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    coluna do dienstmann

    Um diamante no caminho, antes do penta

    por Cláudio Dienstmann | Publicada em 07/04/2018 às 20h46| Atualizada em 08/04/2018 às 14h17

    “É simplesmente fascinante ver Zidane jogando futebol: a sua calma quando a bola se aproxima, o modo como ele a domina e conduz e passa, as oportunidades que cria – e tudo isso sem alterar-se ao mínimo”. Malcolm Brodie, jornalista escocês, 13 Copas do Mundo.

    “Se o futebol tivesse lógica, o Brasil não seria o único campeão que ganhou cinco Copas: teria vencido umas 15”. Rudi Völler, técnico da Alemanha, depois de perder a decisão do mundial de 2002.

    “O Brasil mede a sua história pelas Copas do Mundo”. The Guardian, jornal inglês.

    “Jogo da seleção brasileira é mais do que futebol: é passeio cultural”. Tinga, jogador.

    “Se você não gosta de futebol mas não consegue desligar em época de Copa do Mundo, não se preocupe: não é um caso isolado”. Mário Marcos de Souza, jornalista.

     

    Depois do tetra na Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos, o Brasil já poderia sido penta em 1998, na França. A seleção chegou novamente à final, mas dessa vez perdeu, para os franceses, por 3x0, especialmente porque encontrou pela frente um diamante: Zinedine Zidane.

    Zinedine Yazid Zidane, francês nascido em Marselha, família argelina, foi um craque. Poucos gols, criativo, organizador, no entanto fez dois – ambos de cabeça, incomuns para ele – nos 3x0 na decisão contra o Brasil na Copa de 1998. Oito anos depois, finalista outra vez, acabou expulso por dar uma cabeçada no zagueiro Materazzi na final de 2006 contra a Itália. 

    – Um diamante bruto também esconde facetas que podem denunciar imperfeições, e isso explica o erro brutal de um extraordinário jogador – justificou Jean Virebayre, jornalista francês.

    A agressão teria sido motivada por uma ofensa de Materazzi à irmã de Zidane, mas não apagou a sua bela imagem de jogador. Nessa altura, o craque já tinha conseguido a admiração natural até de outros grandes jogadores:

    – Esse cara jogava um futebol tão bonito que parecia que estava bailando – definiu Ruud van Nistelrooy, respeitoso goleador holandês.

    “Esse cara” ficou muito rico com a bola, e mostrou também o seu lado de craque fora de campo:

    – É normal que eu tenha conseguido muito dinheiro para jogar futebol e que ao mesmo tempo seja embaixador da ONU: penso que não teria conseguido tudo se não merecesse, e sei o quanto me custou, e isso me motiva ainda mais a lutar contra a pobreza e a fome – disse o diamante Zidane. 

    O goleador reconstruído – O penta brasileiro finalmente veio em 2002, na única Copa disputada em dois países, Coreia do Sul e Japão. E teve também um herói improvável: Ronaldo Nazário. Em 1994 tinha 17 anos e não jogou um só minuto, em 1998 teve um estranho e nunca explicada convulsão apenas algumas horas antes da final, e vivia um drama em 2002.

    Em novembro de 1999, Ronaldo, então no Internazionale de Milão, sofreu a sua primeira lesão séria e teve que fazer a primeira de três cirurgias no joelho direito. Só voltou a jogar futebol cinco meses depois, mas aí foi pior ainda: logo na primeira partida, contra a Lazio de Roma, desabou em campo de repente, sozinho. Era um rompimento de tendão batelar, que tirou o jogador de campo por mais longos 17 meses.

    Ronaldo só recomeçou o seu retorno no final de 2001, mas abaixo de justificáveis e sérias dúvidas; não se sabia nem se poderia prosseguir a carreira, e muito menos se estaria na Copa de 2002. Mas para o médico da seleção, José Luiz Runco, o craque tinha boas chances – e Runco bancou por sua conta e risco a reconstrução do atacante.

    Ronaldo, 25 anos, foi convocado nessas condições, trabalhou como um louco com o médico, ortopedistas, fisioterapeutas, massagistas, preparadores fisicos, psicólogos, o técnico Felipão Scolari, e especialmente com a sua superação pessoal conseguiu uma recuperação improvável. Além de pentacampeão do mundo, foi o reconstruído goleador da Copa, com oito gols, incluindo os dois na vitória de 2x0 sobre a Alemanha na final.  

     

     

    Agenda histórica do futebol gaúcho na semana

     

    8.4, domingo

    1923 – Inaugurado primeiro estádio de alvenaria gaúcho, Chácara das Camélias, na Rua José de Alencar 998, do Porto Alegre, e em 1943 do Nacional

     

    9.4, segunda-feira

    2006 – Grêmio campeão gaúcho, 1x1 com o Inter no Beira-Rio

     

    10.4, terça-feira

    1935 – Fundação do Grêmio Sportivo Flamengo de Caxias (Associação Caxias de 1972 a 1975 fundido com o Juventude, e  SER Caxias desde 1976)

     

    11.4, quarta-feira

    1909 – Inter ganha nome em sua segunda reunião, Sport Club Internacional, copiado de homônimo de São Paulo, e cores, vermelho e branco, do bloco carnavalesco “Venezianos”, de Porto Alegre 

     

    12.4, quinta-feira

    1939 – Federação Rio Grandense de Desportos de Desportos, FRGD, marca congresso de clubes gaúchos em Pelotas, para discutir “atitude rebelde” da Associação Metropolitana Gaúcha de Esportes Atléticos, AMGEA, que tinha aderido ao futebol profissional

     

    13.4, sexta-feira

    2014 – Inter tetracampeão gaúcho, 4x1 Grêmio, em Caxias

     

    14.4, sábado

    2002 – Meia Zinho faz cinco gols em vitória de 6x1 do Grêmio contra o Mamoré pela Copa Sul-Minas, igualando o atacante Segura em 6x1 sobre o São José dia 13.4.1946 pelo campeonato de Porto Alegre

     

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