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    crise do coronavírus

    Conforme estimativas da Universidade de Washington, o Brasil pode atingir o pico de 1,3 milhão de infectados por dia pela ômicron em meados de fevereiro

    Gravataí e Cachoeirinha com transmissão comunitária da ômicron; É motivo para pânico? A ’ideologia da ciência’ responde

    por Rafael Martinelli | Publicada em 11/01/2022 às 18h13| Atualizada em 24/01/2022 às 14h13

    Cachoeirinha já tem transmissão comunitária da ômicron. Gravataí tinha registrado a nova variante do coronavírus, como reportei em Ômicron chegou em Gravataí: Infecções por covid triplicam e procura por UPAs explode; Prefeitura amplia testagem. É motivo para pânico? Sim e não. Depende de nós e da ‘ideologia da ciência’.

    Trato sobre isso neste artigo.

    – Apesar do surgimento desta variante, temos que levar em conta que houve um relaxamento nos cuidados. Os protocolos que vem sendo divulgados há quase dois anos precisam ser mantidos. Trata-se de uma responsabilidade coletiva – apela o secretário da Saúde Juliano Paz.

    É a mesma linha que segue o secretário da Saúde de Gravataí.

    – Está acontecendo aqui o mesmo que em Porto Alegre. É extremamente contagiosa, mas não tem provocado colapso de internações de outras variantes. A receita é vacinar, vacinar, vacinar – apela Régis Fonseca.

    O crescimento de casos triplicou nos dois municípios desde o início de janeiro, subindo uma média que tinha, nos últimos três meses, 10 diagnósticos por dia em Gravataí e 7 em Cachoeirinha.

    A média de mortes também caiu para menos de uma vida perdida a cada dois dias, patamar que se mantém desde agosto.

    Para efeitos de comparação o pior mês da pandemia foi março de 2021, com 6 vidas perdidas a cada 24h em Gravataí e 3.5 em Cachoeirinha.

    Não há superlotação de leitos.

    Conforme o site coronavírus da Prefeitura de Gravataí, havia no Hospital Dom João Becker/Santa Casa, às 11h desta terça, 4 pacientes para 8 leitos de UTI covid e 10 em 12 leitos de enfermaria.

    Há cinco dias havia 7 pacientes para 8 leitos de UTI e 6 pacientes para 12 leitos de enfermaria.

    O primeiro atendimento nos dois municípios é feito nas três UPAs, as unidades de pronto atendimento.

     

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    A ômicron é motivo para pânico?

    Reputo sim e não. Porque uma saída para evitar novas medidas restritivas e lockdowns pode estar em nossos braços.

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que a ômicron não deve ser descrita como branda, já que está matando pessoas em todo o mundo. Mas o diretor Tedros Adhanom Ghebreyesus confirma que estudos recentes sugerem que a variante tem menos probabilidade de deixar as pessoas gravemente doentes do que as anteriores de covid.

    O que preocupa é que, se a pandemia não for controlada, o número recorde de pessoas infectadas pode sobrecarregar mais uma vez os sistemas de saúde

    Os EUA registraram mais de um milhão de casos de covid em 24 horas. Os casos globais cresceram 71% nos primeiros 11 dias de 2022. No Brasil e no Rio Grande do Sul quintuplicou o número de infectados. Gravataí e Cachoeirinha registram o triplo, possivelmente pela pouca testagem, que só foi ampliada nesta segunda-feira.

    – Em um mês e meio, a ômicron infectou tanta gente quanto as outras versões do vírus demoraram um ano e meio para infectar – tuitou há pouco o epidemiologista gaúcho Pedro Curi Hallal.

    Estimativas da Universidade de Washington divulgadas hoje pela CNN alertam que o Brasil pode atingir o pico de 1,3 milhão de infectados por dia pela ômicron em meados de fevereiro.

    À BandNews, a pneumologista da Fiocruz, Margareth Dalcomo, uma das mais conceituadas do país, explica que a característica das viroses respiratórias é que elas se tornem menos letais e menos capazes de causar doenças severas, como é o caso da nova cepa que circula no país.

