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GRAVATAÍ, 31/05/2020

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    coluna do sommelier

    Rafael Santos, em sua Crowd Beer

    Nunca fiz amigo bebendo leite

    por Rafael Santos | Publicada em 20/05/2020 às 14h05| Atualizada em 20/05/2020 às 21h03

    Nunca vi boa amizade nascer em leiteria. Vinicius de Moraes

     

    Cerveja não é uma bebida que isola as pessoas. Disse o mestre Antonio Houaiss: "Os bebedores solitários de cerveja são poucos e não estão bem, ou falta-lhes, no momento, um amigo, o fim da pandemia e abertura dos bares”.

    Desde as mais remotas manifestações de sociabilização, a humanidade procura locais para se reunir e manifestar sua alegria e afetividade fora dos circuitos de competição e trabalho, onde seja possível relaxar as barreiras sociais e convencionais.

    Bar, botequim, pub e biergarten são locais de convivência, encontro e amizade e, às vezes, de celebração – em qualquer lugar do mundo. Uma das grandes criações ocidentais, o bar é uma sala de estar por excelência, que reúne a "galera" descontraída, a família, os colegas e os refugiados sociais da cultura moderna. A atmosfera meio mística meio festiva ajuda a atrair os frequentadores, oferecendo aconchego e privacidade para alguns e sociabilidade e liberdade para outros.

    A tradição do bar como local de encontro de pessoas – não necessariamente amigas, mas que se tornam quase íntimas por alguns instantes – está presente nas chopeiras sofisticadas, nos pubs ou nos simples “botequins-copo-sujo” que, dependendo da região do Brasil, podem ser chamados de “sujinhos”, botecos-pé-sujo” e de inúmeros outros nomes.

    Ponto de encontro de gerações de pensadores, filósofos, poetas, artistas, músicos, conspiradores, políticos etc., isto é, de todo tipo de tendência e de matiz ideológico, o bar é um espaço aberto e democrático.

    É como falou Gilberto Amendola, colunista do “Estadão”, em sua crônica, publicada 04/05/20: "Não sei qual vai ser o novo normal depois do fim da quarentena, mas, definitivamente, não quero viver em um mundo sem bar".

    E, ressalta Gilberto, "não é pelo álcool", porque "se fosse só por beber, ficaria em casa com meu estoque de garrafinhas".

    Não tem nada a ver com porres, ressacas ou qualquer comportamento autodestrutivo. Ao contrário, amigos, diz Gilberto: "bar é a celebração da vida, do amor, da inteligência e do companheirismo".

    Sem o bar, o que nos resta é o meteoro (ou a pandemia).

    Bom, assim como o Gilberto, meu colega colunista, eu também não saberei viver em um mundo sem bar. Aguardo pacientemente tudo isso passar, e sei que vai passar. Eu desejo saúde a todos e assim que for possível vou correr para o balcão do meu bar favorito celebrar a vida. 

     

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