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GRAVATAÍ, 20/08/2018

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    luto

    Padre Fialho, de bengala, homenageado em 98 como Amigo da Natureza: Lisete Pereira (falecida), Beatriz Torres, Paulo Muller, Fialho, atrás o prefeito da época Daniel Bordignon, Edegar Alves, Gilmar Gomes (falecido), Juarez Vargas (falecido) e Cláudio Wurlitzer

    Partiu o Padre Fialho, um semeador de bondade

    por Claudio Wurlitzer | Publicada em 02/02/2018 às 19h34| Atualizada em 05/02/2018 às 17h34

    Nas homenagens do jornalista Claudio Wurlitzer, e do padre Fabiano Glaeser, da Paróquia das Graças, a despedida do Padre Fialho

     

    Muito obrigado, Fialho!

    A despedida do Padre Fialho, Antônio Carlos Fialho, na manhã deste Dia de Nossa Senhora dos Navegantes, merece servir de reflexão: com as palavras do padre Fabiano, sentimos mais alegrias do que tristeza pela 'perda'.

    Foi bem lembrado que há exatos 60 anos o Padre Fialho tornava-se o primeiro pároco da Igreja Nossa Senhora das Graças, na vila São Geraldo. Diversas citações lembraram o trabalho dele na comunidade. Foi registrado o trabalho que exerceu, quando foi para Morungava, para a criação da escola cenecista naquela comunidade: uma enorme façanha para a época.

    O amigo Paulo Muller lembrou que o Fialho foi um dos fundadores do movimento ambiental na região, com a criação da nossa Associação de Preservação da Natureza Vale do Gravataí (APN-VG), em 1979. Muller também lembrou que muitas vezes, no anonimato, com humildade, serviu de base para que ações em defesa do meio ambiente.

    Eu acrescentaria uma passagem lá no início dos anos 1980, quando tivemos de desmanchar uma barreira feita para desviar água do rio Gravataí com o objetivo de beneficiar arrozeiros. Fialho questionava:

    - Por que esta ganância, não sabem que a água é muito mais valiosa do que estas quadras de arroz?

    Esta frase dita há mais de 30 anos simboliza toda a luta que a APN-VG desenvolve nessa trajetória pela defesa do meio ambiente.

    Por estas coisas, muito obrigado, Fialho, padre Carlos, professor, colega da luta ecológica.

    E, para concluir, tomo a liberdade de reproduzir o texto publicado no Facebook da Paróquia das Graças pelo padre Fabiano Glaeser:

    Nesta madrugada, o Pai chamou para si o Sr. Antônio Carlos Fialho, nosso primeiro pároco. Ano passado, nossa paróquia completou 60 anos de criação, e ao longo de todo o ano, ele foi um personagem muito lembrado. Em muitos momentos, seu nome foi citado. Infelizmente, devido à idade avançada e à saúde debilitada, não pode estar presente na grande noite do dia 25 de novembro, última noite da novena, quando foram feitas algumas homenagens, inclusive a ele. 

    Neste 2 de fevereiro, completam-se 60 anos de sua chegada a Gravataí. A paróquia, cujo decreto de criação foi assinado em 31 de dezembro de 1957, foi instalada concretamente em 2 de fevereiro de 1958, quando o então Pe. Antônio Carlos Fialho, com apenas 32 anos de idade, foi empossado como primeiro pároco.

    Foram quase cinco anos de dedicação ao povo da Vila São Geraldo, com visitas às famílias, aos doentes, incentivo aos jovens, zelo pela liturgia. Foi um sacerdote no sentido pleno da palavra. Daqui foi transferido para Morungava, onde, depois de um período de discernimento, pediu afastamento do ministério sacerdotal, e abraçou outra vocação, constituindo família com Dona Terezinha.

    Pela ligação afetiva com a Mãe das Graças, tornaram-se nossos paroquianos, tendo membros do ECC, do CPP, e outras pastorais. Foram um casal muito ativo na paróquia.

    Hoje, ele foi chamado para junto do Pai. Peçamos à Mãe das Graças que o conduza aos braços de seu Filho Jesus, para que ele receba a coroa incorruptível da vida eterna. Descanse em paz!

     

    Claudio Wurlitzer é jornalista.

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