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GRAVATAÍ, 18/11/2018

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    caso pampas

    Imagens mostram valas abertas dentro da área do Pampas Safari

    OPINIÃO | O que seriam as valas abertas no Pampas Safari?

    por Rafael Martinelli | Publicada em 29/08/2018 às 13h33| Atualizada em 10/09/2018 às 14h46

    O Seguinte: obteve imagens aéreas do Pampas Safari, feitas no ano passado, que mostram valas abertas no interior da área de 300 hectares, às margens do Km 11 da RS-020, em Gravataí.

    A cronologia dos fatos – e o silêncio dos proprietários e autoridades envolvidas – preocupa ativistas que lutam pela sobrevivência dos cervos abrigados no parque e que há um ano estão sob ameaça de sacrifício pelo risco, até hoje não confirmado judicialmente (apesar da suspeita levantada em matérias de jornal), de contágio por tuberculose animal ou humana.

    O caso se arrasta na justiça e ainda não há sentença. Mas a aparição de cervos nas ruas de Gravataí na madrugada desta segunda-feira acendeu o alerta. Seriam os animais oriundos do Pampas?

     

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    Após a denúncia feita com exclusividade pelo Seguinte:, leitores relataram já ter visto cervos entre o Centro e o Rincão Madalena e levantaram a possibilidade dos animais terem perdido o habitat natural com o desmatamento para a instalação de condomínios na região. Mas um dos maiores especialistas em grandes mamíferos silvestres da região, o biólogo André Osório garantiu em reportagem produzida na terça pelo jornalista Eduardo Torres:

    — Não são cervos do pantanal.

    Esta é a única espécie deste animal nativa da região. É encontrada nos banhados e nascentes do Rio Gravataí, especialmente no Refúgio de Vida Silvestre Banhado dos Pachecos, que é gerenciado pelo biólogo.

    Traduzindo: os cervos avistados na segunda parecem mais com os de origem africana – espécie importada semelhante aos do Pampas. Mas apenas a captura de um dos animais permitiria certeza.

    Conforme o Comitê de Gerenciamento da Bacia do Rio Gravataí, não há relatos recentes da existência de cervos do pantanal tão próximos da zona urbana de Gravataí. O local da primeira aparição fica a 10 quilômetros do Pampas — onde são mantidos cervos exóticos, principalmente os conhecidos como vermelho — e a cerca de 50 quilômetros do Refúgio de Vida Silvestre Banhado dos Pachecos.

    O advogado do negócio, Carlos Henrique Fuhrmeister, não comentou sobre a possibilidade de que os animais façam parte do rebanho do parque atualmente fechado à visitação. Limitou-se a informar que “todas as informações sobre o caso estão disponíveis no processo judicial”.

     

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    Com autorização da justiça, o ministério Público de Gravataí e a fundação municipal do meio ambiente fizeram uma vistoria no parque já na terça-feira. A promotora Carolina Barth, que chegou a passar por cima do capô de um carro que impedia a passagem, informou, pela assessoria do órgão, que não vai falar, ainda.

    No órgão ambiental local, também impera o som do silêncio. O Ibama, que também foi intimado, não apareceu. Conforme a superintendente regional Cláudia Pereira da Costa, não havia tempo hábil para que uma equipe fosse deslocada até Gravataí.

    Extraoficialmente, a reportagem apurou que o inventário feito ontem mostra uma redução no número de cervos, 360 na última contagem feita em 2017.

     

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    O Seguinte: enviou as imagens das valas para o MP, apesar de que, possivelmente, a promotora e os veterinários e biólogos da fundação que vistoriaram o Pampas as tenham flagrado. E, se as viram, talvez tenha sido possível perceber indícios de animais mortos. Caso sim, urge então uma perícia nas covas, já que os proprietários do parque estão impedidos judicialmente de sacrificar cervos ou qualquer outro animal da fauna explorada comercialmente pelo empreendimento durante 40 anos. Se há animais mortos e enterrados, seria possível periciar se foram sacrificados ou quais as causas das mortes – e, principalmente, se foram respeitadas as regras definidas para o plano de manejo do rebanho em meio à polêmica no tapetão.

    Ao fim, dois dias depois das aparições, não se sabe ainda a origem dos cervos em fuga por ruas centrais de Gravataí. Levantar a suspeita de que foram soltos do Pampas, para assustar as pessoas com uma ameaça de contágio por tuberculose (que não é transmitida para humanos) para forçar uma decisão judicial pelos sacrifícios, pelo ‘risco à sociedade’ seria muita irresponsabilidade.

    Os proprietários do Pampas, já com excecuções suspeitas de cervos no histórico recente, não cometeriam esse crime.

    Certeza apenas que esses cervos que apareceram nas ruas são mártires involuntários da espécie. Algo grave está acontecendo. 

     

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