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GRAVATAÍ, 18/11/2018

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    política

    Placa de identificação na recepção do gabinete do prefeito

    OPINIÃO | 25 nomes para prefeitura de Gravataí

    por Rafael Martinelli | Publicada em 09/11/2018 às 14h46| Atualizada em 12/11/2018 às 13h30

    Siga a lista, já atualizada, com 25 nomes cotados para disputar a prefeitura de Gravataí em 2020. Oito 'prefeituráveis' foram acrescentados após a publicação do artigo na sexta

     

    A disputa pela prefeitura de Gravataí em 2020 pode lembrar a primeira eleição presidencial depois da redemocratização. Em 1989, 22 presidenciáveis estavam nas cédulas de papel, além de Silvio Santos restar impugnado pelo caminho.

    Entre análises, ons e offs, uma apuração feita pelo Seguinte: no meio político chegou ao nome de 25 prefeituráveis. O número diminuirá a medida que os partidos definirem seus candidatos. Alguns preteridos podem concorrer por outras siglas ou compor como vice.

    Nas conversas de cafezinho e cigarrinho na prefeitura e na câmara, circulam os nomes de sete candidatos do partido do prefeito, por exemplo.

    Mas é bem provável uma pulverização de candidaturas: hoje sem a possibilidade de reedição do tradicional GreNal da aldeia entre Marco Alba (MDB) e Daniel Bordignon (PDT), é a vez das crianças que ficarão na sala.

    Siga a lista, comentada. E, se faltou alguém, ou há nome na lista que não tem intenção de concorrer, use a parte de comentários no facebook ou informe pelo rafael@seguinte.inf.br

    (esta versão do artigo já está atualizada com novos nomes e sugestões de exclusão, identificadas por um *)

     

    MDB

    Jones Martins – Ex-deputado federal e com um histórico de 51 mil votos em 2008, quando perdeu a eleição para Rita Sanco (PT) após a primeira impugnação de Daniel Bordignon, é o ficha 1. Se não for candidato do governo, não quer concorrer novamente a vereador e não seria surpresa romper com Marco para concorrer à prefeitura por outro partido.

    Nadir Rocha – Apelidado de camerlengo da sé vacante por ter sido prefeito interino em 2011, no impeachment de Rita, e em 2017, após a anulação da eleição de 2016 devido à suspensão dos direito políticos do prefeito eleito Bordignon, já disse que não concorrerá ao sexto mandato como vereador – prepara o filho para sucedê-lo – e quer sentar, desta vez ungido pelo voto popular, na cadeira principal do segundo andar do palacinho amarelo da José Loureiro. Se for barrado no MDB, já teria conversas com o PSDB, do ex-vice-prefeito Francisco Pinho e do governador eleito Eduardo Leite.

    Áureo Tedesco – Vereador eleito em 2016, concorreu a vice de Marco e, com a vitória na eleição suplementar de 2017, renunciou para assumir o mandato. Por divergências com Pinho, saiu do PSDB e ingressou no MDB entre o primeiro e o segundo turno das eleições deste ano. Um dos empresários mais conhecidos da Morada do Vale, onde tem a Agropecuária Avenida e outros negócios, poderia ser a aposta do governo em um candidato com perfil menos identificado com a política.

    Clebes Mendes – Entre os 18 vereadores que concorreram à reeleição em 2016 foi um dos quatro que cresceram a votação, com 2.654 votos, 680 a mais que em 2012, enquanto outros 14 colegas perderam mais de 10 mil votos. Numa Gravataí onde sete de cada dez votos foram para o ‘mito’, aposta na alcunha de ‘Bolsonaro da Aldeia’ – adquirida no meio político ainda em 2016, por suas posições controversas como as do seu herói – e que rendeu inclusive uma ligação de Jair Bolsonaro, quando o agora presidente eleito era apenas um deputado do baixo clero, sem partido, e que se apresentava como um folclórico presidenciável ‘contra tudo que está aí’. Com 43 anos, ainda pode esperar. Mas também não será surpresa trocar o MDB pelo PSL, legenda mais votada na cidade este ano e a nova joia da coroa do bolsonarismo.

    *Alison Silva – O nome do secretário de mobilidade urbana, que já esteve quente, mas esfriou, voltou à baila após a publicação do artigo. Fontes não descartam o jovem engenheiro que, por estratégia do próprio prefeito, teria sido tirado um pouco da superexposição que experimentou em grandes projetos do governo. Primeiro suplente de vereador, é filho do falecido Acimar da Silva, eleito prefeito indiretamente, pela câmara, para governar de novembro de 2011, após o impeachment da prefeita Rita Sanco e do vice Cristiano Kingeski, até 31 de dezembro de 2012.

