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    dionatan simioni

    ENTREVISTA | O gaúcho que recomenda o software livre

    por Andreo Fischer | Publicada em 24/07/2017 às 20h16| Atualizada em 24/07/2017 às 20h28

    Te aprochega vivente que nos acompanha, porque hoje vamos falar de um bagual de Marau (até rimou) que veste a camiseta do pinguim do Linux mesmo no frio de renguear cusco, e por isso hoje ele é dono de um dos poucos canais do YouTube voltado ao mundo software livre, que já soma mais de 12 milhões de visualizações.

    Estamos falando do Dionatan Simioni, ou Dio, para quem o conhece. O cara tem um blog chamado DioLinux e é youtuber, sendo que o canal citado acima tem mais de 100 mil inscritos.

    Olhando seus vídeos e textos, não é de se esperar que o Dionatan fale mal do Windows, ele apenas apresenta o universo do software livre, já que este assunto necessita ser abordado com profissionalismo e existe demanda para isso.

    Na minha coluna publicada dia 10, eu abordei uma parte deste tema, quando coloquei à mesa a real necessidade de continuar usando o Microsoft Office, quando já há no mercado alternativas melhores e gratuitas como o LibreOffice, que dispensa licenças pagas, tem fácil implantação em empresas e tem todos os recursos do produto da Microsoft. A partir daí eu tive a ideia de expandir o debate sobre o software livre, mas entendi que precisava de ajuda especializada, e por isso resolvi convidar o Dio para bater esse papo com a gente hoje. Vamos nessa? Acompanhe a entrevista.

     

     

    Apresente-se, fale sobre seu site e suas redes sociais.

    Meu nome é Dionatan Simioni, sou criador do blog Diolinux (diolinux.com.br) e do canal do YouTube de mesmo nome (youtube.com/Diolinux). Tenho formação em hardware, porém, acabei me desenvolvendo como produtor de conteúdo e um estudante ávido por Marketing Digital. Atualmente o Diolinux é um dos poucos canais do YouTube do mundo que aborda Linux de forma constante e que possui mais de 100 mil inscritos e 12 milhões de visualizações.

     

    Explique o que é software livre.

    Software Livre é um software como qualquer outro à primeira vista, mas com uma grande diferença em relação ao “não-livre”, ele possui seu código fonte aberto e está comumente licenciado sob a licença GPL (GNU Public License) do projeto GNU, criado por Richard Stallman originalmente, mas não necessariamente sob esta mesma licença. Isso implica na forma com que o software é distribuído para as pessoas, ao baixar um programa qualquer (como um editor de imagens de GIMP), além do programa em si você tem acesso ao código fonte dele, com direitos a estudá-lo, modificá-lo e distribuí-lo com as suas melhorias. Isso torna a pirataria praticamente inexistente neste meio, pois realmente não há necessidade.

     

    Qual diferença dele para o software proprietário?

    A diferença básica está realmente na licença do programa, entretanto, existem algumas outras características que são intrínsecas do formato aberto. Um grande exemplo, aderido até mesmo pela Microsoft (onde o Windows é de código fechado/proprietário), é o formato de desenvolvimento colaborativo, onde existem várias pessoas ao redor do mundo colaborando para melhorar os programas. Programas de código aberto ou software livre são primariamente desenvolvidos desta forma, o que garante eficiência na correção de problemas e agilidade no desenvolvimento, garantindo uma maior segurança para os usuários entre outras facilidades.

     

    Fale sobre o Linux.

    O Linux é comumente visto como um concorrente da Microsoft e do Windows, ou da Apple e seu macOS, entretanto isso não é verdade. Linux é um software que não tem exatamente um dono, mas tem uma representatividade através de uma entidade chamada “The Linux Foundation”, que é responsável por colaborar, organizar e endossar o Linux para o mercado e os usuários. Linux é uma parte de um sistema operacional chamada Kernel, em termos leigos, o Kernel do sistema seria equivalente ao motor de um carro, onde o Windows seria um carro completo. Linux é um software livre que pode ser utilizado para várias finalidades diferentes, de coisas “simples” como sistemas de relógios de pulso até supercomputadores da NASA, passando, é claro, pelo seu computador e smartphone.

     

    Explique onde o Linux pode ser usado e por quem.

