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    opinião

    Miki Breier com o ex-deputado federal Beto Albuquerque

    Miki e a ’coisa estranha’ no contrato do lixo; sem mais poker face

    por Rafael Martinelli | Publicada em 13/09/2019 às 15h18| Atualizada em 19/09/2019 às 18h08

    É só feeling, mas é um sentimento de quem cobre a política por mais de duas décadas: as mandíbulas de Miki Breier cansaram de sustentar um sorridente ‘poker face’.

    Ao menos com alguns políticos.

    Parou de apanhar quieto por erros do passado.

    Já tratei no Seguinte: da ‘crise do lixo’ que perdura a semana, e a Prefeitura de Cachoeirinha publicou mais informações, que reproduzo ao fim deste artigo.

    Antes, preciso contar, e comentar.

    Falei com o prefeito e ele confirma a leitura que fiz nos artigos Na ’crise do lixo’, moradores de Cachoerinha não podem ser usados em chantagem e Como Cachoeirinha vai resolver ’crise do lixo’; 300 mil a menos por mês. Não nega que há atrasos de pagamento nos últimos meses, mas critica os serviços prestados e, principalmente, o valor.

    Seja você o maior crítico de Miki, acharia justo pagar pelo recolhimento de lixo por contêiner, esteja o equipamento repleto de lixo, ou contenha apenas uma mala, ou uma laranja?

    – Vamos contratar por peso – informa o prefeito.

    Parece lógico, não?

    Vou reproduzir um devaneio do Millôr sobre a ‘Nova República’, antes de reproduzir o que Miki me disse sobre o contrato do lixo que ele herdou do colega de partido, porém adversário político, Vicente Pires.

     

    Chamar de Nova República a mesma Velha República me lembra a adivinha:

    – Se você chamar de pata ao rabo da vaca quantas patas têm quatro vacas?

    Resposta do governo:

    – Vinte patas.

    Resposta minha:

    – Dezesseis.

    Chamar de pata ao rabo da vaca não transforma o rabo em pata. No plano político, porém, qualquer vaca tem quantas patas o poder mandar.

    Tem uns puxas que afirmam que é pata não só o rabo, mas também as orelhas e os chifres.

    Os gregos chamavam isso de eufemismo.

     

    Disse-me Miki:

    – Era um contrato nada bom para a cidade. São daquelas coisas estranhas que aconteciam em Cachoeirinha às quais me referi em entrevistas, apesar de alguns terem entendido que eu falei em ‘mensalinho’.

     

    A NOTA DA PREFEITURA

    "(...)

    A coleta do lixo automatizada em Cachoeirinha começa a ser regularizada, 15 novos contêineres já foram colocados no município. A EPPO, empresa que será a nova prestadora do serviço, inicia sua atuação no recolhimento do lixo ainda nesta quinta-feira, 12 de setembro. A partir do fim da tarde desta quinta-feira devem ser colocados mais 40 contêineres na cidade.

    Está havendo um mutirão para regularizar a coleta, principalmente para recolher o excesso de lixo, de acordo com a demanda. A previsão é que a situação esteja normalizada até o final desta tarde.

    Os 15 novos contêineres foram colocados na Avenida Flores da Cunha, desde a ponte até o número 1.200, na Rua João Batista de Souza e na Rua Maria Bernardino Maciel. Até o dia 28 de setembro, será feita gradativamente a substituição dos contêineres antigos pelos novos, no restante da cidade.

    O município optou pela rescisão do contrato com a empresa anterior, a Conesul, visando à redução de custo e a melhoria do serviço. Com a EPPO foi feito um contrato emergencial de 180 dias, cujo valor mensal será de cerca de R$ 597 mil, considerando o volume médio de lixo recolhido na cidade. O valor do contrato com a Conesul era em torno de R$ 697 mil por mês.

    O pagamento à Conesul era feito pela disponibilidade de contêineres e não pela quantidade de peso dentro deles. Porém, foi apontado que este não era o melhor método e sim pelo peso, que é a técnica utilizada pela EPPO, ou seja, o pagamento será realizado através da pesagem, pelo valor da tonelada.

    (...)"

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