    *Jean Torman – Outro nome que, como Alison, já esteve mais 'quente'. Procurador-geral desde o início do governo, é da estrita confiança do prefeito Marco Alba. Mas, mesmo presidente do MDB, reservado, ainda demonstra certa timidez política.

    *Alan Vieira – Ainda não estaria completamente fora da lista de Marco. Vereador em segundo mandato, se for o escolhido para presidência da câmara em dezembro volta a 'esquentar'. Ao assumir em 2013 era visto como um dos futuros prefeituráveis, o 'filho do Marco', como brincavam no meio político, sobre a relação que de lá para cá oscila entre aproximações e distâncias. 

     

    PSD

    Dimas Costa – Reeleito em 2016 como o segundo vereador mais votado, foi o candidato a deputado que mais fez votos nas urnas de Gravataí em 2018. É suplente de deputado estadual, mas não deve renunciar ao mandato mesmo que seja chamado com uma provável participação do PSD no governo Eduardo Leite. Joga também com a estratégia de se apresentar ‘contra tudo que está aí’. Craque nas redes sociais, criador do #2020élogo ali, e que, pelo partido que está ou qualquer outro, já se anuncia candidato desde a reeleição para a câmara, se distanciou de Daniel Bordignon e é oposição de Marco Alba até a presidência da república.

     

    PDT

    Rosane Bordignon – Vereadora eleita em 2016, fez 44 mil votos e perdeu no detalhe para Marco Alba a eleição suplementar de 2017. Em uma estratégia de preservação decidida junto ao marido e seu ‘Grande Eleitor’ Daniel Bordignon, desistiu no último dia de prazo, de concorrer a deputada estadual em 2018. Poderia usar até o slogan preferido do ex-prefeito, repetido em eleições tanto quanto recita o hino da Internacional Socialista: “Bordignon de novo, com a força do povo” – e, desta vez, sem a justiça eleitoral tirar o marido da campanha de rua, como aconteceu em 2017 sob a justificativa de criar confusão no eleitorado, já que tinha sido candidato na eleição anulada de 2016 (decisão revertida este ano no tribunal regional eleitoral).

    Daniel Bordignon – Sim. O ex-prefeito que ‘pediu música no Fantástico’ em impugnações (2008, 2012 e 2016) move ação rescisória tentando anular a suspensão de seus direitos políticos, o que o impede de concorrer até 29 de setembro de 2020 – data posterior ao agosto em que acontecem os registros de candidaturas. Bordignon perdeu o recurso no tribunal de justiça, mas prepara apelação ao superior tribunal de justiça e ao supremo tribunal federal. É um tiro na lua, mas se for liberado e nenhum outro rolo judicial cruzar seu caminho é, sem dúvida, o candidato.

     

    PSB

    Anabel Lorenzi – Candidata a prefeita nas últimas três eleições, é a principal expressão do partido. Na orfandade da esquerda em Gravataí, demarcou posição como apoiadora de Ciro Gomes no primeiro turno e Fernando Haddad no segundo, e é crítica diária do bolsonarismo em postagens no facebook. Pesaria contra uma candidatura de Anabel a vontade do prefeito Miki Breier – seu ex-marido e com quem reagrupou forças politicamente em 2018 – de reeditar em Gravataí a aliança que tem com o MDB de seu vice Maurício Medeiros em Cachoeirinha.

    Carlos Fonseca – Vereador reeleito para o segundo mandato, espera na fila há duas eleições e é próximo ao ex-deputado federal e atual presidente do partido no estado, José Stédile.

    *Paulo Silveira – Após a publicação do artigo, o próprio vereador informou, pelo WhatsApp, que é candidato a prefeito. Presidente do partido, terá que recompor uma sigla dividida.

     

    PRB

    Levi Melo – O médico que concorreu a prefeito pelo PSD em 2016 se filiou ao PRB, mas caiu no ‘conto do pastor’ e não teve apoio para uma candidatura a deputado estadual. O partido ligado à Igreja Universal do Reino de Deus seguiu fiel a dois crentes, Sérgio Peres e Carlos Gomes. Mas o ex-vereador ainda sonha concorrer à prefeitura. Na eletrizante política da aldeia, é citado em diferentes cenários: além de candidato pelo seu PRB, também é sondado por outros partidos, caso os evangélicos sigam próximo ao governo Marco Alba. Mas também é, talvez sem nunca ter dito sim ou não, personagem inscrita em conspirações que o colocam como candidato do próprio Marco ou até de Bordignon. Ou dos dois juntos, creia.

