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    coluna da Sônia

    Jantar no restaurante vegago Tandana com meus filhos, Laura, namorada do Bruno, e amigos

    Diário de viagem - La Mitad del Mundo - 6º dia

    por Sônia Zanchetta | Publicada em 04/02/2018 às 16h13| Atualizada em 05/02/2018 às 16h44

    Ontem, amanheci com um ano mais e passei o dia inteiro sendo paparicada pelos meus filhos. O Bruno fez panquecas de aveia com bananas para o café da manhã, que sempre é um momento especial na casa das gurias, aqui em Quito.

    Aliás, a preparação de cada refeição, por aqui, é todo um ritual e envolve várias mãos. Adoro a preocupação de todos eles com a alimentação saudável e a alegria com que arrumam a mesa, que sempre tem lugar para mais um.

    Depois, sabendo da paixão que tenho por lojas de ferragens (não paro para ver vitrines de boutiques ou sapatarias, mas não consigo passar pela frente de uma loja de ferragens sem diminuir o passo), o Bruno me convidou para ir com ele e sua namorada, Laura, fazer umas compras para a reforma que está fazendo no local onde vai funcionar o escritório da Nanda e de seu sócio Paulinho. .

    No caminho, fiz questão de passar pelo Parque Circasiana, para ver se ainda estava por ali uma das obras que o escultor Xico Stokinger, de Porto Alegre, criou, aqui em Quito, na década de 90, quando eu trabalhava no Setor de Promoção Cultural da Embaixada do Brasil.

    Isto ocorreu no âmbito de um projeto lindo, que o Departamento de Parques e Jardins da Prefeitura desenvolvia, em parceria com as embaixadas, que consistia em trazer ao País escultores estrangeiros de renome internacional, a fim de que criassem obras para os espaços verdes da cidade.

    As embaixadas custeavam a viagem aérea e a hospedagem dos escultores, que se dispunham a trabalhar, sem honorários, durante três semanas, em um ateliê da Prefeitura, onde encontravam todo o material solicitado e vários estudantes da Faculdade de Artes, que colaboravam com seu trabalho e, em contrapartida, aprendiam as técnicas utilizadas por eles.

    Lembro da minha alegria quando, durante umas férias em Porto Alegre, fui à casa do Xico, para convidá-lo a participar desse projeto, e ele topou na hora. Mais lindo ainda foi acompanhar a forma generosa com que compartilhou sua experiência com estudantes e escultores da cidade.

    No fim das contas, em vez de criar uma escultura, como proposto pela Prefeitura, deixou, por aqui, o Cacto, que revi, agora, no Parque La Circasiana, em excelente estado de conservação, e dois guerreiros, cuja localização atual ainda não descobri.

    No mesmo parque, apreciamos, também, vários unicórnios criados pelo artista equatoriano Gonzalo Endara Crow, igualmente bem cuidados.

    Descobri, então, que o tal projeto já não existe, mas que o ateliê da Prefeitura dedica-se permanentemente à manutenção das cerca de 200 esculturas espalhadas por espaços verdes da cidade.

    Esse parque foi criado nos jardins do Palácio Circasiana, construído no fim do século XIX por uma tradicional família de Quito e adquirido, em 1998 pelo governo municipal.

    Atualmente, abriga o Instituto Nacional de Patrimônio e o Arquivo Metropolitano de História, coordenado pelo cronista da cidade, que tem, como principal missão, preservar o patrimônio documental de Quito, difundir a história da cidade e fomentar a cultura da identidade quitenha.

    Feitas as compras do Bruno na loja de ferragens Kywi, que eu já frequentava nas décadas de 80 e 90, quando vivia aqui, e em outros estabelecimentos, voltamos à casa, onde ele preparou um maravilhoso escondidinho de aipim com carne vegetal para o almoço.

    À tarde, saí com a Carla para dar umas voltas e ela foi me contando sobre o que tem sido feito, por aqui, para melhorar a situação das mulheres (lamentavelmente, não houve grandes avanços desde que voltei ao Brasil em 1997), por inúmeras organizações, entre as quais a ONG Empoderamento da Mulher Equador, da qual ela e a Nanda são fundadoras e que está criando uma plataforma com ampla informação sobe a legislação de interesse para as mulheres e os serviços públicos e privados a que podem acessar em busca de orientação e proteção.

    A questão do feminicídio é particularmente preocupante por aqui. Segundo dados oficiais, que nunca são exaustivos, uma mulher é assassinada a cada três dias, e seis de cada dez são vítimas de algum tipo de agressão). As organizações que atuam no país lutam para tornar a legislação mais eficaz, pela implantação de delegacias da mulher e, naturalmente, por medidas voltadas à redução do machismo, que é muito forte no País.

    Pela noite, fomos jantar com amigos no Tandana, um restaurante vegano lindo, que fica no mirante do Vale do Guapúlo, de onde se tem uma vista incrível.

    Amanhã tem mais...

     

    O álbum de fotos:

     

    : Arquivo Metropolitano de História de Quito, localizado no Parque Circasiana

     

    : Cacto - escultura de Xico Stockinger no Parque Circasiana

     

    : Unicórnio - escultura do artista equatoriana Gonzala Endara Crow

     

    : Unicórnios - esculturas do artista equatoriana Gonzala Endara Crow

     

    : Parada do sistema de tròlebus de Quito

     

    : Carlinha verificando se havia algum livro de seu interesse em uma andoteca localizada diante do restaurante Tandana

     

    : Bruno e Laura comprando na loja de ferragens Kywi

     

    : Vale do Guápulo visto do restaurante 05 - Tandana

     

    : Chifles de plátano (banana) verde

     

    : Chochos (tremoços) - entrada do nosso almoço de ontem

     

    : Escondidinho de aipim com carne vegetal - nosso almoço de ontem

     

    : Pitahaya, uma fruta deliciosa, que comemos todos os dias pela manhã, porque é excelente para fazer funcionar o sistema digestivo

     

     

     

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