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GRAVATAÍ, 18/11/2018

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    eleições 2018

    Print de suposto post de vice-diretor é parte de denúncia de professora

    OPINIÃO | ’Viva o fascismo’, a polêmica em escola de Gravataí

    por Rafael Martinelli | Publicada em 01/11/2018 às 13h45| Atualizada em 12/11/2018 às 12h34

    Não vou revelar os nomes, apesar de já estar na pauta viral do Grande Tribunal das Redes Sociais de Gravataí. Acredito ser momento de apelar por prudência e bom senso.

    Uma professora registrou ocorrência policial por suposto assédio moral cometido pelo vice-diretor da escola municipal onde trabalha.

    Ela o acusa de ‘saudá-la’ com aos gritos de “viva o fascismo!” quando deixava as dependências do colégio na tarde da segunda-feira após a eleição.

    A professora, além do depoimento de duas colegas que teriam testemunhado o fato, anexa print de postagem onde o vice-diretor aparece em foto, nas dependências da escola, segurando uma camiseta com a imagem de Jair Bolsonaro e fazendo o símbolo da ‘arminha’ com as duas mãos. Ela também copiou post onde o colega, no dia seguinte, escreveu, acima de emojis de risadinhas, “tenho vários nomes para colocar na lista de fuzilamento...”.

    – Sinto-me com a integridade física ameaçada – disse a professora, ao Seguinte:, na terça-feira em que alegou não ter condições de dar aula.

    Os dois vivem uma relação complicada na escola. Ela, homossexual, já o denunciou por homofobia, em sindicância onde não houve condenação.

    – Foi uma brincadeira, uma ironia. Não sou fascista. Apenas respondi ao xingamento – explicou o professor, também ouvido pelo Seguinte:.

    Ele alega ter reagido ao ser chamado de “fascista” pela colega, em postagem no facebook e ‘ao vivo’ naquele momento.

    – Estou no meu direito de vir trabalhar com a camiseta do Bolsonaro. E a ‘arminha’ é um símbolo característico do nosso ‘mito’. Os alunos fazem, brincam. Eu faço também – diz, não entendendo como uma manifestação inapropriada no ambiente escolar.

    A secretaria de educação de Gravataí também se manifestou em nota, a pedido do Seguinte:.

    – A Smed repudia toda e qualquer manifestação de caráter discriminatório e preconceituoso. Esse fato, relatado por meio da ouvidoria, está sendo apurado. Não houve nenhum outro tipo de denúncia.

    Não estava lá, não testemunhei os fatos. Apenas ouvi os envolvidos e relato como alerta. ‘Dá um ruim’, não? Estamos falando de uma escola...

    Sem partido, desde que seja o teu.

     

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