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GRAVATAÍ, 27/10/2021

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    crise do coronavírus

    General Motors de Gravataí está em férias coletivas e depois entrará em layoff

    GM parada custa 1 Ponte do Parque por mês; Antecipo o remédio amargo de Zaffa

    por Rafael Martinelli | Publicada em 03/03/2021 às 18h52| Atualizada em 15/03/2021 às 18h19

    É uma UTI sanitária e econômica. Se a pandemia em Gravataí registra quase a soma das vidas perdidas no vôo 3054 da TAM e na boate Kiss, o contágio da parada na GM é de tirar o fôlego do governo Luiz Zaffalon.

    Siga a notícia do dia e, abaixo, mostro o impacto.

    Conforme Giane Guerra em sua coluna em GZH, além das férias coletivas de março que já começaram, a montadora decidiu interromper a produção do complexo do Rio Grande do Sul também em abril e maio.

    O motivo informado pela montadora é a falta de peças. Em especial, semicondutores, cuja escassez também já paralisou indústrias de veículos da Chevrolet em outros países.   

    A ideia é iniciar a retomada em junho. No entanto, a volta à normalidade está prevista apenas para julho de 2021.

    Na semana passada, havia sido aprovado em assembleia de trabalhadores um acordo para suspensão do contrato dos funcionários, que, até então, atingiria apenas o segundo e o terceiro turnos da fábrica.

    Segundo o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Gravataí, Valcir Ascari, a empresa disse que não pretende demitir, já que o problema é a falta de peças. O sindicalista lembra aos trabalhadores que o que foi acordado com a empresa anteriormente está mantido, como o adiantamento da participação nos lucros e o pagamento de abono.

    A medida inclui todo o complexo da GM em Gravataí, na região metropolitana de Porto Alegre. Além da fábrica de veículos, o local tem as sistemistas, que são as fornecedoras da montadora. Estima-se que as empresas, juntas, empreguem 5 mil trabalhadores. 

    A fábrica gaúcha da GM produz o modelo Chevrolet Onix, que é o carro mais vendido no país. A decisão de suspender a produção pode afetar as vendas e, por consequência, essa liderança no ranking nacional.

    Sigo eu.

    A reportagem Honda Civic se junta ao Onix e tem fabricação interrompida no Brasil, publicada pela revista especializada Quatro Rodas, informa que na América do Norte a situação já levou à parada de fábricas de General Motors e Ford, que prevê até 20% de sua produção trimestral prejudicada pela crise.

    Ciente da gravidade, o presidente dos Estados Unidos vem preparando mudanças na cadeia de suprimentos do país, a fim de facilitar a produção e aquisição dos componentes eletrônicos. Joe Biden, entretanto, ressaltou que a situação não terá fim em questão de dias ou semanas.

    Já o secretário da Fazenda de Gravataí Davi Severgnini calcula que a produção seja reduzida para um terço no complexo automotivo que induz 15% da economia local e é responsável por 40% do retorno impostos: dos R$ 200 milhões, R$ 50 milhões são da GM.

    A conta da tragédia é que cada mês com a montadora parada corresponda a R$ 5 milhões perdidos por Gravataí. É uma ponte do Parque dos Anos a cada 30 dias, cujo impacto total chega em dois anos.

    – É uma situação apertada – alertou Davi, já sabedor do layoff na GM, em audiência na Câmara de Vereadores há uma semana, o que analisei em Furou a bolha da COVID: Orçamento da Saúde termina em setembro; 2021 não será um ano bom.

    Para completar o aperto, além da projeção de crescimento anual de quase 10% nos custos da saúde, ainda não há sinais de um novo socorro federal para compensar perdas de ICMS e, após a pedalada autorizada de R$ 75 milhões na previdência municipal em 2020, R$ 95 milhões precisam ser pagos em 2021 para garantir as aposentadorias.

    Ao fim, se leitos – e o inevitável lockdown – salvam vidas, para tirar a Prefeitura da UTI financeira, o remédio que o governo Zaffa vai apresentar é uma reforma da previdência que vai fazer com que funcionários, que já experimentam fins de mês perpétuos, demorem pelo menos mais 5 anos para se aposentar, contribuindo para o sistema não quebrar em menos de 10 anos.

    Infelizmente, é a ‘ideologia dos números’.

    E não conheço ideologia que não seja baseada em um orçamento.

     

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