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    Miki Breier, prefeito de Cachoeirinha no Gabinete da Gente

    Cachoeirinha: O que intriga no ’caso SKM’ que agora apreendeu dinheiro do prefeito e de empresários

    por Rafael Martinelli | Publicada em 19/06/2021 às 13h07| Atualizada em 02/07/2021 às 12h36

    O show da Operação Proximidade, que investiga suposta corrupção no contrato da limpeza urbana de Cachoeirinha, continuou nesta semana com a apreensão de dinheiro do prefeito Miki Breier (PSB), bloqueio de contas da SKM e confisco de dois veículos do sócio Jorge Foaud Abdo, como revelou o jornalista Roque Lopes na reportagem Caso SKM: Justiça fez apreensão de R$ 25 mil do prefeito, publicada por seu O Repórter.

    A pedido do Ministério Público e com autorização do desembargador Aristides Neto, da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, foram transferidos para uma conta judicial R$ 20,5 mil do prefeito. Vinte mil reais, não milhões.

    Do sócio foram apreendidos uma BMW X5, no nome de outra empresa, e seu Hyunday Azera.

    Valores não divulgados da empresa também foram bloqueados para garantir ressarcimentos caso comprovadas irregularidades, além do pagamento de funcionários após a suspensão do contrato de limpeza urbana.

    Conforme a reportagem, o que chama atenção dos investigadores, e levou à quebra de sigilo bancário, é a circulação de R$ 341,9 mil em transferências bancárias operadas pela SKM por meio de contas bancárias de um suposto gerente da empresa.

    Ao site, André Lima de Moraes, advogado do prefeito, disse que os valores tem origem licita e nos próximos dias será feito pedido de restituição:

    – Quanto ao feito cautelar em si, infelizmente, é uma construção de fatos inverídicos, criados pela oposição e levados ao MP, com muitas alegações, sem provas e inclusive com a repetição do erro de metragem/contagem na varrição da Avenida Flores da Cunha. Assim, temos certeza na inocência do prefeito, o que restará comprovado na instrução probatória. Pegaram um fato político velho, do qual o prefeito já foi absolvido politicamente e querem o ressuscitar o que não tem cabimento.

    Coisas me intrigam neste show, como já observei em MP faz operação em Cachoeirinha por suspeita de corrupção no lixo; Do secretário afastado à CPI do Fantástico ou Zorra Total. Reputo, até o momento, e com base no que já foi tornado público, que a operação ou leva o prefeito ao Fantástico, ou os acusadores ao Zorra Total.

    Começo pelo mais absurdo: o suposto desvio de 45% no contrato da limpeza urbana, apontado pelo MP para justificar até um pedido de afastamento do prefeito. QUARENTA E CINCO POR CENTO!

    Faz-me lembrar da prisão fake news do ex-presidente Michel ‘golpeachment’ Temer, pela chamada Lava Jato do Rio, ‘suspeito’ de chefiar uma organização criminosa que teria movimentado R$ 2 bilhões por quatro décadas, ou desde que tinha 36 anos e era professor numa faculdade de Itu.

    Se a investigação remete à 2017, e mais de 50 depoimentos foram ouvidos, permitiram investigadores, ou aqueles que fizeram as denúncias, seja CCs do governo anterior ou vereadores da CPI, que metade de um contrato de mais de R$ 1 milhão por mês fosse roubado por mais de 3 anos?

    Como a contratação da SKM, inicialmente questionada pela Justiça de Cachoeirinha, foi autorizada depois pelo TJ por 3 a 0, se havia uma investigação monstruosa como essa?

    Como o Tribunal de Contas do Estado (TCE) não verificou irregularidades em medições e, em um contrato de R$ 20 milhões, fez apontamentos para correção de apenas R$ 250 mil?

    Não sou vereador, policial, promotor ou juiz, sou jornalista e não me associo ao caça-cliques que já cassou Miki no Grande Tribunal das Redes Sociais. Então, até porque se trata da honra e da história de um político, ao menos até aqui, com a conduta ilibada, restam-me perguntas, enquanto não é feita formalmente uma denúncia pelo MP que traga indícios, evidência e provas de corrupção, para além de convicção e fulano-é-amigo-de-ciclano.

    Como não sou daqueles que permitem aos políticos apenas a presunção de culpa, também não o faço em relação aos promotores – mesmo após os escândalos da Lava-Jato/Vaza Jato. Não creio tenha sido a Proximidade uma daquelas operações ‘limpa-gaveta’, para ganhar medalhinha em momento de troca de comando no Ministério Público estadual.

    Ao fim, insisto: em um uma investigação que aponta desvio de QUARTENTA E CINCO POR CENTO em um contrato público, ou é show para Fantástico, ou para Zorra Total.

     

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