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    coluna do andreo

    Qual máquina de cartão é a melhor?

    por Andreo Fischer | Publicada em 31/07/2018 às 14h37

    Quem compra, geralmente usa cartão. Quem vende, às vezes não aceita. Em época de crise, ninguém pode se dar ao luxo de perder venda, e por isso eu apresento algumas opções de máquinas de passar cartão para que você decida qual te atende mais.

     

    A mais famosa e mais barata

    Temos aqui um exemplo de marketing e de nome quando se trata de pagamentos digitais: PagSeguro. Podendo até mesmo vender pelo aplicativo da empresa, ela oferece a máquina Minizinha em dois modelos: com chip de internet ou com conexão Bluetooth para usar junto com o celular. Esse último custa à vista R$ 68,40 ou R$ 5,70 em 12 vezes. A PagSeguro não cobra taxas sobre as vendas nos três primeiros meses, após é 2,39% no débito para receber no próximo dia, e taxas que variam entre 3 e 4% no crédito para receber em prazos que variam de um dia até 30 dias. A empresa tem como diferencial dar ao cliente um cartão próprio, onde todas as vendas caem nele e o cliente pode usar para sacar ou fazer débito.

     

    A diferente

    A Rede faz parte do banco Itaú e como tem poder de fogo, oferece alguns diferenciais. Um deles é o Preço Único, a partir de R$ 44,50 mensais, que inclui a máquina de cartão e as taxas das vendas. O aparelho vem habilitado para oferecer recarga de celular, e ele consulta cheques.

     

    A inovadora

    A Cielo é do mesmo grupo da bandeira Elo e Alelo, sociedade de Bradesco, Caixa e Banco do Brasil, e assim como as outras oferece uma infinidade de máquinas de passar cartão. Uma delas é a Cielo Lio, que tem um design diferente e agrupa sistema de emissão de notas fiscais, estoque da loja e fechamento de caixa. Tem conexão 3G e Wi-Fi. O aluguel custa R$ 104,50 (para vendas de até R$ 1 mil mensais) no plano controle, e não existem taxas cobradas em cima das vendas neste plano.

     

    A novata

    Assim como a Rede, Pop Credicard pertence ao Itaú e se instalou no mercado recentemente. A versão mais simples da máquina custa R$ 29,90 mensais em 12 vezes, e tem Wi-Fi e conexão móvel. No débito a taxa é de 1,99% e no crédito a partir de 3,98%. Aceita Mastercard, Visa, Hiper, Hipercard e Elo.

     

    A taxa mínima

    A SumUp vende uma pequena máquina por 12 vezes de R$ 5,70 e durante três meses a empresa cobra 1% de taxa em cima das vendas. Porém, após o período promocional, suas taxas são elevadas chegando a 4,60%. A empresa não informa em seu site quais bandeiras são aceitas na máquina.

     

    Conclusão

    Hoje em dia a moda é comprar a máquina de passar de cartão, ao invés de alugar. São por questões econômicas e práticas, já que o lojista corre contra o tempo para vender e cortar custos, duas coisas que andam de mãos dadas.

    Empresas credenciadoras de cartão que são ligadas a bancos, vão querer que o cliente seja correntista e receba o dinheiro das vendas nessa conta, e cobrando taxas sem fundamento, além das já cobradas pelas vendas.

    Prefira empresas consolidadas e desvinculadas de bancos, como a PagSeguro, que a máquina já vem com um cartão pré-pago onde cai o dinheiro da venda, sendo necessário apenas sacar ou usar o cartão na função débito. A máquina Minizinha (chip ou Bluetooth com o celular) são uma ótima pedida para quem está começando, ou até mesmo o aplicativo do PagSeguro, totalmente gratuito, também faz vendas e é apenas necessário ter uma conta no serviço.

    Até mais!

     

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