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    Transporte

    Transcal opera em Canoas através dos ônibus ’Rápido’, que identificam o transporte de Integração no município. Foto: Divulgação

    CANOAS | Em audiência no MP, Transcal e Metroplan ganham prazo para regularizar linhas de Integração

    por Rodrigo Becker | Publicada em 20/07/2021 às 17h33| Atualizada em 20/07/2021 às 17h42

    Conflito com itinerários das linhas municipais já rendeu apreensão de ônibus e tensões entre Prefeitura e o órgão do governo do Estado


    Um acordo envolvendo a Metroplan e a Prefeitura, com o intermédio do Ministério Público, promete selar a paz entre o município e o Estado no que se refere ao transporte intermunicipal e as linhas de Integração em Canoas. Em audiência na manhã desta terça-feira, 20, as partes combinaram de resolver o problema até o dia 27 de julho - mas já a partir de amanhã, as linhas Florianópolis, Mathias Velho e Santa Maria/Guajuviras já encerram o itinerário na Estação Mathias Velho do Trensurb e não vão mais ao centro de Canoas. Uma revisão das linhas e itinerários com o propósito de evitar que haja fuga de passageiros do transporte municipal para o intermunicipal também será feito por parte da Metroplan.

     

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    O conflito começou no final de maio quando a Vicasa admitiu à Metroplan que não tinha mais condições de atender parte das linhas intermunicipais em Canoas. Naquele dia, o órgão do Estado fechou acordo com a Transcal, que assumiu parte do serviço. No final de junho, no entanto, a Vicasa entregou as demais linhas depois de uma audiência com a Justiça do Trabalho. Sem recursos para quitar salários e obrigações trabalhistas com os cerca de 100 funcionários que ainda tinha, a Vicasa deixou de operar em 8 de julho.

    Foi aí que começaram os conflitos com a Prefeitura.

    O governo municipal montou uma Junta Governativa para organizar a gestão da Sogal, a empresa que pertence ao mesmo grupo da Vicasa, mas que opera apenas o transporte municipal em Canoas. Por conta da crise que vive o setor e o agravamento percebido durante a pandemia, a empresa também deixou de pagar funcionários e obrigações, fazendo com que a Prefeitura tivesse que aportar mais de R$ 3 milhões em compra antecipada de passagens para que o serviço não deixasse de ir às ruas.

    Com a Transcal nas ruas, houve uma fuga de passageiros do transporte municipal para o intermunicipal e acendeu o alerta na Prefeitura. A saída foi intensificar a fiscalização de trânsito sobre o transporte feito pela nova empresa. De acordo com a prefeitura, a Transcal estaria fazendo rotas diferentes do itinerário concedido estendendo o final de linha da Estação Mathias para a Estação Canoas em pelo menos três linhas de Integração. A Metroplan, no entanto, entendia que a fiscalização era ilegal, uma vez que a concessão pertence ao Estado - não ao município.

    Com a solução do conflito, a Metroplan espera recompor a frota na rua conforme as tabelas de junho, ainda com algumas restrições em razão do distanciamento controlado para o combate à pandemia.

     

     

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