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    opinião

    Na ’crise do lixo’, moradores de Cachoerinha não podem ser usados em chantagem

    por Rafael Martinelli | Publicada em 11/09/2019 às 16h55| Atualizada em 16/09/2019 às 11h01

    A Prefeitura de Cachoeirinha informa que está trabalhando para regularizar ainda nesta quarta os principais problemas na coleta automatizada de lixo no município.

    Já tinha trato disso ontem em Como Cachoeirinha vai resolver ’crise do lixo’; 300 mil a menos por mês.

    Siga a nota com informações postadas no site do município sob o título Prefeitura adota medidas para enfrentar boicote na coleta de lixo e, ao fim, comento.

     

    “(...)

    Existem dois tipos de coleta, a automatizada, realizada nos contêineres espalhados pela cidade, e a manual, que está funcionando normalmente. Para reforçar o recolhimento dos resíduos, estão sendo utilizados caminhões próprios com apoio das equipes da Secretaria de Infraestrutura e Serviços Urbanos.

    A previsão é de que até o final da tarde desta quarta-feira, 11 de setembro, as principais avenidas da cidade e os bairros já estejam com o excesso de lixo coletado.

    – Estamos substituindo a empresa que coleta o lixo de forma automatizada. Temos alguns problemas no período de transição. Em breve tudo será normalizado. Não faltarão punições, nas formas da lei, para a empresa que não está realizando o serviço – aponta o prefeito Miki Breier.

    A Prefeitura está contatando uma nova empresa para a coleta automatizada, a EPPO, que irá gradualmente, até o dia 28 de setembro, substituir os contêineres da atual empresa, a Conesul. No total, serão mil novos contêineres, com capacidade de mil litros.

    – Destes, 250 já estão em Cachoeirinha e conforme a antiga fornecedora for retirando os equipamentos, os novos serão repostos – aponta o titular da pasta, Brinaldo Mesquita.

    O município optou pela rescisão do contrato com a Conesul visando à redução de custo e a melhoria do serviço. A empresa, no entanto, deve garantir a prestação dos serviços, conforme o contrato, até o final do mês.

    – O município já está tomando as medidas legais cabíveis pelo descumprimento por parte da empresa e pelo prejuízo causado a nossa cidade – esclarece o secretário de Governança e Gestão, Gilson Stuart.

    Com a EPPO foi feito um contrato emergencial de 180 dias, cujo valor mensal será de cerca de R$ 597 mil, considerando o volume médio de lixo recolhido na cidade. O valor do contrato com a Conesul era de R$ 697 mil por mês.

    O pagamento à Conesul era feito pela disponibilidade de contêineres e não pela quantidade de peso dentro deles. Porém, foi apontado que este não era o melhor método e sim pelo peso, que é a técnica utilizada pela EPPO, ou seja, o pagamento será realizado através da pesagem, pelo valor da tonelada.

    A coleta manual é realizada pela empresa Urban e segue regularmente nos Bairros Campo Belo, Sítio Ipiranga, Betânia, Residencial do Lago, Túnel Verde, Chácara das Rosas, Canarinho, Granja Esperança, Vila Bela, Jardim do Bosque, Moradas do Bosque, Vila Anair e em parte da Nova Cachoeirinha, Vista Alegre e Assunção. A empresa também foi contratada de forma emergencial, durante 180 dias, com um valor mensal de pouco mais de R$ 469 mil. O contrato foi assinado em 28 de agosto.

    Dentro do prazo de 180 dias, o município vai elaborar novos editais de licitação para a coleta do lixo e os valores serão balizados pelos contratos emergenciais. Os extratos dos contratos de prestação de serviços da Prefeitura com a EPPO e a Urban estão publicados no Diário Oficial do Município de hoje, dia 11 de setembro de 2019.

    (...)”

     

    Analiso.

    É uma vergonha uma cidade três dias com lixo nas ruas. Mas, no caso, a culpa não é do ‘síndico’: o prefeito não é o vilão da história.

    Não foi possível trazer a versão da empresa neste artigo e o espaço está aberto. Mas o próprio Miki Breier sacode o mau cheiro nessa relação, ao falar em “boicote”.

    Alô, Ministério Público, sempre tão disponível para ‘governar junto’ com os prefeitos! Os moradores da cidade não podem ser usados como meio de chantagem.

    Recicla-se da crise a economia que Cachoeirinha projeta já, conforme os dados acima do contrato emergencial, e também com uma nova licitação. São R$ 300 mil por mês, conforme cálculo postado ontem no site da Prefeitura e confirmado pelo próprio Miki à ZH.

    Não há como o serviço ficar pior.

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