notcia bem tratada
GRAVATAÍ, 15/08/2018

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Recomendamos

  • Nossos Clientes
  • Nossos Clientes
  • Nossos Clientes
  • Nossos Clientes
  • Facebook

    dissídio

    Governo e sindicalistas em reunião de negociação no ano passado | Foto ARQUIVO

    Orçamento foi aprovado sem reajuste para funcionalismo

    por Rafael Martinelli | Publicada em 15/05/2018 às 16h49| Atualizada em 22/05/2018 às 12h56

    É mais fácil o Lula ser candidato à Presidência da República do que o funcionalismo de Gravataí ganhar aumento neste ano.

    Além de as negociações restarem tão congeladas quanto os salários, o Orçamento Municipal para 2018 foi aprovado na Câmara, por unanimidade dos vereadores, sem prever um real de reajuste para os cerca de 5 mil servidores.

    O sindicato dos professores, que incluindo ganho real pede 20%, calcula em 16% só as perdas inflacionárias dos últimos três anos.

     

    LEIA TAMBÉM

    O aumento que o funcionalismo quer em Gravataí

    Sem aumentar contribuição, servidores podem ficar sem plano de saúde

     

    No governo, por enquanto só o som do silêncio. Mas é possível antever que, pelo menos na calculadora do celular do secretário da Fazenda, a conta dos sindicalistas não fecha.

    No ano passado, Davi Severgnini disse que os salários precisariam ser congelados por 15 anos para honrar as aposentadorias pelos próximos 35 anos frente a um cálculo atuarial que revela um déficit de R$ 1 bilhão no instituto de previdência, o Ipag.

     

    LEIA TAMBÉM

    Câmara de Gravataí aprova relatório da CPI do Ipag. Conheça os 5 vilões

    A 'aula pública' do sindicato dos professores sobre o Ipag

     

    E, no balanço mais recente que fez à Câmara, em março, o secretário trabalhou com uma defasagem de não mais que 2% nos salários, já que considerou aumentos das alíquotas patronal e suplementar do Ipag (que consomem R$ 1 milhão por mês) como investimento do governo numa folha que, com vantagens de planos de carreira do funcionalismo, cresce automaticamente 1,5% por ano.

    Isso sem falar na previsão de queda de R$ 12 milhões no retorno do ICMS, previsto para 2018 pela Receita estadual, e a redução no Fundo de Participação dos Municípios (FPM), em cerca de R$ 2 milhões.

     

    LEIA TAMBÉM

    Sem resolver Ipag, funcionalismo pode ter salário congelado por 15 anos

    Como Prefeitura enfrentará perda de R$ 14 milhões

     

    A guerra de narrativas tende a ser a mesma. De um lado, sem muito clima para greve, o sindicato reivindicando que um professor de nível 1, com salário de R$ 1.200, já perdeu R$ 3.600 entre 2015 e 2018. De outro, o governo alertando que não pode comprometer com 5 mil funcionários os investimentos que precisa fazer para os quase 300 mil habitantes.

    Como o ‘show do bilhão’ da GM só começa a engordar a receita municipal a partir de 2021, é bom o funcionalismo já abrir um furinho a mais no cinto.

     

    LEIA TAMBÉM

    300 mil por 5mil, o governo e custo do funcionalismo

    Dos 60 aos 6 dias, 5 diferenças entre as greves

    • entrevista
      Dinheiro tirou Rosane Bordignon da eleição
      por Rafael Martinelli
    • coluna do silvestre
      Testamos carro o elétrico da GM
      por Silvestre Silva Santos | Edição de imagens: Guilherme Klamt e Divulgação/GM
    • tá na mesa
      Gestão de Marco Alba não baila com Roberto Carlos
      por Rafael Martinelli
    • eleições 2018
      Rosane Bordignon decide não concorrer
      por Rafael Martinelli
    • meio ambiente
      O Rio Gravataí é a sala de aula
      por Eduardo Torres
    • nota oficial
      Partido do vereador apoia investigação em caso da maconha
      por Rafael Martinelli
    • delegado confirma
      Vereador será investigado no caso da maconha
      por Rafael Martinelli
    • suspeita
      Saul Sastre é investigado por fraude no Daer
      por Eduardo Torres
    • operação
      Vereador diz que alugava prédio da meia tonelada de maconha
      por Rafael Martinelli
    • eleições 2018
      Juliano Paz, um pé em Gravataí, outro em Cachoeirinha
      por Rafael Martinelli
    • homenagem
      Diretora do Gensa e Facensa recebeu placa em Brasília
      por Silvestre Silva Santos
    • homenagem
      Denise, a Medonha, vai virar nome de biblioteca
      por Eduardo Torres
    • personagens
      COM VÍDEO | O caçador que abraçou um rio
      por Eduardo Torres | Edição de imagens: Guilherme Klamt
    • coluna do silvestre
      Quem comprou o terreno do prédio mais alto
      por Silvestre Silva Santos
    • eleições 2018
      10 coisas sobre a foto que mexeu com a política local
      por Rafael Martinelli
    • coluna do silvestre
      OPINIÃO | Bagunça na Freeway, com Justiça & tudo
      por Silvestre Silva Santos
    • meio ambiente
      O plano que vai definir a cobrança por uso da água do Gravataí
      por Eduardo Torres | Edição de imagens: Guilherme Klamt
    SITE DE JORNALISMO E INFORMAÇÃO
    Gráfica e Editora Vale do Gravataí
    Av. Teotônio Vilela, 180 | Parque Florido
    Gravataí(RS) | Telefone: (51) 3042.3372

    redacao@seguinte.inf.br

    Roberto Gomes | DIRETOR | roberto@seguinte.inf.br
    Rafael Martinelli | EDITOR | rafael@seguinte.inf.br
    Silvestre Silva Santos | EDITOR | silvestre@seguinte.inf.br
    Eduardo Torres | EDITOR | eduardo@seguinte.inf.br
    Guilherme Klamt | EDITOR | guilherme@seguinte.inf.br
    Ao reproduzir uma de nossas matérias, é ético citar a fonte.
    As opiniões assinadas são de responsabilidade de seus autores e não representam a posição do jornal.
    Desenvolvido por i3Web. 2016 - Todos os direitos reservados.