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GRAVATAÍ, 15/11/2018

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    coluna da Sônia

    Livros que podem ser acessados pelo QR code que consta na lombada, são de autores clássicos, cujas obras já caíram em domínio público, porque faleceram há mais de 70 anos. Neste caso, qualquer editora pode publicá-los sem pagar os direitos do autor.

    Diário de viagem - La Mitad del Mundo - 12º dia

    por Sônia Zanchetta | Publicada em 11/02/2018 às 16h29| Atualizada em 12/02/2018 às 15h46

    As refeições, na casa das minhas filhas, aqui em Quito, são, além de saborosas e saudáveis, muito instrutivas. Ontem, no café da manhã, a Frederica, uma amiga italiana que está passando uma temporada com elas, enquanto trabalha para a ONG equatoriana Ação Ecológica, contou-nos sobre o trabalho que estão realizando com vistas à regulamentação da profissão dos xamãs, devido ao conhecimento que acumulam sobre medicina ancestral e natural.

    Isto demandará uma ampla pesquisa nas 13 nacionalidades indígenas equatorianas das regiões da Serra, da Costa e da Amazônia. A maior delas, a quéchua, está integrada, por sua vez, por 15 povos ou comunidades que têm em comum a língua e o território, mas apresentam diferenças marcantes quanto a sua religiosidade, suas vestimentas e seus dialetos. E, além desses grupos, há três comunidades que vivem em isolamento voluntário.

    Depois do café, decidi ler um pouquinho mais de um livro que estava curtindo, mas acabei adormecendo e, quando despertei, eu me dei conta de que os óculos estavam sob meu corpo e sem uma das pernas.

    Então, saí com a Carlinha, em busca de uma ótica, mas nos recomendaram ir a uma joalheria, que pudesse soldar o mecanismo de articulação da tal perna que tinha quebrado, o que decidimos deixar para a tarde, porque teríamos de ir a outro bairro.

    E aproveitamos para caminhar até uma parada de ônibus onde nos haviam falado que havia um projeto de leitura do Ministério da Cultura.

    A ideia é extremamente simples, mas me pareceu genial. Há, naquela parada, assim como em várias outras da cidade, três painéis com o desenho de lombadas de livros que já caíram no domínio público e, em cada uma delas, consta um QR Code, para que possas acessar o texto pelo celular.

    Como os celulares mais modernos já vêm com leitor de QR Code e, nos demais, é possível baixar o aplicativo sem custo, esta pode ser uma excelente forma de incentivo à leitura, não é?

    Eu adoraria que alguma empresa da área de TI, de Cachoeirinha, onde vivo, topasse adotar uma ou mais paradas de ônibus, para realizar um projeto como este...

    Depois, seguimos batendo perna até a hora do almoço e saímos, de novo, à tarde, em direção à Av. Amazonas, onde há várias joalherias.

    Na primeira delas, encontramos os donos baixando a cortina de ferro, para ir embora, o que nos pareceu raro, porque eram apenas 16h. Quando explicamos o que precisávamos, pediram-nos que voltássemos hoje, a partir das 10h30min ou 11h.

    Para nós é difícil entender que o comércio não tenha horários fixos, mas isto é bem comum por aqui, assim como lojas que fecham na hora do almoço.

    Na segunda joalheria, disseram-nos que não era possível consertar os óculos, e fomos, então, a uma ótica, onde os deixei para que fosse mudada a armação.

    Saí dali me xingando por não ter mandado fazer mais uns óculos, antes de viajar, mas, como consigo ver bem de longe, Carlinha e eu seguimos dando voltas e mais voltas.

    Entre outros lugares, fomos à Praça Quinde, cujos cafés estão sempre cheios de estrangeiros de todos os lugares imagináveis, e à encantadora Praça Borja Yerovi, que tem no seu entorno muitas casas com as fachadas desenhadas.

    De noite, fui encontrar Sônia de Paredes, minha ex-colega na Embaixada do Brasil em Quito, e seu esposo, no lançamento de um livro na Universidade Andina Simão Bolívar.

    Eu já não lembrava de como são formais esses eventos por aqui. Em um salão revestido de madeira, em um púlpito bem alto, como os das igrejas antigas, vários intelectuais discursaram sobre as maravilhas da obra, que, cá entre nós, não tive vontade de comprar.

    A parte boa foi que depois houve um coquetel em que encontrei alguns amigos queridos que não via há mais de 20 anos.

    Daí, voltei para casa me sentindo a mais infeliz das criaturas, porque, sem óculos, não poderia ler nem usar o computador até hoje de manhã. E fiquei pensando em quanta gente por aí enfrenta este problema de forma permanente, por falta de recursos. Que barra, né?

    (escrita na sexta-feira, dia 9/2)

    Amanhã tem mais.

     

    E o álbum de fotos:

     

    : Para de ônibus tem lombadas de livros com QR Code para serem acessados até pelo celular

     

    : Casas  e cafés, nas praças Quinde e Borja Yerovi, com fachadas desenhadas

     

    : Casas  e cafés, nas praças Quinde e Borja Yerovi, com fachadas desenhadas

     

    : Casas  e cafés, nas praças Quinde e Borja Yerovi, com fachadas desenhadas

     

    : Casas  e cafés, nas praças Quinde e Borja Yerovi, com fachadas desenhadas

     

    : Casas  e cafés, nas praças Quinde e Borja Yerovi, com fachadas desenhadas

     

    : Casas  e cafés, nas praças Quinde e Borja Yerovi, com fachadas desenhadas

     

    : Casas  e cafés, nas praças Quinde e Borja Yerovi, com fachadas desenhadas

     

    : Casas  e cafés, nas praças Quinde e Borja Yerovi, com fachadas desenhadas

     

    : Casas  e cafés, nas praças Quinde e Borja Yerovi, com fachadas desenhadas

     

    : Casas  e cafés, nas praças Quinde e Borja Yerovi, com fachadas desenhadas

     

    : Casas  e cafés, nas praças Quinde e Borja Yerovi, com fachadas desenhadas

     

    : Casas  e cafés, nas praças Quinde e Borja Yerovi, com fachadas desenhadas

     

    : Casas  e cafés, nas praças Quinde e Borja Yerovi, com fachadas desenhadas

     

    : Casas  e cafés, nas praças Quinde e Borja Yerovi, com fachadas desenhadas

     

    : O lançamento do livro que não tive vontade de comprar

     

     

     

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