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    cachoeirinha

    Polícia ainda não mandou, ao Judiciário, o inquérito sobre a execução do CC Márcio Adriano, da Secretaria de Serviços Urbanos de Cachoeirinha

    Nove meses depois como está o caso do CC assassinado

    por Silvestre Silva Santos | Publicada em 12/01/2018 às 15h30| Atualizada em 17/01/2018 às 15h29

    O titular da 2ª Delegacia de Polícia de Cachoeirinha, Newton Martins de Souza Filho, conversou com o Seguinte: agora há pouco sobre o caso do diretor de Serviços Urbanos da Prefeitura de Cachoeirinha, Márcio Adriano Azeredo de Almeida, executado a tiros quando chegava para trabalhar no dia 5 de abril do ano passado.

    O crime aconteceu no estacionamento que fica na frente da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Urbanos, na rua José Antônio Lutzemberg, divisa dos bairros Jardim do Bosque e Morada do Bosque. Antes mesmo de estacionar e desligar o motor do carro, um homem atirou várias vezes contra Márcio Adriano.

    O assassino, ou os assassinos (o delegado não conta quantos eram), fugiram em seguida em um carro Renault, modelo Clio, de cor prata. O braço direito do então secretário Rubens Otávio Steigleder Ohlweiler, que voltou à Câmara Municipal para continuar sendo vereador, morreu dentro do carro.

     

    Boca fechada

     

    Hoje (12/1) o delegado Newton disse que passados nove meses desde que ocorreu a execução, a Polícia ainda não encerrou o inquérito e enfrenta dificuldades para concluir quem foi o autor dos tiros e quem mais participou da emboscada.

    --- Muitas pessoas viram o que aconteceu, mas ninguém aceitou até agora fazer o reconhecimento de forma oficial dos suspeitos que temos --- explicou o delegado.

    Segundo ele, as pessoas têm medo de represálias.

    O policial não falou números e nem mesmo fez referência a origem dos suspeitos e com qual tipo de criminalidade eles estariam, envolvidos. Assim como já havia dito no ano passado à reportagem do Seguinte:, o delegado Newton Martins voltou a afirmar que a vítima tinha muitos desafetos (Veja links de matérias abaixo).

    --- Eram muitos rolos que ele (Márcio Adriano) estava metido ou se envolveu ao longo do tempo, desde os assaltos a banco e outras coisas. Muita gente tinha motivos para querer ele fora de circulação --- garantiu o delegado.

    A Polícia, conforme Newton Martins, não tem prazo determinado para encerrar o inquérito e remeter ao Judiciário.

    --- Ainda estamos investigando. Está complicado, difícil, mas estamos trabalhando --- concluiu.

     

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