    Talvez você não saiba, mas você está usando Linux agora mesmo enquanto lê este texto, direta ou indiretamente, o Linux é a base de toda a internet, então se você é o tipo de pessoa que gosta de passar algumas boas horas online, é graças ao Linux que você pode fazer isso. Este site mesmo está rodando em cima de uma distribuição Linux chamada CentOS, rodando sobre outro software aberto chamado Apache e isso se repete com grandes corporações como Google, Facebook, Twitter, Microsoft, Amazon, etc. Diferente de um produto pronto como o Windows, o Linux não tem um objetivo definido, então a finalidade dele vai depender de pelas mãos de quem você o está utilizando. Pelas
    mãos da Google você utiliza Linux através do Android no seu Smartphone ou Tablet, pelas mãos do Facebook você o utiliza como o servidor da rede social mais famosa da atualidade. Existem empresas e companhias que utilizam Linux como base de seus negócios, produtos e serviços, e dentre todas as estas nós temos algumas que se preocupam e criar um ambiente desktop para você usar no seu computador pessoal para trabalho ou lazer, para escrever a sua redação ou se divertir com games da Steam, assim como outras estão preocupadas em explorar outros planetas, como as sondas da NASA que exploram Marte e são controladas por Linux ou até mesmo a própria Estação Espacial Internacional (ISS).

     

    Que posição está o Linux junto ao Windows?

    Eles não são necessariamente concorrentes, depende muito de para que você vai utilizar o Linux. Se falarmos de Desktop, atualmente existem distribuições (como são chamados os sistemas que usam o Kernel Linux como base) que podem atender completamente qualquer usuário doméstico na maioria dos casos. Distros como Ubuntu, Linux Mint, Elementary OS, Deepin, entre outras já trazem o que é preciso para poder utilizar o sistema sem conhecimento técnico.

     

    O Linux pode ser melhor que o Windows em algum sentido?

    Mais uma vez, vai depender da aplicação, mas generalizando, existem pontos fortes e fracos em todos os programas de computador e com o Linux (e com o Windows) não seria diferente. Posso destacar a robustez dos sistemas Linux tomando a distribuição Debian como exemplo, ela é projetada para ser extremamente estável, dificilmente você verá um problema técnico de qualquer tipo na distro, especialmente no quesito segurança. Em geral a distribuições Linux tendem a ser mais seguras que o Windows, não invulneráveis, claro, mas muito mais seguras, descartando até mesmo a necessidade da utilização de softwares antivírus. Linux [e também normalmente grátis, assim como a maior
    parte dos softwares disponíveis. Você tem acesso a vários programas poderosos sem precisar pagar por isso, o que é uma vantagem clara, sobretudo para empresas em tempos de crise.

     

    Quais aplicações software livre podem ser usadas por usuários ou empresas no Linux e no Windows?

    É claro que isso vai depender um pouco da empresa, cada uma terá suas demandas, mas é seguro afirmar que são raríssimos os casos onde não há uma alternativa viável que rode nas distribuições Linux para todas as empresas. Muitas ainda acreditam que a única forma de tratar documentos é fazê-lo através do Microsoft Office, quando na verdade existem muitas ferramentas para esta finalidade, como o LibreOffice, adotado como padrão em vários países da Europa, WPS Office, OnlyOffice, Google Docs, entre outros. Existem sistemas baseados em Linux com tantos ou mais recursos do que qualquer interface Windows já teve, a personalização é um grande ponto forte. Linux já é muito utilizado em lojas de departamento como ferramenta controle de vendas (lembre disso
    quando for comprar alguma coisa e olhe para a tela do computador, é bem possível que você não verá o Windows). Bancos também costumam usar Linux até mesmo nos caixas eletrônicos, onde você saca o seu suado dinheiro e também em seus servidores, onde mantém todas as suas informações financeiras. Eu poderia listar muitas outras utilidades, Linux é quase onipresente na tecnologia ao nosso redor, ele pode estar rodando até mesmo no roteador que gera a sua rede Wi-Fi, como comentei antes, Linux não possui uma finalidade definida por seus criadores, mas sim por
    quem desenvolve projetos com ele e como empresas de todos os tipos o utilizam, é natural que sirva para qualquer demanda e mais, por ser de código aberto, caso o sistema não atenda determinada demanda, ele ainda pode ser adaptado para isso.

     

    Comente o custo-benefício do software livre para empresas.

