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    coluna da Sônia

    Nanda (com Freddy) e Carla (com Nina), no Parque La Carolina

    Diário de viagem - La Mitad del Mundo - 15º dia

    por Sônia Zanchetta | Publicada em 13/02/2018 às 16h22| Atualizada em 14/02/2018 às 17h09

    Ontem, como íamos passar várias horas no parque La Carolina, aqui em Quito, Bruno, meu filho, reforçou o café da manhã com um prato da Costa equatoriana que eu nunca havia provado, o “tigrillo”, que é feito de banana verde e servido com um ovo frito.

    E lá fomos todos nós, além do Freddy, da Frida e da Nina, os cães da casa, explorar as novidades daquele lugar, que já era bacana quando em morava aqui, mas ficou espetacular após uma reforma realizada em 2015.

    Ao chegar, deixamos o carro no estacionamento do próprio parque, que custa US$ 0,50 o dia inteiro. E, em seguida, demos de cara com um aulão de cúmbia, em que cerca de 40 pessoas seguiam os passos ensinados por um professor que estava em um palco alto. E eram apenas 9h da manhã.

    Com uma área de 64 hectares, o La Carolina conta com dezenas de canchas esportivas em excelentes condições, que, em geral, estão ocupadas. A reserva é gratuita e pode ser feita por meio de um aplicativo para qualquer horário, das 7h às 22h.

    A Zona esportiva está integrada por 15 canchas de futebol; 15 de vôlei, 9 de basquete, 2 de “chaza” (um esporte equatoriano parecido com o tênis), 1 para cegos, além de várias quadras de tênis de argila, pistas de bicicross e de skate.

    Na Zona Aeróbica, há um circuito de maratona com pavimento sintético especial para caminhada e corrida, uma área imensa com aparelhos de ginástica aeróbica e crossfit, espaços especialmente concebidos para a prática de yoga e tai-chi, e uma ciclovia de 3.700 metros, que circunda o parque.

    Há duas zonas infantis com inúmeros brinquedos de plástico resistente, que substituíram os antigos, de ferro, que se deterioravam com o tempo.

    O La Carolina também abriga o Centro de Exposições Quito, o Jardim Botânico da cidade, o Museu do Bonsai, o Museu Equatoriano de Ciências Naturais, o Vivarium de Quito, um lago com pedalinhos, área de recreação para cães, área administrativa, restaurantes, banheiros e um postinho de saúde.

    Os parques são a principal opção de lazer para a maioria dos moradores de Quito, sobretudo no caso dos milhares de imigrantes chegados à cidade, nos últimos anos, de Cuba, da Venezuela, da Venezuela, entre outros países.

    E também são uma importante fonte de renda para muita gente. No La Carolina, há 112 ambulantes autorizados, mas, nos fins de semana, chega a haver 300 mais, que são tolerados em função do desemprego, embora a fiscalização sobre a qualidade dos alimentos comercializados seja bastante rígida.

    Ontem, encontramos por lá vendedores de frutas picadas, de sorvete, de pratos típicos (que vendem muito mais do que fast food por aqui), de sucos e de mil outras coisas, além de artistas de rua.

    Mas havia também um homem com uma balança de banheiro, que cobrava US$ 0,25 a quem quisesse se pesar, e outro, com uma mesa de Fla-Flu, que cobrava o mesmo valor de cada pessoa interessada em participar do jogo. Os equatorianos são, de fato, mestres em empreendedorismo.

    Estou encantada com as iniciativas que há, por aqui, na área do ciclismo. Há três redes de ciclovias, no perímetro urbano, que somam 109,60 quilômetros; pistas de ciclismo em vários parques; e o BiciQuito, serviço de empréstimo gratuito de bicicletas, com pontos de atendimento em vários bairros da cidade.

    Hoje, quando fomos ao La Carolina, encontramos a Av. Amazonas, que passa por um de seus lados, interrompida, e fiquei sabendo que isto ocorre todos os domingos, desde 2003, das 8h às 14h, da mesma forma que em várias outras vias da cidade, numa extensão total de 30 quilômetros, do Sul ao Note da cidade, para que ocorra o Ciclopaseo.

    Saindo do parque, fomos almoçar na casa de amigos, e passamos por uma das sete rotas de mountain bike do Município. A Chaquiñan, de 20,5 quilômetros, cruza as paróquias de Cumbayá, Tumbaco e Puembo, e alguns de seus trechos coincidem com uma antiga estrada de ferro que unia o Norte do País à Serra e à Costa.

    Passamos uma tarde linda, cercados de gente querida, com direito a jogo de pingue-pongue e a aula de slackline dada pela Nanda a todos os interessados.

    E terminamos o dia diante da lareira, comendo arepas colombianas preparadas por ela.

    Amanhã tem mais.

     

    E o álbum de fotos:

     

    : Tigrillo

     

    : Arepa colombiana

     

    : Parque La Carolina

     

    : Parque La Carolina

     

    : Parque La Carolina

     

    : Parque La Carolina

     

    : Aulão de cumbia no parque La Carolina

     

    : Sessão de cumbioterapia no parque La Carolina.

     

    : Bebedouro para cães

     

    : Bruno aprendendo a andar na slackline

     

    : Bruno, Laura e Frida

     

    : Cereja da China

     

    : Frederica, Fernanda, Laura e Carla

     

    : Gerson e Paulinho jogando pingue-pongue

     

    : Gerson, Bruno e Carla

     

    : Nanda ensinando a Javiera a andar na slackline

     

    : Tumbaco - casa do Paulinho e da Emily

     

    : Parque La Carolina

     

    : Parque La Carolina

     

    : Parque La Carolina

     

    : Parque La Carolina

     

    : Parque La Carolina

     

    : Parque La Carolina

     

    : Parque La Carolina

     

    : Parque La Carolina

     

    : Parque La Carolina

     

     

     

     

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