notcia bem tratada
GRAVATAÍ, 23/06/2018

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Recomendamos

  • Nossos Clientes
  • Nossos Clientes
  • Nossos Clientes
  • Nossos Clientes
  • Facebook

    coluna da Sônia

    Eu acredito é na rapaziada...

    por Sônia Zanchetta | Publicada em 30/03/2018 às 15h51

    Como o Gonzaguinha, na música aquela, eu levo uma fé imensa nessa juventude que está aí. E acho, mesmo, que são esses jovens que poderão   produzir uma reviravolta neste cenário de aridez e desesperança em que tratamos de resistir, atualmente, no Brasil, onde imperam o individualismo e o abuso não só na política, mas também no meio empresarial e em vários outros segmentos da sociedade, inclusive entre os ditos “homens de Deus”.   

    Fico injuriada quando vejo falarem mal dos jovens, genericamente, como se todos eles não estivessem nem aí com relação ao que ocorre a sua volta e a sua própria vida.   

    Como mãe, por questões profissionais e pelo meu trabalho voluntário na área da promoção da leitura, tenho convivido com jovens de todo tipo há muitos anos. E não descreio deles. E dói-me ver os que se arrastam pela vida, sem sonhos, porque ninguém os ensinou a sonhar, e os que estão perdidos, porque foram criados “a bangu”, com todo tipo de carência e sem maior zelo por parte da família e do Estado, ou porque, no meio do caminho, foram seduzidos pela suposta vida fácil da delinquência.

    Mas vejo, também, jovens que se superam a cada dia, na busca de  conhecimento, de realização pessoal e do bem-estar coletivo; jovens com horizontes amplos, tolerantes, solidários, que muito fazem para motivar os demais a uma mudança de comportamento. E me emociono muito com isto.

    Eu sou da geração que acompanhou o boom do rock'n'roll, com Elvis Presley; o surgimento dos Beatles, que revolucionaram a música popular e nossa maneira de ser; e o Movimento Hippie, que, com a máxima “Paz e Amor!” insurgiu-se contra a Guerra do Vietnã e os valores tradicionais da classe média americana e das economias capitalistas.

    E, naquele tempo, como em todos os tempos, os mais velhos tinham muita dificuldade para entender a juventude.

    Lembro das freiras do colégio em que estudava nos recomendando que não fôssemos a festas onde se dançava o rock, pois “aquela batida levava os jovens a uma estado de êxtase, no qual eram capazes de fazer coisas horríveis”. Lembro da expressão “juventude transviada!”, que os autoproclamados “cidadãos de bem” (naquela época já havia esta espécie horrível) usavam para se referir a todo jovem que contestasse seu autoritarismo.

    Mas, como disse, isto não surgiu nesta geração ou na anterior. Vejam só estas afirmações:

    1. A nossa juventude adora o luxo, é mal-educada, despreza a autoridade e não tem o menor respeito pelos mais velhos. Os nossos filhos hoje são verdadeiros tiranos. Eles não se levantam quando uma pessoa idosa entra, respondem aos pais, são simplesmente maus”.

      2. “Não tenho mais nenhuma esperança no futuro do nosso país, se a juventude de hoje tomar o poder amanhã, porque esta juventude é insuportável, desenfreada, simplesmente horrível”.

      3. “O nosso mundo atingiu o seu ponto crítico. Os filhos não ouvem
      mais os pais. O fim do mundo não pode estar muito longe”.

      4. “Esta juventude está estragada até ao fundo do coração. Os jovens são maus e preguiçosos. Eles nunca serão como a juventude de antigamente… A juventude de hoje não será capaz de manter a nossa cultura”.

      Conto-lhes, agora, quem é o autor de cada uma delas. A primeira é de Sócrates (470-399 a.C.); a segunda, de Hesíodo (720 a.C.); a terceira, de um sacerdote do ano 2000 a.C.; e a quarta estava escrita em um vaso de argila descoberto nas ruínas da Babilônia, que, na ocasião, tinha mais de 4000 anos.

     

     

     

    • na copa
      COM VÍDEO | Para o Jairão, foi pênalti sim, senhor
      por Eduardo Torres | Edição de Imagens Guilherme Klamt
    • coluna da sônia
      Uma festa para unir nordestinos e gaúchos
      por Sônia Zanchetta
    • sábado
      Tarifa dos ônibus municipais de Gravataí vai a 4,40
      por Redação
    • coluna do silvestre
      Mobilidade: em cinco anos a cidade vai parar
      por Silvestre Silva Santos | Edição de imagens: Guilherme Klamt
    • coluna do silvestre
      Para onde e como Gravataí vai crescer
      por Silvestre Silva Santos | Edição de imagens: Guilherme Klamt
    • da escola
      O Gustavo da Santa Cecília foi cuidar das águas do Brasil
      por Redação
    • impeachment
      A volta da polêmica sobre dívida da cassação de Rita
      por Rafael Martinelli
    • pai merdanelles
      Qual seleção da Copa seria cada vereador de Gravataí?
      por Rafael Martinelli
    • coluna do silvestre
      Qual a Gravataí que queremos para o futuro?
      por Silvestre Silva Santos
    • na copa
      COM VÍDEO | O balão da Costa Rica em Gravataí
      por Eduardo Torres | Edição de imagens: Guilherme Klamt
    • na copa
      OPINIÃO | Os assediadores da russa podem ser você
      por Rafael Martinelli
    • luto
      Antes do tie break: o legado de Aline Fofonka
      por Róbinson Gambôa
    • luto
      120 em 40, uma intensa história de vida
      por Cláudio Wurlitzer | Especial
    • luto
      Nada está no lugar; uma homenagem a Denise Medonha
      por Rosane Castro
    • coluna do silvestre
      A Souza Cruz voltou, a Herbalife chegou
      por Silvestre Silva Santos | Edição de imagens: Guilherme Klamt
    • atenção
      O que muda no trânsito da parada 72
      por Redação
    • opinião
      Marco Alba fez bem em bancar a Santa Casa
      por Rafael Martinelli
    • na copa
      Deu sono na estreia do Brasil e do Miguel
      por Eduardo Torres
    • na copa
      OPINIÃO | Estreia com a cara do Brasil do golpeachment
      por Rafael Martinelli
    • nosso hospital
      COM VÍDEO | Hospital de Gravataí é da Santa Casa
      por Silvestre Silva Santos | Edição de imagens: Guilherme Klamt
    • saneamento
      Gravataí e Cachoeirinha no ranking do saneamento
      por Eduardo Torres
    SITE DE JORNALISMO E INFORMAÇÃO
    Gráfica e Editora Vale do Gravataí
    Av. Teotônio Vilela, 180 | Parque Florido
    Gravataí(RS) | Telefone: (51) 3042.3372

    redacao@seguinte.inf.br

    Roberto Gomes | DIRETOR | roberto@seguinte.inf.br
    Rafael Martinelli | EDITOR | rafael@seguinte.inf.br
    Silvestre Silva Santos | EDITOR | silvestre@seguinte.inf.br
    Eduardo Torres | EDITOR | eduardo@seguinte.inf.br
    Guilherme Klamt | EDITOR | guilherme@seguinte.inf.br
    Ao reproduzir uma de nossas matérias, é ético citar a fonte.
    As opiniões assinadas são de responsabilidade de seus autores e não representam a posição do jornal.
    Desenvolvido por i3Web. 2016 - Todos os direitos reservados.