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GRAVATAÍ, 02/03/2021

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    política

    Trecho da reportagem do Fantástico, neste domingo

    Deputado da denúncia do Fantástico fez muito voto em Gravataí; Os ’candidatos freeway’ e o cancelamento do bairrismo

    por Rafael Martinelli | Publicada em 16/02/2021 às 17h20| Atualizada em 22/02/2021 às 17h20

    Ruy Irigaray (PSL) é alvo de denúncias de corrupção divulgadas pelo Fantástico, domingo. O deputado estadual fez 5.861 votos entre Gravataí e Cachoeirinha. Em Gravataí, o suspeito de envolvimento com rachadinha, extorsão de assessor e gabinete do ódio foi o quarto mais votado.

    Conforme reportagem da RBS, o Fantástico mostrou denúncias de que Irigaray teria utilizado servidores comissionados, pagos com dinheiro público, para fins pessoais, como reformar a casa de sua sogra. O parlamentar negou irregularidades.

    CLIQUE AQUI para assistir a reportagem Assessores denunciam deputado por usar servidores para reformar casa de luxo no RS., de Giovani Grizotti.

    O escândalo 2.1 no País da Mamata me lembrou do cancelamento do ‘voto bairrista’ naquela eleição de 2018, na qual o ‘mito’ Jair Bolsonaro venceu e arrastou na onda do bolsonarismo pessoas capazes de tudo ou capazes de nada, como dizia Getúlio Vargas.

    No artigo Gravataí virou ’cidade-dormitório de votos’ em estrangeiros, publicado pelo Seguinte: na série #DasUrnas2018, observei que se cada vez menos éramos uma cidade-dormitório na relação entre moradores e local de trabalho, nas urnas o que se viu foi uma 'cidade-dormitório de votos' em ‘candidatos estrangeiros’.

    O ‘voto bairrista’, que nos últimos 20 anos tinha sido uma característica de quase metade do eleitor de Gravataí, não se repetiu naquelas eleições.

    A votação nos candidatos locais a deputado estadual e federal caiu para metade do que indicava a fórmula criada pelo Seguinte:, que combinava o comparecimento às urnas em 2014 (84,64%) com a média de votos em políticos da aldeia que de 1998 até 7 de outubro concorreram à Assembleia Legislativa (48%) e à Câmara Federal (33,82%).

    As candidaturas a deputado estadual, que pela matemática do bairrismo disputariam 77.236 votos, receberam apenas 36.290. Para federal, se a média histórica indicava 53.623 votos em disputa, foram apenas 24.284 confirmas nas urnas.

    O número de votantes, na Gravataí que voltou a ser uma ‘cidade-dormitório de votos’ em candidatos estrangeiros, também caiu. A projeção de 84,64% apontava para 158.555 eleitores. Foram às urnas 79,75%, ou 151.012.

    Pela segunda eleição consecutiva Gravataí ficou sem representante local eleito para a Assembleia e a Câmara federal – o que não aconteceu entre 98 e 2010, período em que a cidade sempre teve pelo menos um deputado e, na legislatura 2007-2010, chegou ao recorde de cinco.

    Isso só mudou com a eleição de deputados a prefeituras em 2020 e a ascensão de Patrícia Alba (MDB), ex-primeira-dama de Gravataí, à titularidade do mandato de deputada estadual a partir de 2021.

    Fato é que em 2018 dois candidatos locais foram os mais votados na cidade na disputa por vaga na Assembleia Legislativa – Dimas Costa (PSD), com 18.013 votos; Patrícia Alba com 12.713 – e em seguida já vieram dois ‘estrangeiros’: Tenente Coronel Zucco (PSL) com 5.400 e Ruy Irigaray (PSL) com 3.916.

    Em Cachoeirinha, onde o mais votado foi o vereador da cidade Deoclecio Mello (Solidariedade), com 6.668 votos, Irigaray foi o oitavo, com 1.945 votos.

    À época, apelidei-os de 'candidatos-freeway'. Escrevi: “A onda do bolsonarismo também fez seu crime nos políticos da aldeia. Depois dos locais Dimas, Patrícia e Jones, o Tenente Coronel Zucco, Ruy Irigaray e Bibo Nunes, do PSL de Bolsonaro, foram os mais votados para Assembléia Legislativa e a Câmara Federal. De Gravataí, é provável que conheçam apenas o caminho para a praia pela Freeway”.

    Ao fim, sem torcida ou secação – até porque reputo o bom voto não se mede por CEP – escrevo só porque Irigaray, mesmo ‘Freeway’, é personagem da política ‘local’, já que fez muitos votos por aqui, lembrem os eleitores ou não.

    Aguardemos as investigações.

    Inevitável é o deputado já experimentar no Grande Tribunal das Redes Sociais um pouco do ódio à política que ajudou a alimentar e não permite aos políticos nada além da presunção de culpa.

    A única certeza é que você não vai encontrá-lo em um supermercado de Gravataí para cobrar. E, certamente, não vale a pena saltar do viaduto quando o político passar pela Freeway rumo à praia.

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