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    Além de dirigentes partidários, mesa tinha Bordignon e os vereadores Paulo Silveira, Dilamar Soares e Demétrio Tafras

    Na mesa com Bordignon, Paulo Silveira e Dilamar; e a ausência

    por Rafael Martinelli | Publicada em 11/04/2019 às 15h11| Atualizada em 18/04/2019 às 12h26

    Realidade ou Sonhos de Uma Noite de Verão, Daniel Bordignon está operando nos bastidores para formar uma frente de oposição, da esquerda para o centro, isolando Dimas Costa (PSD) para as eleições de 2020 – o vereador, na entrevista Dimas: não me alio ao diabo, nem peço bênção a quem está no poder, já disse que não estará aliado ao ex-prefeito, ou ao atual Marco Alba (MDB).

    Em um resumo grosseiro, na obra de Shakespeare ‘fulano gostava de ciclana, que preferia beltrano que, por sua vez queria fulano’ – e por aí vai.

    São personagens que lembram os convivas sentados à mesa do gabinete de Paulo Silveira, presidente do PSB, no fim da tarde desta quarta. Porém, observem: é possível que uma ausência diga mais do que as presenças.

    Explico.

    Entre os sorrisos, os vereadores Paulo Silveira (PSB) e Dilamar Soares (PSD) querem ser o ‘poste’ da vez do ‘Grande Eleitor’. O difícil é fazer com que, escolhido um, outro aceite.

    Já Bordignon não fez nenhum aceno público aos dois; o fez, já há algum tempo, registre-se, para Levi Melo (PRB) e – com mais afinidade ideológica – para Anabel Lorenzi (PSB), que já brinquei ser ‘A Esquerdista do Ano’.

    No enredo dos Sonhos de Uma Noite na Aldeia, o problema é a distância entre Paulo e Anabel.

    Incontornável, arrisco.

    Já Dilamar, que foi vice da professora em 2017, talvez até aceite: quem sabe sendo ele o vice, hein?

    O que é difícil acreditar, para quem conhece a aldeia, é que – com mais de 45 mil votos que o fizeram prefeito eleito em 2016 (até ‘pedir música no Fantástico’ em impugnações de candidaturas), e outros 44 mil feitos pela esposa Rosane Bordignon – o ex-prefeito entre 1997 e 2004 apoie algum dos vereadores, mesmo que na janela de transferência partidária se filiem ao PDT.

    Aí, concluo com o tamanho da ausência a que me referi anteriormente: Rosane Bordignon não estava à mesa. A menos que tenha batido a foto, resta preservada para, em 2020, aguardar a romaria de políticos pedindo para ela concorrer à Prefeitura, por ser o único nome viável eleitoralmente.

    O “segredo, a dissimulação e a surpresa”; é uma das lições de A Arte da Guerra. Bordignon, um 'Lula de Gravataí', sempre foi bom em adaptar à política as estratégias de Sun Tzu.

    Já do palacinho ocre da José Loureiro, Marco Alba só observa. Nas eleições de 2016, a ‘esquerda’ tinha duas candidaturas, Bordignon e Anabel; e a ‘direita’, também: ele e Levi. Se Levi não for às urnas, teoricamente somente um ‘lado’ sai dividido.

    Isso se a campanha respeitar esse binarismo e não tivermos um Bolsonaro na aldeia. E um Bolsonaro do ‘contra tudo que está aí’ pode ser da direita, da esquerda ou surgir de assalto por trás do muro. 

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