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    crise do coronavírus

    GM, que é responsável por 40 por cento do retorno de impostos, opera hoje a um terço

    Tombo do PIB na pandemia custa a Gravataí um ano de hospital; ou 8 Pontes do Parque

    por Rafael Martinelli | Publicada em 18/03/2021 às 10h27| Atualizada em 29/03/2021 às 11h37

    O tombo no PIB em Gravataí representa quase o total de recursos que repassados em um ano ao Hospital Dom João Becker. Ou 8 Pontes do Parque dos Anjos, comparativo que sempre uso para dar dimensão visual aos zeros após a vírgula.

    O contágio econômico da pandemia derrubou em 7% o Produto Interno Bruto (PIB) gaúcho. Conforme o boletim divulgado nesta quarta pelo Departamento de Economia e Estatística (DEE), órgão está vinculado à Secretaria Estadual de Planejamento, Governança e Gestão, trata-se da maior retração já verificada ao final de um ano na série histórica do indicador, iniciada em 2002.

    Aplicando a queda em Gravataí, corresponde a R$ 50 milhões da receita corrente líquida. Para efeitos de comparação, o contrato com a Santa Casa chega a R$ 63 milhões e a obra histórica custou R$ 6 milhões.

    Na prática, o PIB serve como termômetro da atividade econômica. Ou seja, reflete a soma dos serviços e bens produzidos em determinada região. Em valores correntes, alcançou R$ 473,419 bilhões no Rio Grande do Sul em 2020 – o equivalente a 6,4% do PIB nacional.

    – É o que já vimos vivenciando, né? GM parada, comércio fechado, economia aos trancos; isso tudo provoca frustração na boca do caixa – constata o secretário da Fazenda de Gravataí, Davi Severgnini, citando o lay-off na montadora que custa R$ 5 milhões mensais para receita municipal, como tratei em GM parada custa 1 Ponte do Parque por mês; Antecipo o remédio amargo de Zaffa.

    O complexo automotivo, que é responsável por 40% do retorno de impostos, experimenta um abre-e-fecha desde abril de 2020 e opera hoje a um terço da capacidade.

    O tombo mostra o acerto da equipe econômica da Prefeitura em trabalhar com um orçamento realista.

    – Quando fizemos o orçamento de 2021 não previmos crescimento de receita. Mantivemos praticamente no mesmo patamar de 2020, com apenas 1% de incremento, pois os sinais da receita tributária e das transferências correntes já indicavam que, não fossem os auxílios emergenciais do governo federal, estaríamos já no ano passado vivenciando essas dificuldades – analisa Davi Severgnini.

    O contágio da tragédia econômica da pandemia é potencialmente pior em 2021. O governo Jair Bolsonaro diz não ter mais dinheiro para socorrer prefeituras, voltarão a ser pagas contas pedaladas com autorização federal, como a Previdência, que correspondeu a R$ 70 milhões em Gravataí no ano passado e o abre-e-fecha do comércio impõe-se como o ‘novo normal’.

    Ao fim, o prefeito Luiz Zaffalon não tem 100 dias de governo e as perspectivas já são de dois anos perdidos, tal ‘fisioterapia financeira’ será necessária após a pandemia, que já custa R$ 4 milhões a mais por mês na saúde municipal, como alertei em Furou a bolha da COVID: Orçamento da Saúde termina em setembro; 2021 não será um ano bom.

    Tudo vai de pior em mal.

    Ainda assim, vivos estamos no lucro.

     

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