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    livre ou pago?

    Microsoft Office ou LibreOffice?

    por Andreo Fischer | Publicada em 10/07/2017 às 20h11

    Querido leitor do Seguinte:, esta é uma das matérias que vão te fazer pensar duas vezes, ainda mais se você for um empresário.

    Ter uma suíte office é um requisito primordial de todas as empresas que têm um computador em sua estrutura, mas a escolha entre uma suíte famosa e outras que não têm marketing pode tendenciar você a fazer um gasto desnecessário.

    Não entendeu nada? Então vamos às nossas explicações.

    Em primeiro lugar, uma suíte office é composta por programas como um editor de textos, de planilhas ou de apresentações, por exemplo. Nisso te vem à cabeça o Word, o Excel, o PowerPoint e acha que eles são únicos no mercado e, portanto, essenciais na sua produção diária.

    Suponhamos que você tenha estes programas licenciados (que pague para usá-los), e eu vou dizer que existem programas que fazem a mesma coisa e são totalmente gratuitos.

    Ah, mas como assim?

    É que a suíte Microsoft Office é um software proprietário, ou seja, ele é de desenvolvimento e manutenção exclusivos da empresa Microsoft que também mantém o sistema operacional Windows nos mesmos moldes.

    Nem sempre um software proprietário é pago e nem sempre um software livre é grátis, mas o caso da Microsoft é que ela cobra uma licença de todas as suas soluções, o que para uma empresa com, por exemplo, dez computadores com Windows e Office, poderemos dizer que significa 20 licenças (10 Windows + 10 Office). Mas isso é uma suposição tendo em vista que isso pode ser facilmente negociado com quem revende o licenciamento.

    Já o software livre é diferente. Ele é construído e editado por uma comunidade formada por pessoas como você, que tem acesso ao código fonte da aplicação que estiver usando, e caso veja um erro ou uma melhoria, poderá promover os ajustes que precisar.

    A grande maioria do software opensource (livre) é de fato gratuita, é só ir lá no site e baixar, instalar e usar. Outros são pagos mesmo, mas isso é assunto para outra coluna. Agora, programas como a suíte LibreOffice, que é o que vamos apresentar, não cobra nada de ninguém pelo uso do software e sobrevive de doações das pessoas que querem apoiar o projeto de desenvolvimento e manutenção da suíte.

    O LibreOffice é um programa leve (pesa 211 MB para Windows) e tem TODOS os recursos da solução da Microsoft, podendo ser instalado em residências, empresas e órgãos públicos sem pirataria, licenças e com uma implantação muito fácil.

    Posto isso, muitas pessoas ficam receosas sobre ter de lidar com algo diferente:

    : Não sei usar = a interface é simples e intuitiva.

    : Acho que é muito pesado: o LibreOffice já roda com 256 MB de ram (estas memórias eram populares na época em que se jogava Counter-Strike no corujão da lan-house)

    : Não dá certo, no computador da faculdade não vai abrir o texto que eu preparei no LibreOffice = todos os programas que compõem a suíte tem opção de salvar nos formatos do Microsoft Office (docx para Word, PPT para PowerPoint, xls para Excel)

    Para se ter uma ideia do que o software livre representa, o Ministério Público do Paraná, através do Departamento de TI, promoveu em 2015 a troca do Microsoft Office para o LibreOffice em todos os computadores do órgão jurídico.

    De lá para cá o MP/PR economizou R$ 2,4 milhões em licenciamento para a Microsoft, dinheiro público que tem a premissa de ser bem utilizado em favor dos cidadãos.

    Agora você, leitor do Seguinte:, tem mais uma opção. Dê uma chance ao software livre. Baixe e teste por alguns dias. Há uma infinidade de programas para todos os perfis de pessoas e todos são muito amigáveis na interface e no uso.

     

    Novidades na região

     

    : A SOGIL garante, por meio de sua assessoria, que continua avaliando a possibilidade de instalar o wi-fi em todos os ônibus da linha municipal de Gravataí. Em uma única frase, a supervisora de comunicação da empresa, Cândida Maria, deixa no ar: “Os testes ainda estão em andamento e o sistema sendo aperfeiçoado a partir deles.”

     

    : Agora os 12 parquímetros do centro de Gravataí aceitam pagamento com cartões de crédito e débito. Os equipamentos também são alimentados com energia solar, o que os torna econômicos e sustentáveis. A Digicon fabrica os parquímetros no Distrito Industrial aqui de Gravataí, e os vende para diversas cidades como Porto Alegre e Gramado, mas só aqui eles são integrados com a solução de pagamento via cartão. Por causa disso, a prefeitura diz em seu site que a cidade é “referência no país inteiro” nesse quesito.