     

    DEM

    Evandro Soares – Vereador em segundo mandato, já anunciou que não concorre à reeleição. Impulsionado pela onda bolsonarista, busca vôos mais altos. Se não a prefeito, pelo menos a vice, onde a preferência é pelo governo. Fiel a Marco Alba desde o primeiro mandato, na região metropolitana é o cara de Onyx Lorenzoni, futuro ministro chefe da casa civil de Jair Bolsonaro.

     

    PSL

    Paulo Cruz – Empresário de importações e construções, comanda o PSL e anunciou que o partido do presidente da república terá candidato a prefeito em 2020. E o outsider contra a ‘velha política’ pode ser ele próprio. É próximo a Nereu Crispim, o ‘Nereu Bolsonaro’, eleito deputado federal e agora linha de frente do bolsonarismo gaúcho.

     

    PSDB

    Francisco Pinho – Político matreiro, o ex-vice-prefeito se apresenta como candidato a cada eleição, o que sempre rende lucros e dividendos políticos para o partido que comanda. A vitória de Eduardo Leite para o governo do estado devolveu coragem para Pinho voltar às paradas. Joga para, no mínimo, ser vice de alguém.

     

    PT

    Rita Sanco – Prefeita mais votada da história de Gravataí com 68 mil votos em 2008, quando substituiu Bordignon, de quem era vice, após a primeira impugnação, a professora foi cassada em 2011 num processo em que, até hoje, não houve condenação em nenhuma das denúncias. A suspensão de seus direitos políticos termina no ano que vem e o PT pressiona por uma candidatura para denunciar o ‘golpeachment’ e manter vivo o discurso do partido em uma cidade que se mostra antipetista. Hoje a figura mais conhecida que restou na sigla, ajudaria na estratégia para os ex-poderosos petistas reverterem os últimos ‘golpes das urnas’ e voltarem a ter representação na câmara.

     

    PSOL

    Rafael Linck – Candidato a prefeito em 2016 e 2017, fez mais votos que o candidato do PT. Concorreu a deputado federal e, com um retrospecto de ‘lacrador’ nos debates eleitorais, deve representar o partido em 2020. Se não ele, outro, com o professor concorrendo a vereador. Mas o Psol terá candidato.

     

    PSTU

    Sadao Makino – Eterno candidato do Pstu, concorreu a deputado federal em 2018. É sempre o nome para propagar a revolução e levar a mensagem do ‘contra todos eles’.

     

    PPS

    Artêmio Maninho – Recém filiado ao partido, o empresário que foi secretário do governo Acimar da Silva (MDB) já disse para mais de uma pessoa que gostaria de concorrer a prefeito.

    *Dilamar Soares – Se o Dimas é candidato, o Dilamar quer ser também. Assim mais de uma fonte revelou o suposto desejo manifesto pelo vereador de enfrentar o irmão nas urnas. Os dois estão no mesmo partido, o PSD, mas Dilamar estaria preparando a saída para seu enésimo partido. O futuro pode ser o PPS, sigla na qual aparece mais nas atividades do que em seu PSD.

     

    PTB

    *Edir Oliveira – O nome do ex-prefeito e ex-deputado federal foi citado por fontes como um dos nomes que estarão na mesa para negociar alianças. Se não a prefeito, a vice.

    *Jô da Farmácia – O vereador e presidente do partido também estaria na lista do PTB para negociar alianças em 2020, para prefeito ou vice. 

     

    PP

    *Beto Pereira – O ex-vereador estaria voltando para o PP com a intenção de colocar o nome à disposição para concorrer a prefeito, depois de uma passagem pelo PSDB onde ensaiou uma aliança com Marco Alba, com quem tinha mais proximidade ideológica, mas acabou vice de Anabel Lorenzi (PSB) em 2016.

     

    NOVO

    Ernani Piccoli – O conhecido engenheiro, apesar de ainda nem estar filiado, é nome recorrente quando se fala em uma candidatura do partido que foi uma das sensações nas últimas eleições.

    *Após a publicação do artigo, fontes do partido desmentiram a aproximação. Mas o Novo não descarta ter candidatura em 2020. 

     

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