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    eduarda luzia

    Top 5 1971 – 5 Grandes Álbuns do Ano Revolucionário

    por Eduarda Luzia | Publicada em 28/12/2021 às 17h30

    Que em 1969, o Woodstock mudou a cena musical e social mundo a fora, em 1980, o Rock Brasileiro nasceu e que nos 50, os três acordes fizeram uma revolução no que seria chamado de rock n’ roll, todo mundo sabe, porém, o emblemático ano de 1971, foi um dos responsáveis por abrigar grandes discos das maiores bandas do mundo.

    O cenário que refletia turbulência cultural e política, já não era mais contextualizado pelo ‘flower power’, e sim por músicas de protesto, apoio a movimentos sociais e exílios que renderam obras primas sonoras, que completam meio século em 2021, e foram catalisadores de mudanças de pensamentos e atitudes.

    Separamos 5 grandes discos para você saber mais sobre este ano fantástico, se inspirar e dar play!

     

    1. Sticky Fingers – The Rolling Stones

    Para abrir a seleção com chave de ouro – ou com o pé na porta – nada mais justo que trazer o álbum pré exílio dos ingleses mais polêmicos da época. Após a morte de Brian Jones, shows conturbados e dívidas acumuladas, o clima entre os garotos de Dartford não era o mais leve, e ficou refletido no clássico álbum com capa de Andy Warhol.

    Sticky Fingers tem sonoridade densa, canções clássicas como ‘Brown Sugar’, reflete o momento vivido em músicas espetaculares como Sway e Wild Horses e é o primeiro álbum que conta com o novo guitarrista Mick Taylor em toda a sua execução, que também merece amplo destaque.

    Para ouvir:

    https://open.spotify.com/album/29m6DinzdaD0OPqWKGyMdz

     

     

    2. Tapestry – Carole King

    Além de ser bálsamo para os ouvidos, Tapestry é reconhecido por ter feito história. O disco alcançou o primeiro lugar nas paradas da Billboard por 15 semanas consecutivas, e até hoje, é o álbum de uma mulher que ficou mais tempo ocupando essa posição. O maior álbum da carreira de Carole lançou a artista para um novo patamar, onde a mesma fez história também como compositora de grandes músicas para artistas consagrados como Aretha Franklin.

    ‘I feel the earth move’ embalou a geração que queria o fim da guerra e o direito de lutar por suas ideologias.

    Ouça essa e o disco na íntegra clicando aqui:

    https://open.spotify.com/album/12n11cgnpjXKLeqrnIERoS

     

    3. Eletric Warrior – T Rex

    A grande obra do Glam Rock, Eletric Warrior, também foi lançada em 1971. O principal disco do T Rex permaneceu no topo da parada britânica por várias semanas e é apontado como o número 160 entre os 500 maiores álbuns eleitos pela revista Rolling Stone.

    A faixa de número seis, ‘Get it on’ é um hino do rock clássico e é acompanhada por baladas lindíssimas como ‘Cosmic Dancer’ e ‘Life’s a Gas’.

    Clique no link e dê o play:

    https://open.spotify.com/album/2wnq5e000z2hT7qS2F8jZ5

     

    4. What's Going On – Marvin Gaye

    What’s going on foi um marco não apenas nas paradas e na black music, mas na construção de uma nova visão de mundo e serviu como um “sangue novo” pelo direito de lutar por liberdade através da arte.

    A fase sombria que Gaye passava ficou estampada nas faixas que compõem o disco e que receberam uma roupagem diferente de suas músicas anteriores. Elementos de jazz e música clássica fazem parte das canções do álbum apontado como um dos 50 maiores de todos os tempos, segundo a Rolling Stone.

    Som na caixa!

    https://open.spotify.com/album/2v6ANhWhZBUKkg6pJJBs3B

     

     

    5. Jardim Elétrico – Os Mutantes

    1971 também foi um ano riquíssimo também para a música tupiniquim, que contava com o lançamento de Construção, de Chico Buarque entre outras maravilhas. Como a colunista que vos fala nutre um certo fascínio por Rita Lee os irmãos Dias Baptista, vale ressaltar também o não tão óbvio, Jardim Elétrico.

    Bebendo ainda na fonte da psicodelia, os Mutantes já mostravam uma sonoridade mais rock e com pitadas do estilo progressivo, no qual, logo, a banda iria entrar de cabeça.

    O penúltimo disco com Rita Lee na formação, já abre com o big hit ‘Top Top’ mostrando rebeldia e descontentamento.

    Cabe o destaque também para os vocais de Arnaldo Baptista em ‘It’s very nice pra xuxu’, as guitarras de Sérgio em ‘Jardim Elétrico’, a doçura e a nostalgia na homenagem ‘Lady Lady’, entre outros incontáveis pontos destacáveis do álbum que “é lindo de morrer”!

    Dê o play:

    https://open.spotify.com/album/1BBamdq6Y45NLtttJlBxrf

     

    :

     

    Para ficar ainda mais por dentro do revolucionário 1971, assista:

    ‘1971 – O ano em que a música mudou o mundo’, na Apple Tv

     

    Assista live sobre 1971 no canal da jornalista Daniela Zuppo

     

     

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