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    Sem acentos e tudo, o meme que ganhou as redes sociais nesta segunda

    OPINIÃO | Vem aí o Escola Sem Maconha!

    por Rafael Martinelli | Publicada em 05/11/2018 às 19h23| Atualizada em 19/11/2018 às 11h53

    Impressiona no Grande Tribunal das Redes Sociais o malquerer manifesto com quem dá aula ou estuda nestes tempos boçais.

    No país onde o Justiça Sem Partido é fakenews, doutrinadores vestidos com a camiseta de políticos de estimação convencem doutrinados de que professores doutrinam alunos e é necessário Escola Sem Partido.

    O teu partido!!!

    Até porque se a doutrina for ‘comunista’, convenhamos, é falha, dado que Jair Bolsonaro venceu a eleição e fez muitos votos entre aqueles que cursam ou concluíram o ensino superior.

    Caso algum profe tenha gastado o giz que levou de casa para tentar a revolução, ao que parece, ricos ou pobres de direita, entenderam não ser factível uma disruptura da democracia para a ditadura do proletariado – aí paguemos um 14º a esses mestres!

    A delícia da democracia também pode ser agridoce.

    Se bem que, num mundo binário, onde há um espaço sideral tanto para a viagem à Lua ter sido gravada na Disney, quanto para a Terra restar plana, não parece preciso conhecer Marx para não achar graça em Groucho.

    Tristeza pelos professores, pior profissão para se estar. Dizem que um conhecido – e o Julinho da Câmara também – morreu um pouco por desgosto.

    Não duvido.

    Mas, se a prova do Enem calculasse a razão da vergonha alheia, suspeito não chegaria ao meme do dia: “sou a favor de exame toxicológico para matrícula e rematrícula em universidades públicas”.

    Não é preciso dar um pega para traduzir: os universitários estão todos drogados!

    Aceitável, nessa neo-Idade-Média, o post vir de gente que, por falta de oportunidade ou vontade, nunca pisou numa faculdade, seja para estudar ou ‘fumar um’ com a galera.

    Já ler post de quem cursou (inclua fora dessa os que pagaram o diploma à distância) é maldade pura com aqueles colegas – é impossível não lembrar! – que batalharam quatro anos para pegar o canudo.

    Canudo = diploma, Cazuza – e ideologiaaaa! – à parte.

    Jaboticaba brasileira, muitos são liberais na economia e conservadores nos costumes – boa parte somente à luz do dia.

    Chiqueza pura.

    Sem risadas, ou larica: logo acharão feio estudar, digite.

    Afinal, para quê adquirir conhecimentos ou testemunhar fatos que confrontam argumentos já dados nas fakenews de whatsapp?

    Mas, tanto para quem quiser ser astronauta, quanto presidente da república, é bom saber que o Brasil vendeu 20 bilhões a mais do que comprou da China. Então, pragmaticamente: você pode ser o cara da Saveiro rebaixada que quer andar com o playboy da BMW, é até aceitável posar de Trump, mas recomenda-se negociar com os comuno-capitalistas, nosso maior parceiro comercial.

    Não fudendo com a balança comercial, pouco importa se, para alimentar a popularidade, você faça chacrinha com o puxa-saco da fraternidade, deixando-o, em meio a suas bregas estátuas da liberdade e suas quinquilharias (onde talvez só não se encontre a mamadeira de piroca), a aplaudir post chamando FHC de comunista, em foto (deitado sobre um muro?) lendo o livro ‘comunista’ sobre o premiê Zhao Ziyang, que (hoje um detalhe) se opôs ao massacre na praça da Paz Celestial.

    Mesmo que o cliente não tenha sempre razão, é preciso um pouco de razão para tratar o cliente.

    Talquei?

    Morô?

    Ao fim, o que não faltará é tempo para viralizar preconceitos até chegar ao septuagenário dia da aposentadoria.

    Enquanto isso, entre uma sonegadinha e uma consulta ao twitter para ver onde tem blitz, um uísque com rivotril. 

    E Viagra até esquentar a orelha direita, para valer os 300tinho (melhor se for de dinheiro público) da puta (ou traveco).

    Para a baixaria intelectual do dia, nada menos que um artigo tão profundo quanto uma poça da última rua do Rincão da Madalena.

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