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GRAVATAÍ, 14/11/2018

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    governo

    Marco Alba convidou a base de governo para o anúncio do edital de duplicação das pontes do Parque dos Anjos

    OPINIÃO | Marco Alba está cumprindo o que prometeu

    por Rafael Martinelli | Edição de imagens: Guilherme Klamt | Publicada em 12/09/2018 às 17h43| Atualizada em 01/10/2018 às 11h35

    Marco Alba está cumprindo o que prometeu. Ontem, anunciou o primeiro ato real para duplicar as pontes do Parque dos Anjos, projeto que já tinha iniciado com as obras na Centenário e na Adolfo Inácio Barcelos. Há três meses, fez bem em bancar a vinda da grife Santa Casa, aumentando em R$ 10 milhões os repasses para o hospital Dom João Becker. Entre 2017 e 2018 dobrou o orçamento da segurança e hoje Gravataí tem mais câmeras e guardas municipais que policiais militares nas ruas. As últimas notas de Gravataí no Ideb, que avaliam a educação, ainda são baixas para quem sonha com mais do que o menos pior, mas também cresceram, são as melhores da nossa história e estão acima da média estadual e nacional.

    Do que planejava fazer no segundo mandato, a única grande coisa que falta ao prefeito é garantir água para toda população e esgoto para pelo menos 8 em cada 10 famílias, o que era o plano mas agora já não depende mais dele, e sim do próximo governador levar adiante (ou represar) a parceria público-privada com a Corsan, que substituiu a idéia de Marco de bancar uma concessão própria para o saneamento.

    No anúncio da publicação do edital de duplicação das pontes o prefeito, como sempre faz, convidou toda base do governo. Quem conhece a política por trás dos selfies e lives sabe que poucos – para não dizer nenhum – dos vereadores acreditava que haveria um pouco de sol depois de tantas tempestades. Suscetíveis aos gritos dos vizinhos, um guarda-chuvas qualquer já garantia sobrevivência. Ontem, apresentavam-se sorridentes.

    – Vocês são responsáveis pelo que está acontecendo. Tiveram coragem de fazer o que tinha que ser feito, ajudando o governo a equilibrar as contas e aprovar reformas, como a redução da folha de pagamento e as medidas para conter o rombo na previdência. O que outros governos não conseguiram – agradeceu.

    – Estamos bem à frente do governo federal, do governo do estado e da grande maioria dos municípios. Se eles quiserem aprender, podemos ensinar – instigou, de seu jeito característico, provocador, um Marco que (seis anos depois daquilo que era apenas uma mecha branca ganhar toda a coloração do cabelo, ao ritmo de cortes por vezes impopulares, principalmente em relação ao funcionalismo e seus salários congelados) experimenta uma rotina de ajuste nas contas de Gravataí.

     

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    O legado de que tanto se orgulha – ter pago R$ 250 milhões em dívidas em meio a uma crise que comeu R$ 300 milhões em receita, e, na contramão de tantos municípios e do estado, depositar os salários em dia e ainda conseguir investir – permitirá que a obra de R$ 6,1 milhões, esperada há 30 anos, comece com dinheiro do caixa da prefeitura.

    – Se faltar, financiaremos com o Banco do Brasil. É troco perto da capacidade de endividamento que o equilíbrio das contas nos permite – calcula, exemplificando que uma contratação de até R$ 5 milhões (do meio bilhão de reais que a lei de responsabilidade fiscal lhe permite buscar) poderia ser paga dentro de seus quatro anos de mandato.

     

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    Entre aqueles, se não “o” mais habilidoso das últimas décadas na arte da política e construção de alianças, Marco também usou bem o ato para fazer uma defesa de um processo que, qualquer um que conheça a história da humanidade sabe que é o melhor do pior dos mundos, e do qual há três décadas é personagem e, portanto, testemunha o pior momento: a política.

    – Uma obra como essa é a vitória do processo político. E quando a política funciona, é uma vitória também da comunidade – discursou, fazendo uma ponte entre a grandiloquente duplicação e, na comparação de tamanho, outra pequena obra que garante será feita: o  Porvir, uma rua de meio quilômetro que é um símbolo por atravessar governos colecionando mais buracos do que o lado escuro da lua.

     

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    Façam ou não façam, roubem ou não roubem, à grande maioria dos políticos de hoje permite-se no máximo a presunção de culpa. São invariavelmente os vilões, espécie de aliens cobrados com justiça pelos tantos, muitos e desde sempre desassistidos, como também – nem sempre adequadamente – pelos Diógenes de lanterna na mão, ou por outros pequenos e grandes corruptos e vigaristas.

    (do que, como nesse mimimi protagonizado por milionários jogadores da dupla grenal, não tem por quê reclamar, já que além de nas campanhas quase se matarem para chegar ao poder, são bem pagos para encontrar soluções  – e essa é a vida cotidiana de quem se dedica à ‘coisa’ pública).

    Mas quando alguma coisa é feita, é necessário o reconhecimento, mesmo que ele não renda curtidas no Facebook. Marco Alba não é nenhum Mr. Simpatia – ao menos para os que não o conhecem. E ideologicamente pode não agradar boa parte da torcida no grenal político de todos os dias, travado na arena do Grande Tribunal das Redes Sociais. Mas o prefeito demonstra que seu plano que começou lá em 2013 – e é de um pragmatismo implacável, para usar uma expressão da política norte-americana – está dando certo: ele está cumprindo o que prometeu.

    Outras coisas poderiam ter sido feitas, ou ainda podem ser? Nem o prefeito, ou o mais fanático governista dirá que não. “Muitas coisas!” é, certamente, a resposta mais correta. Mas é inequívoco que as obras listadas lá no início do texto já são uma realidade.

    Inegável então que o segundo governo de Marco, para além das chatas colunas de receita e despesa, é bem melhor do que o primeiro.

     

    Assista ao vídeo do ato de lançamento do edital

     

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