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    educação

    No Dia Internacional da Síndrome de Down, Núcleo de Educação Especial recorda momentos dos alunos da rede pública

    Especial é aceitar as diferenças

    por Redação | Assessoria | Publicada em 21/03/2021 às 13h51

    Neste domingo, 21, comemora-se o Dia Internacional da Síndrome de Down ou Trissomia do Cromossomo 21 (T21). Em 2016, no governo Alba, a comemoração passou a fazer parte do calendário de eventos oficiais de Gravataí. O intuito era dar mais espaço e visibilidade para o movimento das pessoas com T21, em busca de quebrar a barreira do preconceito.

    – Para nós, comemorar essa data é como se estivéssemos dando um basta no preconceito. Este ano, por conta da pandemia, não pudemos celebrar da forma que gostaríamos, mas o nosso respeito e admiração continuam os mesmos – afirmou o prefeito Luiz Zaffalon.

    Para celebrar esse dia, a Secretaria Municipal de Educação (SMED), através do Núcleo de Educação Especial do município, reuniu uma série de fotos das 29 crianças com T21, matriculadas na rede municipal. Os registros, enviados pelas famílias e pela Smed, demonstram a importância da inclusão na vida, não só das pessoas com T21, mas de toda a comunidade escolar.

    Para a secretária municipal da Educação de Gravataí, Sonia Oliveira, a inclusão dos alunos com T21 na rede municipal é motivo de orgulho e privilégio, pois possibilita a toda a comunidade escolar conviver e compartilhar com pessoas que têm muito a nos ensinar. A secretária destaca que as escolas possuem uma estrutura para atender os alunos conforme as necessidades e potencialidades de cada um, respeitando o ritmo individual.

    – A rede municipal de Gravataí parabeniza a todos os alunos com Síndrome de Down e suas famílias por todo o movimento de conscientização e reafirma seu compromisso com os alunos público-alvo da educação especial, no sentido de assegurar a inclusão escolar e a participação plena na sociedade – reforça Sonia.

    Quem convive com os alunos se emociona com a capacidade e suas conquistas diárias. Entre os professores de salas de recursos do município, a gratidão é unânime. Para a professora Mônica Bereta, a oportunidade de lecionar para uma criança com T21 a fez aprender muito, não apenas por suas características e necessidades, mas, principalmente, pelas potencialidades.

    Esse mesmo sentimento também é compartilhado por Priscila Claro. A professora conta que cada dia é um novo desafio, com novas aprendizagens. Cada um possui o seu estilo de aprendizagem e seu próprio jeito de apreender e isso ressignifica diversas manifestações do cenário escolar, o que exige do professor a busca ativa do conhecimento e das características de cada aluno, uma vez que, cada um tem a sua história, dinâmica familiar, habilidades, competências e formas múltiplas de enxergar o mundo ao seu redor.

    Para os pais, a escola é um dos lugares onde mais se consegue quebrar essas barreiras. O fato de os filhos frequentarem as salas de aula com as crianças sem Trissomia traz esperança às famílias, que acreditam que, num futuro próximo, as pessoas se tornarão mais inclusivas, por terem tido a possibilidade de conivência na infância ou adolescência. 

    Com o filho na rede municipal desde o 1º ano de idade, Viviane Dávila, mãe do Erik Silveira, conta que a inclusão escolar tem sido muito positiva, não só para o seu filho, mas também para os colegas. Para ela, a inclusão, quando bem feita, traz benefícios para todos, mas lembra que ainda há muito o que fazer.

    Emocionada, a mãe conta um pouco da trajetória da família desde o nascimento do filho. Ela conta que Erik foi um bebê planejado e muito esperado por todos. Lembra ainda que a gestação foi tranquila e os exames e ecografias não apresentavam nenhuma alteração, porém, com um mês de vida, após sintomas de “sapinho”, a família o levou até a pediatra, que, com todo profissionalismo e empatia, os informou que a criança possuía Síndrome de Down. A mãe conta que, no momento da descoberta, foi um misto de sentimentos, entre dúvidas, culpas, angústias e incertezas.

    – Parecia que todos os nossos planos e sonhos não seriam mais possíveis.

     

    Movimento Down Chute no Preconceito

     

    Grata e com esperança de dias em que o “diferente” não será mais motivo para preconceito, Viviane relata que, em busca de romper esses paradigmas, se uniu a um grupo de pessoas que tem o mesmo objetivo que ela: o Movimento Down Chute no Preconceito. Ela conta que o grupo tem sido de extrema importância, pois tem feito o caminho reverso ao que se que se fazia no passado, dando maior visibilidade, focando nas capacidades e potencialidades das pessoas com Down. 

    Em Gravataí, o Movimento Down Chute no Preconceito, com cerca de 70 famílias, luta incansavelmente pela inclusão das pessoas com T21. Em suas redes sociais, o movimento traz informações que quebram alguns paradigmas instaurados ao longo dos anos, como a importância de não tratar a T21 como doença, a desmitificação da nomenclatura da síndrome e o entendimento do que se trata, além de promover uma ampla divulgação da comunidade com T21 do município.

    Para o idealizador e presidente do movimento Down Chute no Preconceito, Afonso Forni, esse dia é sim de comemoração para todos, pois vivenciamos a potencialidade e a especificidade de cada um dentro de casa.

    – Hoje, para nós, é um dia de chutar o preconceito, através da divulgação, para bem longe da nossa sociedade – destacou Afonso.

    CLIQUE AQUI para ver mais fotos.

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