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    Anabel Lorenzi, Rosane Bordignon, Daniel Bordignon se movem no tabuleiro de 2020

    Bordignon critica Marco Alba e o governo; a Rainha protegida

    por Rafael Martinelli | Publicada em 22/10/2019 às 14h18| Atualizada em 29/10/2019 às 14h02

    O ex-prefeito Daniel Bordignon confirmou nesta manhã, em entrevista no programa de Fabiano Nunes na rádio web Alegria do Park, que tem um acordo com Anabel Lorenzi: ela é candidata a prefeita em 2020, ele em 2024.

    – Tem potencial de votos, é uma pessoa em quem confio e comunga das mesmas opiniões políticas que eu. Anabel tem amor aos pobres – disse o agora professor aposentado, fazendo a ressalva de que, mesmo que recupere os direitos políticos em 29 de setembro de 2020, se a professora for eleita e quiser concorrer à reeleição, “não serei eu a impedir”.

    – Tentei essa composição em 2016, eu como candidato a prefeito, e ela como seria candidata com meu apoio em 2020, mas as circunstâncias não permitiram. Agora, abri mão de recurso judicial para concorrer e montamos essa aliança, com Anabel prefeita e Rosane vice, uma chapa inamovível – explicou, contabilizando “o velho e o novo PDT”, de Amaro Hilgert e do falecido José Mota e de ex-petistas como os Bordignons; Anabel que pelo PSB fez 40 mil votos em 2012, 25 mil em 2016 e 23 mil em 2017; Lisiani dos Santos, filha do falecido Abílio dos Santos, do PTB, e “o legado do PT”.

    – Saímos eu e Rosane e, sob impugnações ilegais ganhei uma eleição com 45.374 em 2016, e ela recebeu 44.195 em 2017, perdendo por apenas 4 mil votos. O PT fez 1.100.

    Bordignon usa dados da última eleição para reforçar sua “certeza” da vitória de Anabel:

    – 75% dos eleitores disseram ‘não’ para o governo. O prefeito foi reeleito com 25%. O governo não tem candidato e é mal avaliado. Ou por que acha que nunca publicaram pesquisas de satisfação?

    No que parece uma estratégia do Xadrez que tanto gosta, de ‘proteger o Rei', no caso, como a candidata é uma mulher, 'proteger a Rainha’, como referi nesta segunda no artigo O pedido de Ciro para campanha de Anabel em Gravataí, os Bordignons parecem exercer a simbologia do ‘policial malvado’, enquanto Anabel faz ‘policial bonzinho’.

    Rosane atacou o PT, numa polêmica que tratei nos artigos Rita não esquece os golpistas; a esquerda e a cadeiaPT só tem ladrão e defensor de ladrão, diz Rosane Bordignon; os perigos desse discursoPT responde Rosane Bordignon; Irmã Dulce não, né?.

    No rádio, Bordignon criticou Marco Alba.

    – Foi vergonhoso uso máquina pública na eleição. Gastaram quase todo orçamento das secretarias de Serviços Urbanos e de Obras até março. Seria motivo para cassação, como aconteceu nesta segunda com o presidente da Assembleia Legislativa – disse, acrescentando:

    – Conheço o pensamento do prefeito. Ele acha que fazer obras perto da eleição resolve tudo. Engana as pessoas e passa três anos sem fazer nada.

    A gestão também foi alvo do ex-prefeito.

    – A Prefeitura bota R$ 40 milhões no hospital, então tem que gerir o contrato, não só jogar a responsabilidade para a Santa Casa – exemplificou, citando também a ‘crise dos médicos cubanos’ no governo Jair Bolsonaro, apoiado no segundo turno por Marco.

    Até ao elogiar a duplicação das Pontes do Parque, Bordignon fez um adendo de que “era promessa da campanha de 2012”.

    – Tem um Orçamento que permite equilibrar as contas e faz obras com empréstimos que futuros prefeitos pagarão. O que fiz foi sem um real de dinheiro estadual, federal ou de empréstimos. Não deixei dívidas, a não ser o Ipag, ao fazermos a opção de criar ou não o instituto, que era autônomo e não tinha ingerência da Prefeitura como tem hoje após o prefeito mudar a lei – disse, desafiando Marco:

    – Ele fala em dívidas dos ex-prefeitos, volta 40 anos no tempo, mas é para me atingir, já que tem com ele dois ex-prefeitos. Estou à disposição para debater com ele em qualquer lugar de 1997 para cá – disse, referindo-se às polêmicas que tratei nos artigos A nova galeria dos prefeitos e vices de Gravataí; a força das palavras, Marco Alba sem bandeiras brancas; aberta ’caça aos petralhas’ e Onde foi o dinheiro?; Marco Alba cobra dos ex.

    Não poderia faltar o aceno ao funcionalismo, categoria que historicamente apoia tanto a ele, quanto Rosane e Anabel.

    – O prefeito deixa uma dívida ao sonegar sete anos de reposição salarial. Será preciso reequilibrar isso, é um direito dos funcionários, está na Constituição.

    Respondendo a perguntas de ouvintes, Bordignon falou na necessidade de retomada da participação popular na definição das obras da Prefeitura e comentou até dos polêmicos shows nacionais da época de seus governos:

    – A juventude tem direito ao lazer sem precisar ir à Porto Alegre. Como diz a música, a gente não quer só comida, quer comida, diversão e arte – defendeu, argumentando ainda que “os shows também beneficiavam os pequenos comerciantes”.

    O ex-prefeito também chamou o governo de “totalitário” por controlar “a Câmara” e “a imprensa”.

    – Barraram uma CPI para investigar CC flagrado em filmagem recebendo propina.

    Bordignon falou também sobre as comparações com Lula e a fama de ‘Grande Eleitor’, pela transferência de votos nas eleições de Sérgio Stasinski, Rita Sanco e na derrota de Rosane por apenas 4 mil votos:

    – O presidente Lula fez muito pelo Brasil, mas saí do PT porque não concordava com a corrupção. Depois vimos prefeitos na lista da Odebrecht. Eu não – disse, ressaltando que "não há comparação" entre Stasinski e Rita.

    – Rita é uma pessoa honesta, que errou politicamente e sofreu um golpe do qual o MDB de beneficiou. Já Stasinski, que traiu minha confiança. Ao não concordar com compromissos assumidos por ele fiz de tudo para impedi-lo de ser reeleito prefeito.

    Em outra fala que deve provocar polêmica, Bordignon evocou para si a ‘vinda da GM’:

    – Foi um bom negócio para Gravataí. Briguei com o partido à época. Mas tinha sido eleito para defender os interesses da cidade. Se a GM veio, foi por mim. Se fosse embora, certamente me culpariam.

     

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