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GRAVATAÍ, 14/07/2020

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    opinião

    Marco Alba, prefeito de Gravataí, em domingo de visita ao loteamento Breno Garcia

    Cinco homens e um destino, ser sucessor de Marco Alba

    por Rafael Martinelli | Publicada em 20/10/2019 às 08h| Atualizada em 04/11/2019 às 16h58

    No artigo Os ’prefeituráveis’ na nova pesquisa que circula em Gravataí; a eleição no VAR, tratei nesta sexta no Seguinte: da insistência da oposição em escolher o ex-deputado federal Jones Martins como candidato do MDB do prefeito Marco Alba para disputar a Prefeitura em 2020.

    As únicas certezas são que Marco quer ganhar a eleição e fazer o sucessor; aguarda o momento certo para a escolha do candidato para não parar um governo que anda entregando uma obra por dia; e, em um futuro governo, não ocupará CC, será presidente do MDB para fazer a articulação política e será um ‘guru’ daquele que sentar na cadeira principal do segundo andar do palacinho ocre da José Loureiro da Silva.

    Sobre os candidatos, nem Marco tem ainda certeza do nome. Até dezembro, que nesta semana Marco disse a um político ser uma data possível para decisão, o sol ainda nascerá para pelo menos cinco ‘prefeituráveis’, além de 99% dos gravataienses que vão dar duro o dia inteiro e para o 1% que está saindo das boates.

    Já que 100% pede, vamos aos nomes, sem que a ordem cronológica signifique os campeões do dia.

    Cito antes de todos Jones, porque o próprio advogado se coloca sempre no início da fila. É o político mais longevo do MDB. Vereador por dois mandatos, concorreu à Prefeitura em 2008 e fez 51 mil votos. Depois, dividiu-se na carreira de advogado e em direções no Ministério da Saúde no governo Dilma Rousseff/Michel Temer.

    Terceiro suplente em 2014, conseguiu assumir como deputado federal com o ‘alinhamento das chamas’ emedebistas no Rio Grande do Sul e no Brasil, tornando-se próximo ao presidente eleito para ser vice Michel Temer, a quem chamava ‘Michel’, e defendeu na aprovação de projetos polêmicos como a reforma trabalhista e nas duas tentativas de repetição do golpeachment de 2016 contra a ex-presidente.

    Não é ‘poste’, tradicional figura de linguagem da política.

    Nadir Rocha é outro político ‘prefeiturável’. Vereador por quatro mandatos, presidente da Câmara pelo mesmo número de vezes e prefeito interino em 2011 e 2017, o que lhe rende a alcunha de ‘camerlengo da Sé Vacante’, não esconde que quer ser prefeito nas urnas.

    Mesmo contra ordens médicas, o ‘político do povão’ já está de volta à ativa após cirurgia cardíaca e os mais de 20 anos de política lhe garantem citações nas pesquisas espontâneas de diferentes partidos.

    Luiz Zaffalon, ‘gerentão’ por bons anos dos governos Nadir, Acimar e Marco, o diretor-presidente da Fundação Municipal de Meio Ambiente seria um outsider, já que, apesar de uma carreira entre a iniciativa privada e cargos públicos estaduais e municipais, nunca concorreu.

    Amigos há 30 anos, Zaffa é identificado como a certeza da continuidade do jeito de Marco Alba governar.

    Jean Torman seria outro outsider, já que nunca concorreu, apesar de CC na Câmara e na Prefeitura pelas mãos do padrinho Acimar da Silva, ex-prefeito tampão em 2012, assassinado em 2015.

    O procurador-geral, secretário da Saúde e até ontem presidente do MDB conhece todas as áreas do governo, tem ótima articulação com o Judiciário e seria também a garantia de uma fiel continuidade do legado de Marco Alba.

    O quinto elemento é Levi Melo, que se equilibra entre político e o outsider. Um dos médicos mais bem-sucedidos de Gravataí, tem experiência e aparece em pesquisas com uma das melhores imagens entre os candidatos de governo e oposição, mesmo já tendo cumprido um mandato como vereador pelo MDB, concorrido a deputado federal e estadual pelo partido, antes de fazer 20 mil votos a prefeito pelo PSD em 2016, e reatar com Marco ajudando na reeleição em 2017.

    Dr. Levi é do Republicanos, partido desde o primeiro governo na base de Marco, mas o que representa um desafio para aquele que é um ‘Grande Arquiteto’ da política de Gravataí: deixá-lo no partido que carrega no sobrenome ‘Igreja Universal do Reino de Deus’ ou convencê-lo, e aos pastores, de que é preciso voltar ao MDB para concorrer.

    Inegável é que a primeira-dama Patrícia Alba seria a ‘garantia mais garantida’ da continuidade do jeito Marco Alba de governar, mas seria preciso a renúncia do prefeito e, inevitavelmente, envolver a candidatura à sucessão em um tapetão, já que adversários tentariam impugnar a candidatura por representar continuidade familiar no poder.

    Marco Alba trabalha para que seu legado seja o ‘Grande Eleitor’ em 2020. Os indícios apareceram em junho, e tratei no artigo Como ler Marco Alba; o card que até agora é ’a’ peça de 2020, quando apoiadores do prefeito começaram a postar cards no Facebook, Twitter e Instagram onde aparecia escrito “Meu candidato a prefeito é...” e, no complemento, eram citadas obras do governo.

    Ao fim, se os Sete Samurais teve sua clássica regravação em Sete Homens e um Destino, o Kambei da esperança de um remake do governo Marco Alba será aquele dos Cinco Homens de Gravataí que mais se aproximar do perfil “Meu candidato a prefeito é... o governo”.

     

    Siga em vídeo o que já disse Marco ao Seguinte: sobre a sucessão

     

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