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    coluna da teresa

    Gatos levaram-me ao Timor

    por Teresa Azambuya | Publicada em 02/07/2018 às 17h31

    “Foi na companhia dos gatos que encontrei alento para as duras batalhas que tive de enfrentar.” (CARDOSO, 2009, p. 235)

    Que relação poderia haver entre gatos, pensamento oriental e colonização portuguesa?

    Isso é o que encontramos na obra Requiem para o navegador solitário (2009), de Luís Cardoso, autor do Timor-Leste. Estampando um simpático gatinho na capa, a obra nos leva a uma viagem muito mais profunda, na qual conhecemos um pouco da realidade do Timor, uma das ex-colônias orientais de Portugal.

    A personagem protagonista, Catarina, filha de um chinês e de uma portuguesa, é mandada para Díli, capital do Timor-Leste, para viver com seu noivo. Passa por muitos percalços, sempre acompanhada de seus bichanos.

    “Fui recebendo gatos que me foram deixando como lembrança, provavelmente para me avisarem quando o mar enfurece e entra pela casa dentro como os piratas, que por estes lados abundam como corvos.” (p. 16)

    A presença constante de felinos na vida da personagem é panorama para fatos históricos, como o plano de ocupação do Extremo Oriente pelos nipônicos, durante a 2ª Guerra Mundial. No embate entre portugueses e japoneses pelo território do Timor, conhecemos aspectos curiosos da cultura oriental -  como o costume tailandês de presentear gatos Korat em casamentos - e encontramos referências críticas à colonização portuguesa.

    - Todos os ocidentais têm fantasias acerca do Oriente - diz o capitão português Geraldo Pinto Pereira, num dos trechos do romance.

    E essas fantasias advêm do tamanho de nosso desconhecimento, tanto sobre a própria cultura oriental, quanto sobre os próprios aspectos que nos aproximam, como o fato de sermos, Timor-Leste e Brasil, ex-colônias portuguesas.

    Nessa aproximação de contrastes – pensamento ocidental e oriental – é que embarcamos com esse romance. A obra é editada no Brasil, pela Editora Língua Geral, num bonito projeto que tem como intuito dar a conhecer ao público brasileiro outras vozes que falam em Língua Portuguesa.

    Seja pela curiosidade em conhecer um pouco mais sobre o Timor-Leste, repleto de conflitos étnicos e políticos, seja pela presença constante dos gatos, Requiem para o navegador solitário é um romance-navegação que vale bastante a pena.

     

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