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GRAVATAÍ, 16/08/2018

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    coluna do silvestre

    Majestic Tower projetado pelo M. Grupo não saiu do chão e terreno leiloado ontem deve ser ocupado, agora, por empreendimento imobiliário

    Quem comprou o terreno onde seria o prédio mais alto do estado anunciado pelo M. Grupo

    por Silvestre Silva Santos | Publicada em 10/08/2018 às 17h13| Atualizada em 10/08/2018 às 17h18

    Um mega condomínio residencial vertical, incluindo espaços para escritórios e outros estabelecimentos comerciais de menor porte, privilegiando o conforto e o lazer. Tudo isso, de olho na proximidade com a Freeway e –  por ela – o fácil acesso à capital dos gaúchos bem como ao Litoral Norte.

    Claro, levando em conta ainda o fato de estar ao lado de um centro comercial, o Gravataí Shopping Center, um hotel, torres comerciais, e a cinco minutos do centro da cidade.

    Por enquanto é apenas um exercício de futurologia do colunista que acabou de descobrir quem adquiriu o terreno onde seria construído o Majestic Business Tower, o prédio projetado para ser o mais alto do Rio Grande do Sul com 42 andares, obra anunciada pelo M. Grupo.

    No leilão, comandado pelo escritório Raupp Leilões, o terreno avaliado incialmente em pouco mais de R$ 830 mil foi adquirido por R$ 1,6 milhão, quase o dobro do preço mínimo estabelecido. O comprador foi uma empresa de Porto Alegre, a Aditar Participações Ltda, que aparece tendo como atividade fim o comércio de imóveis. Incorporação e empreendimentos imobiliários, pela terminologia jurídica.

    Daí a dedução do colunista sobre o empreendimento que deve brotar no terreno que era o sonho de consumo do dono do M. Grupo, Lourival Rodrigues.

    Ainda sobre a Aditar Participações, o colunista descobriu que se trata de uma empresa do bairro Sarandi em Porto Alegre, legalmente constituída em 12 de setembro de 2006 pelos sócios-irmãos Itamar Luiz e Adelar Antônio Lorenzatto, então com um capital social de R$ 4.258.606,00.

    O outro imóvel que foi apresentado em leilão nesta quinta-feira, um terreno com duas casas de luxo em Bom Princípio, no pé da Serra Gaúcha, não teve interessados. Como se trata de bem apresentado em único leilão, não há ainda previsão de que este imóvel seja apresentado novamente para venda judicial nesta modalidade.

     

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