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    jeane bordignon

    Enfim, a vacina!

    por Jeane Bordignon | Publicada em 13/07/2021 às 18h07

    Processo de jacarelização iniciado: tomei a primeira dose da vacina contra o coronavírus! Já acordei na sexta-feira com minha mãe mostrando no celular a notícia que a vacinação estava liberada para minha idade. Ah, nunca desejei tanto uma agulhada!

    Recebi a tão falada Pfizer, mas poderia ser a Coronavac, a Butanvac, a Jansen, qualquer uma, até a Astrazeneca. O importante é ganhar anticorpos contra esse vírus maldito. Mesmo sabendo que não existe 100% de imunização, já deixa a gente um pouco mais tranquilo.

    Moro literalmente nos fundos do posto de saúde, então cheguei em casa quase dançando igual o jacaré do gif que mandei para os amigos no whatsapp, tirei foto, ostentei nas redes o bracinho vacinado, me sentindo maravilhosa. Isso em torno do meio-dia.

    Lá pelas 15h começaram os efeitos colaterais. Uma dor no braço que mal dava para mexer. Moleza no corpo. Uma sequência de espirros, mas isso pode ter sido apenas rinite. Passei o resto do dia me sentindo um trapo. Mas feliz!

    No dia seguinte, parecia que eu estava de ressaca: boca pastosa, muita sede, sono e moleza. Além da dor no braço. E mesmo assim, felizinha, dizendo pra todo mundo: tomei a primeira dose!

    Realmente não entendo que fica vendo chifre em cabeça de cavalo e achando motivo estapafúrdio para não se vacinar. Não querem sair dessa pandemia? É pior… não acreditam na gravidade do vírus, nos números das mortes.

    A gente que tem mais noção até evita ficar pensando em como seria se o controle da pandemia não tivesse sido prejudicado por tantos negacionistas (a começar por aquele que está no cargo de chefe da nação, mas parece mesmo é um garoto brincando de dono do campinho). Dá tristeza imaginar que podíamos estar com a maioria vacinada, vivendo numa situação bem mais próxima do normal!

    Também não entendo os que têm medo dos efeitos colaterais. Toda vacina tem. Todo remédio tem. Tarja preta, então, a bula é quase uma bíblia de tanto efeito colateral. E mesmo assim o Rivotril é uma das drogas mais consumidas no país… Se a gente for mais além, tudo se consome tem alguma reação. O que acontece é os efeitos passam despercebidos ou a gente se acostuma. Alguém deixa de beber cerveja porque provoca gases intestinais? Pois então…

    No caso das vacinas, não é uma questão apenas individual. Porque a proteção de uma população se dá na medida em que a maioria está imunizada. Aqueles que não podem receber a vacina por alguma condição de saúde acabam protegidos também, quando as pessoas ao redor estão vacinadas. Imagine uma barreira com várias pessoas fazendo um círculo ao redor de outra. Se uma pessoa sair do círculo, abre caminho para os vírus ou bactérias. A ignorância de alguns está trazendo de volta doenças que já tinham sido erradicadas, como o sarampo.

    É do jeito que diz um texto que vem circulando nas redes sociais:

    “Vacinação é um PACTO COLETIVO de erradicação de doenças.

    Não se vacinar não é uma escolha individual. Você pode escolher tomar remédio ou não, comer comida saudável ou não, usar drogas ou não. Mas quando você não toma vacina, não é sobre você. Doenças que já estavam erradicadas voltam e matam outras pessoas. Pessoas que talvez não tenham o mesmo acesso a saúde que você tem. É uma quebra de pacto social, e é elitista.”

    Ah, e quem já tomou as duas doses (ou a única da Janssen), não está liberado para ficar sem máscara! A vacina diminui o risco de desenvolver a forma grave da covid, mas não garante 100% de imunização. Até porque já existe uma nova variante mais letal e contagiosa, então, os cuidados têm que continuar!

    Sei que estamos cansados de tanto álcool em gel, de chegar em casa cuidando para não tocar em nada e correr pro banho, de sair sempre de máscara… mas é necessário seguir assim por mais um tempo. Não custa tanto assim, já está até automático.

    Difícil mesmo é a saudade de abraçar as pessoas queridas. Não vejo a hora. Mas não posso correr o risco de trazer o vírus para dentro de casa. Mesmo que meus pais estejam vacinados, eles são idosos e têm comorbidades. Também tem meu sobrinho Gael, de apenas 7 meses, que a gente não sabe quando poderá ser vacinado. Então por aqui os cuidados seguem, sem previsão de baixar a guarda.

    Mas que chegue logo o dia 1º de outubro, para eu tomar a segunda dose!

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