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GRAVATAÍ, 18/11/2018

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    me corta os tubos!

    Mas tu era bem ruim como motoqueiro, hein?

    por Silvestre Silva Santos | Publicada em 23/06/2018 às 18h25| Atualizada em 30/06/2018 às 20h33

    Da série me cortem os tubos! Me aguentem ou...

    Fiquei sabendo hoje que mudou para o plano superior um amigo que tive em Cachoeira do Sul, a terra dos arrozais, onde ainda hoje tenho minha mãe, filha e netos, cidade à qual viajo pelo menos uma vez por mês. Aliás, tão logo acabe este texto estou botando o pé na estrada, como se diz.

    Pois bem!

    Este meu amigo se chamava Leomar Cardoso. E era um excelente barbeiro, como chamávamos até pouco tempo quem cortava cabelo e aparava, desenhava ou raspava a barba. Ele cuidava do meu cabelo desde a época em que nem barba eu tinha. Baixinho, entroncado, fala mansa e amigo de todos. Se foi. Deus o guarde!

    Certa feita eu havia recebido de um outro amigo, para vender, e ganhar uns trocados, uma moto. Honda, CG, 125 cilindradas. Final de jornada, eu e um colega de redação do Jornal do Povo, onde eu trabalhava, passamos no salão em que o Leomar trabalhava, para cortar o cabelo. Ambos.

    Melenas ajeitadas, ofereci carona ao colega. Coisa de três ou quatro quarteirões adiante, tive a frente cortada por um Opala, preto, e acabei olhando por baixo um carro que estava estacionado na esquina. Com o óculos virado em cacos, quase todos cravados na minha testa. Fora outros rasgões pelo corpo, alguns que ainda se pode ver pelas cicatrizes que ficaram.

    Foi meu único acidente de moto. Claro, também nunca mais pilotei uma moto.

    Mas por que lembrei disso? Por culpa do Leomar! Ele sempre me lembrava deste acidente a cada vez que nos encontrávamos em Cachoeira.

    E ria às bicas.

    - Mas tu era bem ruim como motoqueiro, hein? - me indagava, e ria. Quando não contava para quem estivesse à volta e não conhecesse a história.

    Foi uma queda que me fez adquirir pavor de motos.

    Meu filho é motociclista desde sempre. Já trabalhou em entregas, com moto, e hoje utiliza uma para se deslocar mais rapidamente no trânsito conturbado da cidade que adotamos para viver e morar, a das bromélias e gravatás.

    E mesmo sendo meu filho, raramente eu aceito uma carona dele. Nem lembro quando isso aconteceu pela última vez, tamanho o medo que tenho de andar nestes veículos de duas rodas. Motos me dão arrepios, só de imaginar...

    Sem contar o que já vi pelas ruas e avenidas e estradas, de acidentes, nestas quatro décadas de atividades jornalísticas.

    Meu abraço, pois, ao Leomar!

    Por falar nisso, para o mundo que eu quero descer dessa moto. Ah, aproveita e me corta os tubos.

     

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