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    eleições 2020

    Na Fearg 2019, o prefeito Marco Alba e, ao fundo, o vice Áureo Tedesco e, à direita, Denner Gelinger

    PSDB deve ficar com Zaffa em Gravataí; o silêncio grita

    por Rafael Martinelli | Publicada em 11/09/2020 às 19h16| Atualizada em 14/09/2020 às 19h31

    O PSDB, a pequena grande dúvida da coligação que se forma para apoiar Luiz Zaffalon (MDB) à Prefeitura de Gravataí, tem convenção neste sábado. Reputo 'pequena grande dúvida' porque o partido, que, com 3 vereadores é o maior da base do governo depois do MDB do prefeito, não deve romper com Marco Alba, mesmo com o tucano Denner Gelinger perdendo o vice para Levi Melo (Republicanos), como já detalhei nos artigos Dr Levi, vice de Zaffa; ’Cavani’ está chegando neste momento, Apesar do print, Levi e Zaffa ainda não ’shippou’; PSDB reclama vice e Os milhões que Dr. Levi perde se for vice de Zaffa.

    Além de ser a decisão mais lógica, já que o partido agora experimenta participação na popularidade do governo, Francisco Pinho, o chefão do PSDB, não tem saída.

    1.

    Aproximar-se de Anabel Lorenzi (PDT) seria cair demais para o lado esquerdo da ferradura ideológica, o que o partido já fez em 2016, quando indicou Beto da TPL como vice da professora, que concorreu pelo PSB, e não deu certo. Hoje, os pré-candidatos tucanos na Gravataí que deu 7 a cada 10 votos para Jair Bolsonaro, não tem nada de canhotos – muito pelo contrário, como comprovam as postagens de filiados que terão as candidaturas confirmadas na convenção deste sábado.

    Também amanhã, em convenção do PDT, Anabel será confirmada candidata a prefeita, com Rosane, companheira do ‘Grande Eleitor’ Daniel Bordignon, como vice.

    Assim, o PSDB também não teria o vice.

    2.

    Compor com Dimas Costa (PSD) seria surreal. Denúncia feita pelo vereador, de que Pinho não tinha escolaridade para ser secretário-adjunto de Serviços Urbanos, custou-lhe o cargo em novembro do ano passado, como contei em artigos como Um dia após denúncia, ex-vice-prefeito de Gravataí pede demissão; Pinho nega relação e Marco Alba não rifou ex-vice-prefeito Pinho; prefeito foi à festa do PSDB.

    Mesmo estreitando as inimizades, o PSDB também não teria o vice, já que o PSD definiu Dimas candidato a prefeito e Evandro Soares (Democratas) como vice.

    Evandro que, se Pinho entrar por uma porta, sai por outra, sobe as escadarias do palhacinho ocre da José Loureiro e reata com Marco Alba. O vereador credita a Pinho a tentativa de atrapalhar sua candidatura à reeleição, saindo do partido e levando uma série de candidatos à Câmara em 2016.

    3.

    A alternativa da candidatura própria é uma aventura. O cenário seria ideal para oposição, já que o PSDB, no governo até hoje, ao menos teoricamente, tiraria mais votos de Zaffa. Até poderia acontecer um acordo ‘de gaveta’, com Anabel e Dimas se comprometendo com Pinho de, em caso de vitória, convidar os tucanos para compor o governo a partir de 2021.

    É uma aventura, mas não seria uma aventura aldeana. Sem o vice, a candidatura própria é incentivada por dirigentes estaduais, como os deputados Mateus Wesp e Daniel Trzeciak, pelotense que é ligadíssimo ao governador Eduardo Leite (PSDB), que, após a polêmica com o prefeito no ‘Tchau, Mercado Livre’, pode estar torcendo por um ‘Tchau, Marco Alba’, já que o gravataiense pode ser uma adversário do governo na disputa pelo Palácio Piratini em 2022.

    O grande problema é que o PSDB, com uma candidatura própria, teria que sair do governo e entregar cerca de 50 cargos, parte deles indicações de pré-candidatos à Câmara. Pinho fez isso em 2016 para apoiar Anabel, restou em terceiro na eleição e voltou a apoiar Marco Alba em 2017. Para piorar, a pandemia. Não deve ser fácil explicar para os CCs que, a partir de segunda, estão todos desempregados.

    Ao fim, Printe & Arquive na Nuvem: é mais provável o PSDB assimilar o golpe da perda do vice e apoiar a chapa Zaffa & Dr. Levi. Pinho garantiria sua influência de sempre, e Denner Gelinger, que se fosse escolha para genro já estava eleito, pela elegância com que vem tratando o delicado assunto certamente teria sua recompensa no secretariado em caso de vitória na eleição. É como aquela dúvida do ateu pessimista: “e se houver outro mundo, e for pior do que este?”.

    O que dizem Pinho e Denner? Se cruzar com eles, pergunte e me conte. Nos celulares dos dois há dezenas de ligações minhas, não atendidas durante a semana.

     

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