     

    Novidades no mundo

     

    : A Netflix lançou um recurso inédito que permite que você e outras pessoas assistam a um mesmo filme, porém em residências diferentes. O Netflix Party é uma extensão do Google Chrome idealizado por um engenheiro do Airbnb, aquele aplicativo de hospedagem em residências.

    Todos os envolvidos devem ter esta extensão e uma conta na Netflix.

    Após abrir a extensão você deverá selecionar seu parceiro/a de filme e convidar ele para assistir ao filme escolhido. O recurso ainda prevê um chat em texto para que os espectadores façam comentários enquanto assistem.

     

    : Que o Nokia 3310 (foto abaixo) foi relançado você já deve saber, mas o site TecMundo fez uma análise com o “tijolão” em mãos. Agora o celular tem tela e a carcaça coloridas, além de Rádio FM, tocador MP3 e fones de ouvido inclusos na caixa. Ele vem com 16 MB de espaço para guardar arquivos, porém é expansível para cartões SD de até incríveis 32 GB. Ainda nessa linha o novo 3310 aceita o micro chip da sua operadora, mas há versões dual-sim.

    O tijolão repaginado da Nokia vem com uma câmera que tira fotos e grava vídeos em baixas resoluções. Com ele será possível acessar à internet a velocidades menores que o 3G. O aparelho não possui conexão wi-fi, mas o 3310 acessa versões simplificadas do Facebook, Twitter e ainda dá para baixar alguns poucos aplicativos.

    O popular “jogo da cobrinha”, o Snake, veio remodelado neste celular mas não agrada por justamente não ser o original do Nokia 3310 dos anos 2000. Neste caso o fator nostalgia bateu forte e o clássico joguinho atualizado pode não ser aquele que algumas pessoas gostariam que fosse.

    O aparelho é bom, mas ainda limitado devido as suas condições de hardware. Seu preço convertido para a nossa moeda sai em torno de R$ 210,00 sem impostos e não vale a pena quando já temos smartphones de entrada custando a partir de R$ 399,00.

     

    É tendência:

     

    : O aplicativo Capester, da empresa do mesmo nome, está sendo usado em Porto Alegre para que os cidadãos registrem irregularidades de trânsito e as enviem para a EPTC. O automóvel não será multado, pois apenas o agente pode fazer isso, mas o condutor receberá uma carta em casa para que fique ciente de sua infração. O suficiente para provocar um constrangimento e pensar que, na próxima, ele poderá ser de fato autuado.

     

    : O YouTube tem excelentes conteúdos para todos os tipos de gostos. O site que é dividido por “canais”, tem canal de abordagem policial, canal de culinária, de psicologia, de carros (um deles é o Acelerados, que conta com a participação de Rubens Barrichello) entre outros. É claro que o usuário deve fazer um filtro do que acessa lá, pois há muita porcaria e desinformação. Mas a plataforma de vídeos é uma fonte de aprendizado até para quem ensina.

     

    Foi mal

     

    : A linha de smartphone da Positivo, Quantum, é um desastre. Palavras de quem já usou um. O fone de ouvido durou uma semana, apesar de ter uma acústica interessante. A tampa traseira ficou cheia de riscos em pouquíssimo tempo de uso. O sistema operacional Android tem várias instabilidades e a câmera é pior que a de um celular de 2010. Comprei outro, de uma marca de renome em loja de eletrodomésticos e televisores, e até agora tem sido satisfatório.

     

    : O transtorno de mandar fazer uma segunda via do cartão Teu! (ônibus) parece ser maior que o transtorno de perder o mesmo. O bloqueio do cartão (e de seus créditos) só é feito em dia de semana e em horário comercial. Isso dá margem para algum mal-intencionado achar seu cartão e usar todos os seus créditos. Depois disso, é necessário esperar três dias (?) e pegar a segunda via do cartão em um local previamente selecionado (se no dia você estiver em Esteio, por exemplo, não poderá tirar lá se tiver selecionado o posto de Gravataí) e ainda pagar R$ 10,00. O consórcio Teu! e suas consorciadas (empresas de ônibus) costumam vender o produto como uma solução tecnológica que facilita a vida do passageiro (de fato facilita e reduz assaltos), mas isto não significa que o procedimento de segunda via não possa passar por melhorias.

     

    Não esqueça

     

    Estamos abertos a possibilidades no que se refere à tecnologia. Consultoria, aulas particulares ou manutenção, não deixe de mandar um e-mail: andreomf@live.com

     

    Até a próxima!

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