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GRAVATAÍ, 22/06/2021

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    crise do coronavírus

    Mortes pela COVID-19 cresceram na segunda quinzena de maio | Foto AGÊNCIA BRASIL

    COVID em Gravataí: Maio fechou com 3,6 vidas perdidas a cada 24h; ’Preocupado mas otimista’, diz secretário da Saúde

    por Rafael Martinelli | Publicada em 02/06/2021 às 14h38| Atualizada em 14/06/2021 às 12h26

    Gravataí encerrou maio em “Aviso”, o primeiro dos ‘3 As’ no novo sistema de monitoramento da COVID-19 no Rio Grande do Sul, mantendo indicadores nos patamares que detalhei dias 15 e 25 nos artigos Gravataí e Cachoeirinha: como estão números da COVID na estreia do ’3 As’; UTIs seguem lotadas e Gravataí sob ’Aviso’ nos 3As da pandemia; Triplicam casos e crescem mortes nos últimos 5 dias

    Na ‘ideologia dos números’ dos últimos 6 dias do mês há estabilidade de infectados e vidas perdidas, como confirma um otimista secretário da Saúde Régis Fonseca. Mas, inegável é, usando a comparação de sempre, que o ‘platô’ está nas alturas do Morro Itacolomi.

    Mesmo que o número de gente nas ruas faça parecer que já vivemos o ‘novo normal’ (o antigo pode nunca voltar), e ricos e pobres já badalem nas baladas, os sinais de alerta já são perceptíveis nos indicadores da Região 10, Grande Porto Alegre.  

    Na primeira quinzena a ocupação de leitos de UTI na R10 era de 72%. Entre os dias 15 e 25 subiu para 77,8%. Nos últimos 6 dias do mês, nova alta: 78.2.

    Eram 180.603 casos da COVID-19 no dia 15, 183.540 dia 25 e, no dia 31, 184.936. Os óbitos eram 6.955 no dia 15, chegaram a 7.167 dia 25 e fecharam dia 31 em 7.290.

    A taxa de mortalidade subiu de 293.6 a cada 100 mil habitantes na primeira quinzena para 302,5/100 mil dia 25 e, nos últimos seis dias de maio, para 307.7.

    Gravataí fechou a primeira quinzena com 20.935 casos e 716 vidas perdidas. No dia 25 chegou a 21.226 infecções e 734 óbitos. Foram 291 casos e 18 mortes em 5 dias. Nos últimos 6 dias de maio chegaram a 21.355 infectados e 756 mortes.

    A média diária de 21 infectados e 2,7 óbitos na primeira quinzena – que era uma boa notícia frente a 76 casos/dia e 5 mortes por dia em abril, e, em março, pior mês da pandemia, 6,5 mortes a cada 24h – triplicou entre os dias 15 e 25, atingindo média diária de 58.2 infectados e 3,6 mortes.

    A média de vidas perdidas encerrou maio nos mesmos 3,6 a cada 24h.

    Para efeitos de comparação, janeiro e fevereiro tinham média próxima a 2 vidas perdidas por dia.

    Assim como no último dia da primeira quinzena, e no dia 25, maio terminou com pacientes esperando leitos entre os 38 mantidos, após o fechamento de 112 quando os indicadores melhoraram. Dia 15 eram 6, no dia 25 subiu para 7 e dia 30 caiu para 4 o número de pacientes que aguardavam em poltronas, ou no chão, no Hospital de Campanha.

    As UTIs covid e não-covid – como desde antes da pandemia – terminaram o mês lotadas.

    No Rio Grande do Sul, a alta na ocupação dos leitos de UTI foi de 16,7% na última semana, o que já pressiona o sistema hospitalar gaúcho. No dia 31 a ocupação geral de leitos de UTI estava em 87,1%, maior percentual desde a última semana de abril.

    – Em Gravataí a situação é estável. Um exemplo: ontem (terça-feira) não recebemos nenhum paciente com COVID nas UPAs. Já as UTIs sempre estiveram lotadas, mas houve momentos em que abria um leito, dois – observa o secretário da Saúde.

    – Estou otimista, mas sempre preocupado. A COVID é imprevisível. Em 15 dias tudo pode mudar – diz Régis Fonseca, que mantem as recomendações para a população manter os cuidados sanitários básicos, de higiene, uso de máscara e distanciamento interpessoal.

    O secretário e colegas de outros municípios observam os indicadores da Região 10, mas ainda não tem um diagnóstico sobre as consequências futuras da piora dos últimos 15 dias.

    – Percebe-se a pressão na região por pacientes transferidos do interior – diz, não tendo evidências para confirmar se, como aponta o neurocientista Miguel Nicolelis, há possibilidade de uma ‘terceira onda’ estar começando pelo interior do país como reflexo de viagens do Dia das Mães:

    – É uma das possibilidades, mas técnicos também observam se o que acontece hoje no interior não é a onda atrasada que já vivemos na região metropolitana.

    Conforme o secretário, no caso de uma ‘terceira onda’, ou de pressão por internações com a chegada do inverno, a Prefeitura tem preparado o plano de contingência para colocar em operação novamente os 112 leitos fechados após a melhora dos indicadores.

    – A notícia boa é que a imunização ultrapassou os 20%, chegamos aos 59 anos e a trabalhadores do transporte coletivo. Já aplicamos 100 mil vacinas, entre primeira e segunda dose – conclui.

    Já o infectologista Alexandre Zavascki analisou os números do RS para GZH e identifica novo ciclo de crescimento com base nas hospitalizações, embora isso ainda não esteja se refletindo tanto em número de casos.

    – Esse aumento vem ocorrendo em velocidade menor do que vimos ocorrer em fevereiro, mas já começa a ter efeitos sobre a tendência de óbitos, que começa a querer aumentar – diz o também professor da Ufrgs.

    Ao fim, sigo preocupado.

    Enquanto o número de gente nas ruas faz parecer que já vivemos o ‘novo normal’ (o antigo pode nunca voltar), e ricos e pobres já badalem nas baladas como se não houvesse amanhã, artigo publicado pela Folha de S. Paulo, e assinado por um grupo de infectologistas, alerta nesta terça para a disseminação da cepa indiana.

    A manchete: “Um tsunami vem aí: Terceira onda pode atingir 115 mil novos casos por dia, algo sem precedentes”.

    Se ocorrer a nova tragédia, Gravataí – não apenas por estar só 23 metros acima do nível do mar – não escapa, assim como nenhuma região metropolitana.

     

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