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    Vacinação

    Reunião online reuniu prefeitos de diversas cidades brasileiras em busca de ampliar vacinação entre públicos menores de idade. Foto: Divulgação

    CANOAS | Na FNP, Jairo pede para Ministério da Saúde liberar vacina para adolescentes; a vez das crianças também está chegando

    por Rodrigo Becker | Publicada em 20/09/2021 às 18h35

    Interrompida na semana passada por decisão da União, vacinação de jovens entre 12 e 17 anos é a esperança de prefeitos para garantir aulas presenciais em 2022


    Em reunião online na manhã desta segunda-feira, 20, a Frente Nacional dos Prefeitos - FNP decidiu enviar ofício ao Ministério da Saúde pedindo para que seja revista a suspensão da vacinação de jovens entre 12 e 17 anos. A campanha para esta faixa etária está paralisada desde a semana passada por conta de uma investigação de um caso de intercorrência grave ocorrida no interior de São Paulo. "A normativa vai na contramão dos protocolos implementados em outros países e contraria evidências científicas já divulgadas quanto à segurança e efetividade da imunização de jovens e adolescentes", diz nota divulgada pela FNP e também assinada pelo Conectar, o maior consórcio de saúde do país.

    O Conectar reúne cerca de 2,5 mil municípios brasileiros e, graças a ele, em meados de maio o país recebeu cerca de 3 milhões de doses da vacina de dose única da Janssen doadas pelo governo dos Estados Unidos.

     

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    "Os municípios precisam de diretrizes e protocolos claros. Ruídos como este geram prejuízos graves na comunicação com a população sobre a segurança das vacinas em um momento em que menos de 40% da população recebeu as duas doses", lembra o prefeito de Ribeirão Preto/SP, Duarte Nogueira, vice-presidente do Conectar.


    Volta às aulas

    A vacinação de jovens é tida como crucial para que o retorno às aulas em 2022 seja efetivo no Brasil. Em Canoas, apenas cerca de 32% dos alunos da pública municipal voltaram às salas de aulas desde junho, quando o retorno foi liberado. A possibilidade de ensino remoto, no entanto, está restrita ao ano letivo de 2021 de acordo com resolução do Conselho Nacional de Educação, o que antecipa a necessidade de aulas presenciais a partir de fevereiro de 2022 - melhor se com os estudantes imunizados.

    Além disso, números divulgados nesta segunda-feira pela FDA, a agência norte-americana de medicamentos, indicam que com o avanço da vacinação entre os públicos mais velhos, cerca de 29% dos infectados pela Covid-19 no país pertencem à faixa entre 5 e 16 anos de idade. Vaciná-los é impor uma derrota ao avanço da pandemia entre os últimos públicos ainda não imunizados.


    Vacina para crianças

    Por lá, a Pfizer está pedindo autorização para aplicar o imunizante a partir dos 5 anos depois que testes comprovaram a eficiência da vacina na formação de anticorpos nessa faixa etária. Durante a pesquisa, crianças que receberam cerca de um terço da dose indicada para o público de 12 anos já mostraram capacidade de resposta imunológica ao coronavírus, o que representa uma esperança nas estratégias de enfrentamento e superação da pandemia.

    Se a vacina for aprovada pela FDA para públicos entre 5 e 11 anos, a empresa pode pedir também o registro na Anvisa, a agência brasileira de Vigilância em Saúde. Atualmente, a Pfizer já tem indicação para as faixas de 12 a 17 anos e de 18 anos ou mais.

    A marca ainda pode ser a primeira no mundo a obter registro para todos os públicos uma vez que já conduz estudos clínicos para imunizar crianças e bebês a partir dos 6 meses de vida.


     

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