    – Ela está cumprindo um papel historicamente muito relacionado a viroses de transmissão respiratória. Então, é possível que a pandemia esteja perdendo a força pelo aparecimento de uma variante muito transmissível, porém, menos letal – disse.

    A médica lembra que a cepa original do coronavírus causava pneumonias, que desencadeavam em tromboses e embolias, causas de mortes de muitos pacientes. Já a ômicron apresenta sintomas nas vias aéreas superiores e menos letais, que se confundem com a nova variante da gripe, que causa coriza, dor de garganta e febre.

    – Por isso os testes têm carga viral alta, porém, nós não temos internados pacientes, mesmo os mais idosos, até o momento pelo menos, com quadro de pneumonia grave. Completamente diferente das cepas anteriores – disse.

    Recomendo reportagem do Nexo Jornal 10 perguntas e respostas sobre como lidar com a covid e a gripe.

    E a solução no braço?

    Como também defendem os secretários da Saúde de Gravataí e Cachoeirinha, a pneumologia alerta que para o controle da pandemia é essencial que se alcance um porcentual de população vacinada no mundo, que ainda está distante.

    – No caso do Brasil, a situação é razoavelmente confortável porque a população sabe da importância da vacinação. Eu creio que nós teremos muitos casos, mas não creio que teremos pressão no sistema de saúde no sentido de precisar internar. Não creio que teremos mortes, a não ser em situações de uma comorbidade prévia.

    Anderson Brito, virologista e pesquisador do Instituto Todos Pela Saúde, receitou o mesmo, a GZH: esquema vacinal completo com a dose de reforço e vacinação de crianças, que começa dia 19 no RS.

    – Para evitar o que vimos entre março e abril passado, a única solução é a cobertura vacinal completa. Estamos trabalhando no escuro. É muito mais difícil avançar nas pesquisas para combater o vírus – disse, diagnosticando baixo número de testes feitos no país e os problemas na divulgação dos dados, devido ao ataque hacker aos sistemas do Ministério da Saúde.

    Dados desta semana mostram a força das vacinas. No Rio, hoje epicentro da nova variante, 93% dos internados por covid não tinham esquema vacinal completo e 43% não tomaram nenhuma dose de vacina.

    Ainda conforme a Secretaria da Saúde do Rio. a taxa de mortalidade por covid-19 no mês de dezembro no estado foi três vezes maior entre pessoas não vacinadas.

    Em números de hoje, Cachoeirinha tem 78% da população vacinada com a primeira dose; 66,25% com a segunda dose e 10,41% com a dose de reforço. Em Gravataí são 74,1% com a primeira dose; 64,2% com a segunda e 12,6% com a dose de reforço.

    Ainda é muita gente sem o esquema vacinal completo. Potencialmente mais de 20 mil pessoas, em idade com cobertura vacinal, entre Gravataí e Cachoeirinha.

     

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    Covid: Como Gravataí e Cachoeirinha se preparam para Ômicron; Estudo mostra rapidez no contágio, virulência e escape imunológico da nova variante

     

    Ao fim, como observei ainda em A covid voltou: Gravataí, Cachoeirinha e RS estão sob Aviso; Soube do vizinho?, a covid 'voltou', dos atores globais, jogadores de futebol e político ao irmão, a amiga e a vizinha.

    Não é nosso cansaço, ou a negação, que terminarão com a pandemia.

    Graças à vacinação e à menor virulência da omicrôn, 2022 ainda não registra colapso no sistema de saúde e nem maior letalidade.

    No Grande Tribunal das Redes Sociais recebi críticas pela sugestão que dei em Zaffa, imite prefeito de NY e obrigue a vacina em Gravataí; A ditadura da vida.

    Mas, fatos, aqueles chatos que atrapalham argumentos, só a vacina protege a vida e a economia.

    É a ‘ideologia da ciência’, covidiotas.

     

    Assista o que autoridades na covid falam ao Seguinte:

     

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