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    eleições 2020

    Antônio Teixeira, da REDE, e Ester Ramos, do PSOL, são candidatos a prefeito e vice de Cachoeirinha

    Antônio Teixeira e Ester Ramos à Prefeitura de Cachoeirinha; ’Vou cortar metade dos CCs’

    por Rafael Martinelli | Publicada em 14/09/2020 às 16h03| Atualizada em 17/09/2020 às 16h12

    Antônio Teixeira (REDE) e Ester Ramos (PSOL) tiveram as candidaturas confirmadas a prefeito e vice de Cachoeirinha pela coligação “Amar Cachoeirinha Sim!”.

    O Seguinte: ouviu prefeiturável.

    Siga.

     

    Seguinte: Por que concorrer novamente?

    Antônio – Fui segundo colocado na eleição anterior e carrego comigo a responsabilidade por esses votos de confiança. Temos um plano para tornar o município o mais atrativo para investimentos na região metropolitana. Nossa logística é perfeita, estamos no centro de tudo. E, com a pandemia, a prioridade tem que ser movimentar a economia e gerar emprego, além da atenção necessária à saúde e à educação. Conheço a cidade, fui vereador por quatro anos, as pessoas me conhecem e sabem que o amor por Cachoeirinha está em meu DNA, e tenho a meu lado a Ester, ex-presidente da Associação Comercial, um pessoa com um pensamento moderno e dedicada desde sempre a incentivar o crescimento da nossa indústria e do nosso comércio.

     

    Seguinte: A política em Cachoeirinha vive meses de guerra, com uma oposição focada em denúncias e, como analiso, uma tara por CPIs e golpeachments. Onde te colocas neste cenário?

    Antônio – É uma briga fratricida.

     

    Seguinte: Falas isso porque parte da oposição mais ferrenha é exercida por políticos que estavam ‘até ontem’ ao lado do governo Miki, e, expressão que adotei do teu companheiro de partido, o Agente Kauer, são a ‘Situação B’?

    Antônio – É isso. É muita denúncia, muita notícia ruim. Queremos apresentar propostas, um plano de governo simples e realizável, que caiba no orçamento. Não deixamos de fazer os contrapontos necessários ao governo, mas não reduzimos as coisas ao “está tudo certo!” ou “está tudo errado!”.

     

    Seguinte: Falas em plano de governo “simples, realizável e que caiba no orçamento”. Cite exemplos, já que a situação financeira de Cachoeirinha não é confortável e, com a pandemia, a perda de receita chegará próximo ao R$ 50 milhões até o fim do ano.

    Antônio – Vou responder, e o mais fácil para muitos será me chamar de demagogo, mas a primeira coisa que faremos será cortar CCs. A Ester acumulará a vice com a Secretaria do Desenvolvimento. Vamos reavaliar contratos e, enquanto buscamos investimentos, focaremos na saúde e na educação. Cortar cargos e contratos não salva uma Prefeitura, mas é um símbolo, um sinal que o governo dá em um momento em que todos enfrentam dificuldades. Desde o primeiro dia quero recuperar o funcionalismo para o lado da Prefeitura. Como o funcionário vai trabalhar com entusiasmo se é inimigo do governo? Diálogo é um compromisso. Eu estarei à frente.

     

    Seguinte: Hoje há cerca de 200 CCs. Vais cortar quantos?

    Antônio – Não teremos 100, o que já é muito. Essas coligações que fazem para ganhar eleições, muitas vezes atrapalham o governo depois. Nosso projeto não é poder pelo poder, distribuir cargos. Nosso compromissos são outros, com o plano de governo que apresentaremos à população de Cachoeirinha.

     

    Seguinte: A coligação com o PSOL furou aos 30 minutos da prorrogação na última eleição. Nesta se concretizou. Mas não houve a união do campo de centro-esquerda, que tinha até nome, o BOM, Bloco de Oposição Municipal, já que o PT também tem candidatura própria. Por que, como já disse Frei Betto em referência ao período da ditadura, “a esquerda só se une na cadeia”?

    Antônio – Infelizmente não conseguimos estar juntos em 2016, mas nesta eleição é uma alegria ter o PSOL ao nosso lado. A REDE fez 13 mil votos, o PSOL 4 mil. Temos ainda o apoio do ex-candidato a prefeito pelo PT Volnei Borba Gomes, do ex-presidente do PDT Jair Tadeu e outras lideranças populares. Mas concordo: realmente é uma pena não estarmos todos juntos. Se a caminhada não der certo, não me convidem depois para avaliar os erros, porque não será preciso.

     

    Seguinte: Não só do centro para o ‘lado canhoto’ da ferradura ideológica, mas do centro para o ‘lado destro’ há divisão. A pulverização de candidaturas não ajuda a reeleição do atual prefeito?

    Antônio – Qualquer cenário hoje é 1000 por cento mais favorável para nós. Em 2016, sozinho, enfrentamos todos juntos.

     

    Seguinte: Vejo inclusive apoiadores o comparando ao prefeito de Colatina. Não é pouco para Cachoeirinha essa referência, já que a realidade é muito diferente?

    Antônio – Falam isso pela minha simplicidade, pelo tratamento com as pessoas, com os funcionários, por ser alguém que gosta de estar presente, de botar a mão na massa.

     

    Seguinte: Há uma série de páginas e comunidades nas redes sociais, muitas administradas não apenas por cabos eleitorais de candidaturas, mas também por candidatos, que travavam uma guerra ideológica. Acreditas que a campanha será focada nos problemas da cidade, ou teremos debates tipo ‘mamadeira de piroca’?

    Antônio – Quem quer fazer um governo justo, para todos, tem que fazer uma campanha justa, respeitosa e propositiva, chamar a todos para a responsabilidade. Estamos vivendo uma pandemia que deveria nos unir, não dividir. Não quero ganhar para ser rei de Cachoeirinha, ou governar apenas para quem me apoiou. Não esperem bobagens ou baixaria na nossa campanha. Eleição é coisa séria, não é um jogo de internet. Não podemos brincar com a esperança das pessoas.

     

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