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    coluna da teresa

    Há séculos tenta se apagar a África

    por Teresa Azambuya | Publicada em 22/05/2018 às 11h57

    Grécia Antiga, Revolução Francesa, Revolução Industrial são todos tópicos abordados nas escolas brasileiras, todos de extrema importância para a formação de nossos alunos e todos com um ponto em comum: aconteceram em nações que detêm, por séculos, o poder econômico, político ou simbólico. Analisando a grade curricular por muitas décadas vigente, poderíamos pensar que, para além do nosso país, nada mais existe no mundo a não ser a Europa e os EUA. Não estaríamos limitando demais a aprendizagem dos jovens, restringindo o imenso globo a um único continente e mais alguns poucos países?

    O ensino de História e Cultura africana é um dos pontos polêmicos da nova proposta curricular. Simplesmente substituir o ensino de uma cultura pela outra não é o caminho. Mas não podemos desconsiderar que, desde o início das grandes navegações, no século XV, procura-se apagar um gigantesco continente: a África. A fim de legitimar práticas desumanas, como a escravidão e o colonialismo, desenvolveu-se o discurso que coloca os africanos como inferiores, incapazes de raciocínio, tomados pelo obscurantismo, pela feitiçaria. Num artigo publicado no mês de fevereiro, em jornal de grande circulação, a África foi referida como uma cultura entre aspas, e a inclusão desse continente na nova proposta curricular foi intitulada como Um Salto no Abismo. Isso evidencia um pensamento reducionista, que compreende toda a cultura africana apenas pelo candomblé e pela capoeira.

    Abismo não é quando se propõe um currículo que dê voz àqueles que foram silenciados, sim, pela História, escrita por brancos e colonizadores. Abismo é quando se desconhece o quanto de enriquecedor há na cultura, na literatura, na história e na arte africana. Abismo é quando se atribui a nova proposta curricular meramente a uma ideologia, sem considerar quantos alunos das nossas escolas se identificariam com o estudo da cultura africana de seus antepassados, mais até do que com uma “cultura milenar”, que nem sempre os representa.

     

    *texto com a colaboração de Luara Pinto Minuzzi, Doutoranda em Teoria da Literatura (PUCRS).

     

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