    Software Livre não quer dizer que ele seja grátis necessariamente, todo empresário deve saber que qualquer estrutura de T.I. gera custos de uma forma ou de outra, porém, software livre te dá a liberdade de escolher se você quer gastar o seu dinheiro com licenças e suporte ou somente suporte.
    No Brasil ainda temos uma infeliz cultura de pirataria endêmica, a maior parte das pessoas não se sente constrangida por utilizar programas piratas, acreditando estar “no direito” de fazê-lo pelo motivo que preferir, talvez isso seja um reflexo também dos nossos políticos que parecem se ver no direito de roubar a população. Muitas pessoas ainda não tem a noção de existem alternativas viáveis e legais (do ponto de vista criminal) para realizar qualquer tipo de atividade, além disso, os formatos abertos de documentos, também vão garantir uma longevidade maior aos arquivos importantes e históricos da nossa sociedade. Você gostaria de ler o seu TCC daqui a 20 anos? Então salve ele em um formato aberto.

     

    Comente algo que o Linux “perde” para seus concorrentes.

    Me sinto um pouco repetitivo mas é verdade, vai depender de qual ramo você compará-lo. Se em alguns segmentos o Linux já é mais do que consolidado, como Servidores, Internet das Coisas, dispositivos embarcados, Smartphones e dispositivos móveis em geral (até carros inteligentes, geladeiras etc), existem alguns segmentos onde existem outros softwares extremamente populares, que não são insubstituíveis, mas que detém os chamados “padrões do mercado”. Caso especial da suíte Adobe, como Photoshop, Premiere, After Effects, entre outros, você encontra programas à altura no mundo Linux, mas não com a mesma fama, assim como games. Atualmente na Steam nós temos cerca de 7 mil títulos de jogos, para Linux “apenas” a metade está disponível. Três mil e quinhentos jogos é muito coisa, claro, mas, ainda assim, existem outros 3,5 mil que não estão, fazendo com que, dependendo dos títulos que você goste de jogar, você não possa utilizar Linux para isso. Felizmente, dentre os games mais jogados da Steam a maior parte já roda no sistema do Pinguim e são números e títulos que vêm sendo lançados aos poucos, considerando que a plataforma para Linux passou a estar disponível apenas em 2012, tivemos um crescimento incrível neste aspecto. Certamente existem outras situações específicas onde o Linux pode acabar não sendo a melhor alternativa, como para estudantes de Autocad. Conheço pessoas que fizeram toda a uma faculdade de engenharia civil sem ele, mas apesar de a Autodesk ser membro da Linux Foundation, utilizando Linux nos servidores de seu produto, o mesmo não está disponível para a plataforma ainda; felizmente existem outros.

     

    Considerações finais.

    Quero agradecer pelo convite, é sempre bom ter a oportunidade de mostrar para um novo público algumas informações que nem sempre estão à tona nos meios de comunicação. Existe muito preconceito envolvido com a utilização de Linux por “pessoas comuns”, com a predefinição de que “Linux é complicado ou difícil”, o que realmente não é verdade. Eu mesmo não sou programador, não sou engenheiro, não sou cientista da computação e utilizo Linux no meu dia a dia para escrever no blog, criar imagens através do GIMP, editar os vídeos do canal, jogar. Tudo isso é feito utilizando Linux e programas abertos em sua maior parte. Gostaria de convidar os interessados a conhecer o meu trabalho e conhecer o Linux melhor, quem gosta de tecnologia certamente não pode deixar de pelo menos testá-lo. Muito obrigado.

     

    Assista ao Dio

     

    :

     

    Novidades pela região

     

    : A Prefeitura de Glorinha está de parabéns pelo site novo. O antigo, que vigorava até pouco tempo era horroroso, do tempo que se desenhava tabela no editor de textos do Windows. Além disso, a postagem de notícias referentes à administração municipal está mais frequente, o que antes era complicado ler algo recente. Tempos atrás, conversei com uma funcionária ligada ao gabinete do prefeito da gestão passada, e ela me disse que a prefeitura não tinha a senha do site antigo para fazer melhorias no mesmo e isso até impedia atualizações do projeto. A partir da nova gestão, a cidade ganhou uma nova identidade visual e um site moderno.

     

    : No entanto, nem tudo são flores na TI de Glorinha. Um dos melhores atrativos do município, se levado em conta o tamanho do mesmo, era o sinal de wi-fi que havia na praça Nossa Senhora da Glória, no Centro, e nas proximidades da prefeitura. Sumiram as placas indicativas da internet livre e o sinal também. A cidade tem uma carência no acesso à internet, principalmente no interior. E a internet móvel só funciona satisfatoriamente aos clientes Vivo e Claro, mas isso não se aplica à aqueles que não possuem créditos para navegar.

