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    eleições 2018

    Cláudio Ávila, à direita da foto, e Paulo Cruz, à esquerda, no Rio

    OPINIÃO | A guerra de coturnos pelo comando do PSL de Gravataí; é a nova joia da coroa

    por Rafael Martinelli | Publicada em 06/11/2018 às 16h05| Atualizada em 19/11/2018 às 11h54

    DAS URNAS #14 | Na nova ordem da política, bolsonaristas travam uma guerra de coturnos pelo comando da nova joia da coroa PSL em Gravataí. Entre aliens e outsiders, há um intruso. Nos links relacionados em meio ao artigo, você encontra mais detalhes

     

    Um Roger Stone de Gravataí, Cláudio Ávila é de um pragmatismo implacável. Com ideologia, não fica em dívida. Talvez até tenha, mas entenda que não vale nada para botar no prego. O advogado que foi algoz do impeachment de Rita Sanco (PT), ao abrir no primeiro turno apoio a Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Haddad alentou o silencioso coração petista de Dimas Costa (PSD), de quem coordenou a campanha que fez do vereador aquele que hoje agradece em outdoors por ter sido o mais votado da cidade. Depois, experimentou uma transição para Ciro Gomes (PDT) às vésperas da eleição, quando percebeu o antipetismo pegando na aldeia e, finalmente, urnas abertas com seis a cada dez votos para o ‘mito’, aderiu ao bolsonarismo.

    Mas a inteligência política – e o ego gigante – do candidato a vice de Daniel Bordignon (PDT) na eleição ganha em 2016, e depois anulada pela justiça eleitoral pela suspensão dos direitos políticos do ex-prefeito, não permite nada menos que o protagonismo – no que está em seu direito e é um exercício que, sedutor, pratica como ninguém. Ávila, ao que parece, entrou na guerra dos coturnos pelo comando do PSL municipal – à luz do sol ou da lua, que seja.

     

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    Depois de receber em sua casa na Paragem Verdes Campos o deputado federal Nereu Crispim, um dos “quem?” eleitos pelo PSL, postou uma foto no facebook curtindo com a família no Rio de Janeiro, aos pés do Cristo Redentor, ao lado do ainda presidente do partido em Gravataí, Paulo Cruz.

    O empresário, um alien da política local, já que poucos conhecem seus feitos ou desfeitos, trava uma disputa com outro outsider, o empresário Vilmar Matos, organizador de atos no Parcão e carreatas pró-Bolsonaro. Os dois começaram a campanha juntos, atacando a política e muitas vezes se apresentando como apartidários, mas depois viraram os dedinhos de arminhas um para o outro na disputa pelo poder.

    Paulo, inclusive, disse para mais de uma pessoa que, na onda do bolsonarismo, quer ser candidato a prefeito em 2020. Já criticou a primeira-dama Patrícia Alba e Jones Martins, candidatos a deputada estadual e deputado federal pelo MDB, oportunamente buscando para si o ‘contra tudo que está aí’ de seu ‘mito’.

    – Vamos tirar o Marco Alba da prefeitura – teria sido uma de suas frases, até se acalmar um pouco com o apoio dos Albas para Bolsonaro no segundo turno.

     

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    Até o sim de Bolsonaro um partido insípido, inodoro e incolor na aldeia, com uma vantagem ainda maior no segundo turno – sete de cada dez votos – o PSL é inegavelmente a nova joia da coroa. Em 2014, na era pré-Bolsonaro recebeu 33 na legenda para estadual e 63 para federal. O PT foi a legenda mais votada para a assembléia legislativa (3.407) e câmara federal (3.848). Já em 2018 bateu o PT por 2.584 a 2008 nos votos para estadual e 2.480 a 1.870 nos votos para federal.

    Se a estratégia de Ávila é atrair o PSL para a órbita de Dimas Costa, o já anunciado candidato a prefeito em 2020, que construiu carreira no centro-esquerda e é um dos queridinhos das professoras, é quem terá que lidar com o caroço da jabuticaba. Mas se o advogado articula para controlar o partido, terá que enfrentar o político que mais ganhou nesta eleição: Evandro Soares (DEM). Número 1 de Onyx Lorenzoni, futuro chefe da casa civil no governo Bolsonaro, o vereador, que foi suplente da candidatura a senadora de Carmen Flores, é a primeira ligação que a toda poderosa do PSL gaúcho faz quando quer saber sobre a política de Gravataí.

    E Evandro, além de, com a força do bolsonarismo, ter entrado na lista dos candidatos do governo à sucessão, hoje puxada por Jones, é, pelo menos hoje, fiel a Marco Alba.

     

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    Há povo que até acha que o mecanismo mudou, mas para quem está na política, vale aquela do Millôr:

    – Nasci no Meyer, aos nove anos de idade.


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