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    coluna do marcos

    Making a Murderer

    por Marcos Golembiewski | Publicada em 18/04/2018 às 14h40

    Um dos argumentos fortes contra a pena de morte é o erro judicial. A série Making a Murderer mostra um destes erros cometidos pela justiça americana, talvez dois, envolvendo o mesmo acusado.

    Não lembro com exatidão as palavras do personagem do livro “Cadernos de Don Rigoberto” de Mário Vargas Lliosa, mas a certa altura o protagonista diz que o vencedor de uma causa é aquele que apresenta a melhor versão.

    O personagem de Vargas Lliosa é cético quanto ao sistema judiciário. Poderíamos dizer que na sua visão a justiça é falha, as provas manipuladas e a verdade uma ilusão. Mas esse cenário, montado como teatro numa sala de Tribunal, pode levar a situações dramáticas quando o julgamento condena um inocente.

    E é justamente a condenação de um inocente preso por um crime de estupro que não cometeu, que a série Making a Murderer exibida na Netflix resgata. As diretoras da série recuperam em 10 capítulos a história do crime ocorrido nos Estados Unidos e do julgamento em 1985. Na época o jovem Steve Avery, foi condenado e por isso permaneceu preso por 18 anos, sendo libertado em 2008, após um exame de DNA comprovar que não foi ele quem cometeu o delito.

    A série mostra que no julgamento houve inúmeras falhas e como a condução da investigação e as perguntas dos investigadores podem influenciar nas respostas e na condenação. No caso de Avery, a própria vítima contribuiu para a pena, pois reconheceu Steve como o agressor. Comprovada sua inocência, desculpou-se.

    Após sua libertação, Steve passou a simbolizar em carne e osso as falhas do sistema judicial americano e ingressou com ação pedindo o pagamento de 36 milhões de dólares ao Estado e aos policiais envolvidos na investigação. Digamos que o esperado seria que a história acabasse aqui, com Steve recebendo sua indenização, a qual certamente não repararia os milhares de dias passados na prisão injustamente. Mas não foi isso que aconteceu.

    O fato é que um novo crime acontece na pequena Manitowoc. Uma fotógrafa de revista especializada em carros é encontrada morta depois de fotografar carros antigos no ferro-velho de Steve. Ele se vê novamente preso, acusado de cometer um crime. Seus advogados vão defendê-lo no Tribunal dizendo que as provas contra ele foram plantadas pela Polícia, incomodados com a ação de reparação milionária.

    No dia em que foi preso pela nova acusação, o agora velho Steve disse que antes havia levado 18 anos para provar sua inocência, agora não sabia quanto tempo levaria. Assistindo a série poderemos ter algumas respostas. Qualquer semelhança com o nosso sistema judicial e os nossos dias é mera coincidência.

     

     

     

     

     

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