     

    Novidades pelo mundo

     

    : No top 10, seis empresas de tecnologia ocupam postos de mais valiosas do mundo. Respectivamente são: Apple, Google, Microsoft, Facebook, Amazon (sexto lugar) e Samsung (décimo lugar). A Apple vale “somente” US$ 170 bilhões. Dona de dispositivos de sucesso como iPhone e iPad, a Apple não produz o hardware (parte física) de seus aparelhos (o terceiriza) e foca exclusivamente no sistema operacional, como iOS e macOS.

    Seus gadgets são considerados os melhores do mundo e também os mais caros, pois combinam na medida certa software + hardware. Com visual bonito e fluído, seus smartphones e computadores não travam e a assistência técnica é exemplar. Mesmo com tanto poderio financeiro, tempos atrás a Apple fracassou ao trocar os mapas do Google presente em seus iPhones por um próprio da companhia.

    Os clientes não gostaram da novidade e exigiram o retorno do Google Maps, o que foi atendido pela Apple. A Microsoft também é uma empresa de software, e sua tentativa de comprar a Nokia para fabricar a linha Lumia e seus Windows Phone também não deu certo. Por questões de licenciamento, a Nokia voltará em breve ao mercado pelas mãos de antigos funcionários da marca. O Facebook já é dono de marcas como WhatsApp e Instagram, acumulando milhões de usuários de seus serviços, o que lhe traz a quarta posição de empresas de tecnologia mais ricas. Seu retorno financeiro se dá pela coleta de dados pessoais expostos em suas redes, para melhor direcionamento de publicidade. Amazon é uma experiente empresa de vendas de livro online.

    Como parte de sua inovação, lançou o Kindle que é um leitor de livros digitais. Consiste em uma tela e um aplicativo para comprar e ler os livros eletronicamente. É parecido com um tablet, mas não é, suas funções são restritas apenas para leitura de publicações em formato AZW. Por fim, a sul-coreana Samsung aparece na décima colocação. Ela é conhecida por seus populares smartphones com Android (sistema que pertence ao segundo colocado da lista) e por seus televisores que competem diretamente com grandes marcas, como LG e Sony. A empresa é gerida por uma das famílias mais ricas do planeta e tem 81 anos de vida.

    Nessa história, a Samsung já fabricou pilhas, CDs, DVDs, cartões de memória, baterias, lâmpadas, teclados e mouses sem fio, caixas de som, webcams e todo tipo de material de informática que se possa imaginar. Ainda, a empresa fabrica na Coreia do Sul tanques de guerra, helicópteros, navios, prédios, roupas e é dona de várias outras empresas de diversos segmentos. Tudo fruto do trabalho e disciplina que são marca registrada dos orientais.

     

    Foi mal

     

    : A Ancine (Agência Nacional do Cinema) agora quer cobrar imposto dos youturbers (também chamados de vlogueiros) em cima do conteúdo que estes produzem para a internet. Não está acreditando? Pois é. A contribuição se chama Condecine (Contribuição para Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional) e poderá ser cobrada em cima de gameplays (vídeos que mostram um jogo eletrônico sendo jogado) que possuem anúncios publicitários. Conteúdos abaixo de 23 FPS (quadros por segundo) estariam isentos da taxação governamental.

    A medida ainda não entrou em vigor, porque a Ancine está recebendo pressão de agências de publicidade e outras empresas relacionadas ao tema. Na prática, todos os conteúdos audiovisuais postados no YouTube estariam sujeitos ao imposto, já que a natureza da Ancine é a regulação destes conteúdos, a exemplo do que acontece com as salas de cinema. O que aconteceu, é que a autarquia federal reconheceu a internet como um meio de exibição de audiovisuais que seriam sob a sua jurisdição, e agora ela quer cobrar o imposto da galera que se desdobra para comprar equipamento, cenário, estúdio, que edita, posta, faz um esforço tremendo para o vídeo e o canal bombar, para só depois o YouTube pagar uma miséria aos vlogueiros através do AdSense.

    Neste país somos obrigados-por-obrigação-obrigada a pagar inúmeros impostos, taxas, contribuições, e agora qual é o retorno que a Ancine dará aos seus novos contribuintes? Será que ela  abrirá uma linha de crédito para os youtubers montarem uma produção melhor? Ou só pegará a taxa e “tchau”? Que a internet faça o barulho que sabe fazer para isso parar por aqui.

     

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    Até semana que vem!

     

     

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