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GRAVATAÍ, 23/06/2018

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    dança

    Bailarinos posam para foto no pórtico de Gravataí

    Quem são nossos bailarinos que vão para Turquia

    por Redação | Publicada em 19/03/2018 às 18h33| Atualizada em 27/03/2018 às 13h42

    Bailarinos de Gravataí e Cachoeirinha são selecionados para Festival em Istambul. Empresas da região podem ser patrocinadoras. Saiba como

     

    Giulliano Pacheco, Janaína Dambros e Marco Van Teffelen, bailarinos da Cadica Companhia de Dança, estão entre os escolhidos para participar do Festival Internacional de Arte e Cultura de Büyükçekmece, que acontece de 27 de Julho a 5 de agosto em Istambul, na Turquia.

    A companhia participará do maior festival da Fidaf (Federação Internacional de Festivais de Dança) como convidada especial no ano em que celebra o seu Jubileu de Prata.

    Participarão do festival cerca de 27 diferentes nações de todos os continentes. Esta é a quarta viagem da companhia via Febrarp (Federação Brasileira de Artes Populares), anteriormente a mesma esteve atuando na Folkloriada Mundial do CIOFF na Coréia do Sul, China e Rússia.

    Gravataí e Cachoeirinha enviarão seus representantes.

    Conheça-os.

     

    Giulliano Pacheco (Gravataí) – Iniciou no Ballet Clarissa Pesce na Cadica Danças e Ritmos. Participou de montagens como “Carmina Burana” (2016) e “Tango de Roxxane” (2017). Ano passado, se apresentou no Theatro São Pedro no espetáculo “Carmen Gaúcha”, que retorna ao palco este ano no Teatro CIEE, celebrando os 25 anos de história da Cadica Cia de Dança. Em 2016, com a coreografia “O Tempo e o Vento”,  esteve na “Amostra Primavera de Dança” no Teatro Renascença. E no final do ano, juntamente com o grupo de ballet, foi convidado pelo município de Veranópolis para ser uma das atrações da programação de Natal da cidade. Viajou com a Cadica Cia de Dança para Rússia no Festival Internacional de Danças Folclóricas (2015).

     

    : Da esquerda para direita, Marco, Janaína e Giulliano

     

    Janaína Dambros (Cachoeirinha) - Bailarina e coreógrafa por formação. Sua primeira experiência com danças ocorreu no CTG Rancho da Saudade, em Cachoeirinha, onde integrou o grupo de danças tradicionalistas por 21 anos. Contudo, seu talento com a dança rompeu barreiras. Foi então que entrou Cadica Cia de Dança, que a possibilitou que pudesse desenvolver outras técnicas, como danças de salão, ballet, tango entre outras. Fez parte do GED (Grupo Experimental de Danças de Porto Alegre).

    Além disso, participou de festivais Internacionais e Nacionais, tanto com o grupos anteriores e com a Companhia. Já esteve se apresentando em países como Coréia, Portugal, China, Uruguai, Argentina, Rússia, entre outros.

    No Brasil, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Brasília. Faz parte da equipe Rococó Produções Artísticas e Culturais.  Atualmente, atua e dança na peça Baila Melancia.

     

    : Artistas posam na Casa do Leite, em Cachoeirinha

     

    Marco Van Teffelen (Gravataí) - Graduado em Educação Física, ingressou na dança (em 2007) na Companhia Terpsí Teatro de Dança, na capital. Foi lá que se inscreveu e começou a fazer aulas de dança contemporânea com a bailarina e coreografa Carlota Albuquerque. Dois anos depois, soube de uma seleção de bolsista na escola Cadica Danças e Ritmos. Durante este período, realizou algumas aulas de flamenco, destinada apenas para homens.

    Em 2012, recebeu o convite para ingressar na Cadica Cia de Dança. Atualmente, um dos protagonistas do espetáculo Carmen Gaúcha, que esteve em cartaz no Theatro São Pedro (2017) e que terá nova apresentação, em abril (deste ano) no Teatro CIEE.

    Com a Cadica Cia de Dança esteve na China, Rússia e Chile participando de Festivais Internacionais.

     

    : Giulliano e Marco em Tango de Roxxane

     

    Empresas podem patrocinar

     

    Em razão dos altos custos com a viagem, os bailarinos buscam apoio das empresas locais. Como é de conhecimento público, um festival internacional como este terá visibilidade expressiva nas rádios, jornais e TV, mas em especial nas redes sociais, e a divulgação das marcas proporcionará marketing positivo aos produtos ligados à ela.

    Além disso, a Lei de Incentivo à Cultura (LIC), mecanismo de apoio à produção e difusão da arte, viabiliza as empresas que apoiam projetos culturais possam ter o valor deduzido do ICMS (Imposto Sobre Comércio de Mercadorias e Serviços).

    - Estamos dispostos a visitar as empresas, conversar com os departamentos financeiros, marketing ou de incentivo à cultura, para que possam nos auxiliar nesta viagem tão importante para nós e, em especial, para a nossa cidade - informa Giulliano Pacheco, que disponibilizou seu telefone pessoal de contato aos interessados em apoiá-los: (51) 98442-3997.

    Abaixo, os artistas em O Tempo e o Vento.

     

     

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