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    coluna do golembiewski

    Arte sobre Diego Rivera, Detroit Industry Murals (1933)

    Diego Rivera

    por Marcos Golembiewski | Publicada em 19/03/2018 às 14h23

    A ciência e o desenvolvimento tecnológico que estamos vivendo, há pelo menos um século, levaram muitos a acreditar no avanço civilizatório. A questão é respondermos se o avanço da ciência, da tecnologia, torna o mundo mais humano. O pintor mexicano Diego Rivera, já na década de 30 do século passado, mostrou sob outro aspecto, que a ciência também pode ser prejudicial a humanidade.

    Rivera fora contratado para pintar painéis em locais públicos nos Estados Unidos. E num quadro famoso pintado na época, mostrou que o avanço da ciência também pode produzir danos para a humanidade. Diego Rivera, neste momento, já era famoso como artista e também por ser casado com Frida Kahlo, igualmente famosa e pintora.

    Frida Kahlo se auto-retratou inúmeras vezes com o corpo atingido por flechas e pregos, lembrando o acidente de trânsito de que foi vítima em 1926, no qual sofreu graves lesões, tendo sido transpassada por metais da carroceria do ônibus no quadril. Em decorrência do acidente sofreu dores psicológicas e físicas a vida toda. Mas isso não impediu Frida de ser, como se diz, uma mulher a frente do seu tempo, forte, feminista e artista.

    Voltemos a Diego Rivera e sua arte pintada em locais públicos nos Estados Unidos. Seu quadro mais famoso: “Indústria de Detroit”, foi pintado no pátio dos jardins do Instituto das Artes de Detroit e retrata a indústria da cidade. Para pintar o painel o artista passou dois meses visitando uma fábrica da indústria automobilística em Detroit, na época no auge da produção e do entusiasmo quanto as novas técnicas de divisão do trabalho, materializadas nas linhas de montagem.

    Na sua obra Rivera questiona algo que ao longo do século provocará enorme polêmica em torno das ideias do progresso, do desenvolvimento e da civilização. A questão central é essa: a ciência, o desenvolvimento e o progresso tornam o mundo mais civilizado?

    Rivera pinta essa pergunta no famoso painel ao retratar a indústria farmacêutica. Por um lado desenha o lado bom das substâncias químicas ligadas ao progresso e a vida. Por outro nos mostra a produção de substâncias nocivas; um gás venenoso fabricado por operários usando máscaras.

    O mundo nunca progrediu tanto como no último século. A ciência nunca avançou tanto após a pintura de Rivera e nossos dias. Entretanto, o mal que a ciência pode causar ao homem, pintado por Rivera, foi sendo confirmado com a passagem do tempo.

    A ciência e o progresso como ferramentas para um mundo mais humano, também não se confirmou e os exemplos seriam infindáveis. Hoje, contudo, basta um fato: a morte da vereadora Marielle Franco no Rio de Janeiro. Mas são mulheres como Marielle e Frida que ainda dão esperança.

     

     

     

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