ao brilhante noticiarista da Rádio Gaúcha, José Aldair, que lia o Correspondente Renner destacando o futebol e alongando a chamada ESSSSSPORTIVASSSS. Quando o Zé Aldair falou ESSSS, o Foguinho complementou: PORTIVASSSS, com aquele sotaque que lhe era peculiar. Um espanto para os ouvintes e todos que estavam na Rádio Gaúcha naquela tarde. Uma risada só!

    Jorge Estrada

    Livro “Estrada, Meu Humor”

     

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