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GRAVATAÍ, 18/11/2018

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    O sommelier Rafael dos Santos guarda os segredos da nossa geração belga | GUILHERME KLAMT

    COM VÍDEO | Conheça a nossa incrível geração belga

    por Eduardo Torres | Edição de imagens: Guilherme Klamt | Publicada em 28/06/2018 às 08h57| Atualizada em 06/07/2018 às 20h29

    A cada quatro anos, a mesma ladainha entre os "especialistas" em futebol e os amantes de vídeogame: "Ah, a fantástica geração belga...". A Copa do Mundo acaba, e a Bélgica termina a competição sem deixar grandes lembranças. Mas, afinal, é o futebol a principal marca da Bélgica? Não. O país é o centro mundial das cervejas. Com um território nove vezes menor que o Rio Grande do Sul, os belgas concentram incríveis três mil cervejarias, que produzem 1.500 diferentes cervejas. Cá entre nós, todas de excelente qualidade.

    Mas, não esqueçam, é Copa do Mundo, e nós não podemos ficar para trás. O Seguinte: foi conhecer um pouco da nossa geração belga. Ou melhor, das nossas cervejas. O Estado tem 20% das fábricas de cerveja do Brasil, com 144 microcervejarias. Só em Gravataí, estão cinco delas.

    — São duas que produzem chopp e três microcervejarias com cervejas artesanais e diferenciadas — explica o sommelier Rafael dos Santos, proprietário da Crowd Beer, que reúne a nossa geração belga no centro da cidade.

     

     

    Claro, como bom cervejeiro, ele deixa claro que não há como equiparar à "fantástica geração belga" — a da cerveja. Mas tem muita coisa boa por aqui. O Rafael até arrisca, quando compara com uma Copa do Mundo.

    — A cerveja gaúcha é como se fosse a Seleção Brasileira mesmo. Porque temos os mais variados estilos, com características bem variadas. E temos até o Neymar. A melhor cerveja do Brasil é daqui.

    Em Gravataí, há também as suas peculiaridades. A Sesmaria, por exemplo, produz a Blond Ale, que é um estilo belga de cerveja. A Gazapina, também da cidade, teve a sua Red Ale premiada no Festival Nacional da Cerveja, em Blumenau. Já a Fil mantém, próximo da Freeway, uma plantação de lúpulo própria, algo inédito no Estado e que já foi testado e aprovado em festivais de cerveja no país.

     

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    Certo. Nós aceitamos que os belgas são especialistas. O segredo, dizem, está na arte de combinar frutos, flores e especiarias para criar as cervejas em fórmulas mantidas sob segredos. Alguns deles, milenares. Mas, em 2018, justamente quando a geração belga dos gramados dá mostras de que, finalmente virou realidade, nas cervejas, o Brasil levou a melhor.

    A mineira Wäls Brut, vendida em garrafa de espumante e fechada com rolha, foi premiada na World Beer Cup, concorrendo com outras 8.234 cervejas do mundo. Bem, o estilo dela é justamente o Belgian Ale, e o preparo é praticamente belga.

    — O que a Wäls fez é exemplar para a qualidade da nossa cerveja brasileira. Eles foram à Bélgica para buscar o conhecimento e até ingredientes, e o resultado foi um produto de alta qualidade. Essa busca de conhecimento é que vai fazer as cervejas daqui sempre se qualificarem — comenta Rafael.

     

    : Nas duas primeiras rodadas da Copa, a geração belga mostrou talento | GETTY IMAGES

     

    Na tarde desta quinta, às 15h pelo horário de Brasília, a Bélgica volta a campo contra a Iglaterra. As das seleções já estão classificadas para a segunda fase, mas este promete ser o primeiro teste de fogo para a "geração belga" na Rússia, depois de dois adversários mais frágeis.

    O Rafael dos Santos atesta: na cerveja, a geração belga é imbatível.

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