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    eleições

    Juliano Paz e Miki conversaram por mais de uma hora com jornalistas na tarde desta quarta

    5 sobre a grande aposta do governo Miki nas eleições

    por Rafael Martinelli | Publicada em 04/04/2018 às 18h26| Atualizada em 10/04/2018 às 15h22

    Número 1 do prefeito Miki Breier, Juliano Paz anunciou saída do governo para concorrer a deputado estadual e fez balanço dos 15 meses de gestão. O Seguinte: traz cinco leituras políticas

     

    1.

    Juliano Paz é a grande aposta de Miki para seguir seu legado na Assembleia e buscar a retomada da hegemonia do grupo político que perdeu a eleição para presidência estadual do partido para José Stédile – o que, com uma volta do popular ex-prefeito em 2020, poderia ameaçar os planos de reeleição à Prefeitura de Cachoeirinha.

    Número 1 de Miki, o secretário de Governança e Gestão anunciou a desincompatibilização do cargo na sexta, conforme prevê a lei eleitoral, a altura de seu status: com o prefeito ao lado, na sala de reuniões da Prefeitura e em uma concorrida entrevista coletiva transmitida ao vivo pelo Facebook.

    Com apoio também de outros políticos do PSB, como o presidente da Câmara Marco Barbosa e o vereador Joaquim Fortunato, Paz é inegavelmente o candidato oficial do governo.

     

    2.

    Se “transparência” é o principal feito de um governo cujas contas públicas respiram por aparelhos, Paz é a personificação dessa transparência: nunca se escondeu das grandes polêmicas, foi o negociador do governo no antes, durante e depois da crise com o funcionalismo que levou à maior greve da história de Cachoeirinha (e deixou como símbolo PM dando cadeirada em servidores) e é o 'Silvio Santos' na apresentação da elogiável e talvez inédita experiência onde prefeito, vice e secretários se submetem semanalmente, ao vivo, a perguntas de eleitores nas redes sociais.

    De fino trato, adepto ao diálogo, porém pragmático nas ações administrativas e políticas, Paz é o que há de mais parecido com a persona política de Miki.

    É uma percepção natural: votar em Paz é votar em Miki.

    O eleitor escolherá se isso é bom ou ruim.

    – O meu voto eu transfiro – brincou Miki.

     

    3.

    – Se Paz é o candidato do governo a deputado estadual, Stédile é o candidato do governo a deputado federal?

    Os segundos de silêncios à pergunta, feita mais ou menos assim durante a entrevista coletiva, já servem como resposta.  

    Bons companheiros, tanto Miki quanto Paz devolvem a decisão para o debate interno no partido.

    Paz lembrou que em 2005 foi o emissário de Beto Albuquerque para apresentar o convite a Miki, Stédile e o também ex-prefeito Vicente Pires para trocar o PT pelo PSB. E, se confirmou as diferenças expostas ao auge nas eleições internas do partido, também revelou que “o que parecia impossível” há três meses, “hoje não é mais”.

    Paz e Stédile almoçam juntos na segunda que vem. No cardápio, certamente estará a reaproximação do grupo de Miki e Paz com Anabel Lorenzi. Hoje, ela é candidata a deputada federal, mesmo cargo ao qual Stédile concorre à reeleição.

    Com sua média de 30 mil votos nas últimas eleições à Prefeitura de Gravataí, e trazendo junto o vereador Wagner Padilha, o Tô de Olho no Buraco, caso nem ela, nem Beto Albuquerque sejam candidatos à Câmara Federal, poderia ser uma apoiadora decisiva de uma dobradinha Paz e Stédile.

     

    4.

    Ao que se percebe, Miki e Stédile, até por sobrevivência política, podem estar zerando a conta um com outro. Tanto o prefeito, quanto Paz deram uma baita volta para não culpar os governos Vicente e Stédile pelo caos nas contas públicas que receberam ao assumir o mandato em 2017.

    Paz voltou aos efeitos da crise mundial de 29, ao falar na “maior crise vivida pelo país” e que, somada à perda de receita que ficou na fumaça da saída da Souza Cruz, a ‘GM de Cachoeirinha’, refletiu no município.

    Lembrou até o falecido Eduardo Campos:

    – Estava com ele em Pernambuco e perguntei: vais mesmo à Presidência da República? Ele respondeu: vou, olha o que os caras estão fazendo com a economia do país.

    Os ‘caras’ são Lula e Dilma.

     

    5.

    Falando em Higino e Janete, o Seguinte: pediu para Miki e Paz vestir a capa dos batmans do Supremo e proferir voto a favor ou contra o habeas corpus pedido por Lula, em julgamento que acontecia no momento da entrevista.

    – Não dá para isolar o julgamento de Lula. Eu votaria não porque, com tudo que avançou no país no combate à corrupção, é preciso manter a prisão em segunda instância – disse Miki.

    Paz não quis muita guerra:

    – Mesmo convencido das provas e da sentença de condenação de Lula pelo TRF4, não me sinto conhecedor o suficiente do julgamento de hoje para opinar.


    Opinião

     

    O perceptível tom de despedida – e não de ‘até breve’ – de Paz de suas funções formais no governo traduz um pouco do otimismo com a eleição para a Assembleia. É que, pelo PSB, com mais ou menos 25 mil votos Cachoeirinha pode reconquistar a cadeira que era de Miki até a renúncia para assumir como prefeito em 2017.

    Caso a paz seja decretada no partido que governa há 18 anos, com as relações de Miki e os apoios costurados, é uma coisa bem possível.

     

    LEIA TAMBÉM

    OPINIÃO | Para sair em paz com o funcionalismo

     

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    Clicando aqui você assiste ao vídeo completo da entrevista que virou um grande bate papo, com momentos de descontração, mas também de debates, tira suas conclusões políticas e também acompanha dados sobre ações do governo e as dificuldades para ajustar as contas públicas.

    O substituto de Paz será anunciado pelo prefeito na próxima edição do Prefeitura com a Gente, no sábado, dia 9, no bairro Princesa Isabel.

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