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GRAVATAÍ, 18/11/2018

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    coluna do silvestre

    Modelo de ônibus elétrico com assinatura da BYD chinesa e autonomia para rodar até 300 quilômetros foi colocado em testes na capital paulista no ano passado

    EXCLUSIVO | Já pensou em andar num ônibus elétrico pelas ruas de Gravataí?

    por Silvestre Silva Santos | Publicada em 29/10/2018 às 17h07| Atualizada em 05/11/2018 às 10h50

    Os ônibus elétricos podem chegar a Gravataí em um período de tempo não muito distante. Tudo depende de uma questão: infraestrutura. Foi o que confidenciou ao colunista o bacharel de Ciências Contábeis e Direito Fabiano Rocha Izabel, diretor-geral da Sociedade de Ônibus Gigante Ltda, a popular Sogil.

    Pelo menos - e inicialmente - para a realização de testes. Depois, quem sabe...

    Desde o começo do ano a Sogil mantém contatos e se colocou à disposição da empresa BYD para testes. A chinesa está montando chassis para veículos de transporte de passageiros em Campinas, interior de São Paulo, e desde o ano passado está realizando testes com ônibus elétricos na capital paulista.

    Conforme Fabiano Izabel me disse, a infraestrutura a que se refere diz respeito, principalmente, à "parafernália" necessária para recarregar as baterias que movem os veículos, sem contar o tempo necessário para esta recarga.

    --- Com (óleo) diesel é só encostar o carro (ônibus) na bomba e em poucos minutos, cinco minutos por aí, talvez um pouco mais, o tanque está cheio. No caso das baterias ainda é necessário um tempo muito longo, cerca de cinco horas, para que estejam com carga completa --- explicou o homem forte da Sogil.

     

    Blecaute energético

     

    Com um ou dois destes ônibus elétricos para testes a Sogil não teria que mexer muito na estrutura que tem na parada 96 da RS-030, onde fica sua sede e garagem central. O problema é quando se pensa em substituir a frota, algo como mais de 300 coletivos.

    --- Tem que ter uma subestação de energia dentro da empresa. Imagina pendurar um monte de carros na rede para recarregar a bateria... Derruba a energia em metade da cidade --- calcula, em tom de exagero não muito distante da realidade.

    Outra dificuldade é a falta de pontos para recarga das baterias, nas estradas e ao longo das linhas.

    --- Não tem nem como trazer estes ônibus rodando, de São Paulo até Gravataí. A autonomia destas baterias é de 300 quilômetros, então, onde seriam recarregadas no meio do caminho? São estruturas que competem aos governos e que ainda não deslancharam, ninguém se mexeu para atender esta demanda --- continua Fabiano.

     

    Espaço e peso

     

    De acordo com Fabiano Izabel, a empresa que produz as carrocerias para a chinesa BYD ainda está enfrentando - e trabalhando para solucionar - um problema, que é o que está impedindo o projeto de deslanchar de vez em território verde-amarelo.

    As baterias dos ônibus têm que ser muito grandes, ocupam espaços que seriam destinados a passageiros e prejudicam a mobilidade, por exemplo, de cadeirantes. Além disso têm peso extra que prejudica até mesmo a autonomia da própria bateria.

     

    : Em destaque, monitoramento da energia no painel do ônibus

     

    EM SÃO PAULO

     

    1

    O ônibus elétrico foi apresentado em 14 de julho do ano passado, para a população da capital paulista, pelo ex-prefeito João Dória, eleito neste domingo para governar o estado a partir de janeiro próximo.

     

    2

    Os veículos são movidos exclusivamente pela energia das baterias, ao contrário dos trólebus, que também são movidos pela eletricidade mas não têm baterias, estão conectados por meio de cabos à rede aérea de energia em todo o percurso.

     

    3

    O ônibus que começou a ser testado em 2017, por lá, tinha quatro portas e capacidade para 84 passageiros. A autonomia era (e ainda é!) de 300 quilômetros, mais que os 200 quilômetros - em média - percorridos por dia pelos ônibus da capital paulista.

     

    4

    As baterias são de fosfato de ferro e levam de 4 a 5 horas para serem carregadas. O veículo tem ainda capacidade de transformar a energia cinética dos ônibus em elétrica, nos momentos de frenagem, o que realimenta o veículo.

     

    5

    O chassi é da BYD, empresa chinesa que instalou uma fábrica em Campinas em 2015, e a carroceria é da brasileira Caio. A operação é da Ambiental, concessionária que já operava o serviço de trólebus da capital.

     

     

     

     

     

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