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GRAVATAÍ, 14/12/2019

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    imóveis e moradias

    Secretário Cláudio Santos, de Desenvolvimento Urbano da Prefeitura de Gravataí, fala que município vai dar um salto gigante de desenvolvimento na próxima década.

    COM VÍDEO | Gravataí: cidade-dormitório nunca mais

    por Silvestre Silva Santos | Edição de imagens: Guilherme Klamt | Publicada em 21/11/2019 às 18h16| Atualizada em 04/12/2019 às 14h06

    --- A época do conceito de cidade dormitório é muito anterior ao que a gente vive hoje. As pessoas vinham para Gravataí apenas para dormir, não trabalhavam em Gravataí. Hoje existe uma quantidade enorme de postos de trabalho em Gravataí, condição que atende a essa demanda.

    Ou seja, Gravataí não corre o risco de voltar a ser uma “cidade dormitório”, mesmo diante do grande número de loteamentos e condomínios em implantação, recentemente liberados ou em fase de licenciamento.

    Nada a ver com o quadro que existia no período que antecedeu à instalação do Distrito Industrial de Gravataí com suas várias empresas no setor industrial e, principalmente, à nova realidade quem impôs à região o Condomínio Industrial Automotivo de Gravataí (Ciag), onde está a montadora General Motos e suas quase 20 empresas sistemistas (fornecedoras de peças e equipamentos).

    Aliás, de acordo com a explicação do engenheiro civil  Cláudio Luiz Carvalho dos Santos, titular na secretaria municipal de Desenvolvimento Urbano (SMDUR) desde 14 de outubro de 2011 – há oito anos recém completados – a área urbana de Gravataí é, toda ela, um grande loteamento.

    E sobre esse grande loteamento que foi se consolidando aos poucos é que foram se definindo áreas residenciais, comerciais, industriais, e implantados – daí sim! – condomínios de diversos tipos, mas principalmente voltados às moradias e área industrial.

    Cláudio é quem diz:

    --- Loteamento é a subdivisão de uma área em lotes destinados à edificação de qualquer natureza. Abriu uma rua e se instalou ali condições essenciais como redes de energia, de água e coletora de esgoto, já se tem um novo loteamento. É como surgem o que se convenciona chamar, depois, como vila ou bairro.

    Cláudio deixa claro, porém, que todo e qualquer novo projeto de loteamento pelas regras atuais deve destinar 35% da área total para uso público. Entram nesse “uso público”, por exemplo, os espaços de lazer e o arruamento.

    Já o condomínio – sob o ponto de vista técnico do termo – só existe quando uma mesma ‘coisa’ pertence a mais de uma pessoa cabendo a cada uma delas igual direito sobre o todo e sobre cada uma de suas partes.

    Os condomínios podem ter várias formatações, segundo o engenheiro. Pode ser um condomínio de unidades autônomas de terrenos, ou de edilícios, que são as construções de edifícios ou de casas em fita (geminadas), ou de outras construções.

     

    Engano 1

     

    1

    Popularmente diz-se que um edifício residencial é um condomínio vertical. Convencionou-se chamar assim. Tecnicamente, entretanto, como a linha de corte entre as áreas habitáveis – os andares – é horizontal, trata-se de um condomínio horizontal.

     

    2

    Já os condomínios residenciais formados por casas, geminadas ou não, são conhecidos como condomínios horizontais. A ideia popular é que se espalham em um mesmo plano, horizontal. Tecnicamente, como a linha de corte entre as áreas habitáveis é vertical (separação dos terrenos ou das casas geminadas), trata-se de um condomínio vertical.

     

    3

    --- Mas não vamos discutir por causa disso. Se as pessoas já se acostumaram a chamar edifício de condomínio vertical e um conjunto habitacional de condomínio horizontal, por que mudar isso? --- diverte-se o engenheiro e secretário municipal Cláudio Santos.

     

    Engano 2

     

    : Engana-se quem chama de condomínio o Alphaville, que fica no bairro São Vicente, próximo do campus da Universidade Luterana do Brasul (Ulbra). O mesmo se aplica ao Prado Bairro-Cidade, em implantação na BR-290 (Freeway).

     

    : De acordo com o secretário Cláudio, estes são dois exemplos de áreas que popularmente são confundidas com condomínios, mas são na realidade loteamentos que receberam permissão para ter áreas fechadas – cercadas – com concessão de páreas públicas.

     

    : Um exemplo de condomínio de unidades autônomas, com cercamento, é o Cyrela Landscape Seminário, no centro da cidade, junto ao Seminário Menor São José. O empreendimento foi projetado e dispõe de áreas e serviços comuns, que são administrados em sua manutenção de forma condominial.

     

    : Ou seja, neste caso, os custos com manutenção do arruamento, taxa de energia e outros espaços são pagos com os recursos obtidos a partir da taxa condominial. Traduzindo: cada dono de imóvel dentro do condomínio paga para dispor da segurança, ruas bem asfaltadas, áreas verdes e de lazer...

     

    Confira o vídeo com a entrevista do secretário Cláudio Santos para o Seguinte: clica ndo na imagem abaixo. Depois, siga na matéria.

     

     

    Razão do interesse

     

    Somente neste ano, e até a semana passada, a Prefeitura de Gravataí havia recebido 11 pedidos de Declaração de Restrições Municipais, as DRMs, primeiro documento necessário para quem quer investir nesta área. Destes, quatro pedidos visam a implantação de condomínios, quatro para novos loteamentos e três para desmembramentos de áreas.

    Nos últimos meses, de acordo com o secretário Cláudio Santos, 11 pedidos para abertura de loteamentos foram autorizados pela Prefeitura, e outros seis requerimentos ainda estão sob análise. Por outro lado, foram aprovados e liberados cinco novos condomínios e outros cinco ainda estão na fase de análise técnica para emissão de licença, ou não.

    Mas qual a razão do interesse dos investidores e grandes construtoras e incorporadoras – pessoas físicas e jurídicas – por Gravataí? O engenheiro-secretário diz que isso é consequência de dois fatores: a disponibilidade de áreas e a localização estratégica do município. Na questão territorial, hoje, Gravataí é o único município com real disponibilidade de terras na Região Metropolitana.

    A exceção é Viamão, que também tem atraído a atenção das grandes empresas que trabalham com implantação, instalação de venda de imóveis residenciais ou prédios comerciais.

    Sobre a localização, Cláudio lembra que o município tem fácil acesso ao litoral e aos demais estados do Brasil a partir da BR-290 (Freeway), é cortado pela RS-118 que facilita o trânsito pela Região Metropolitana, está a minutos da capital e do aeroporto Salgado Filho, e tem as RS-020 (acesso à Serra) e RS-030 (acesso ao Litoral Norte) que completam a malha viária.

    --- O investidor procura aquilo que atende aos seus interesses, que é fazer dinheiro. E Gravataí tem, ainda, áreas urbanas não exploradas que podem  suprir estes objetivos dos empreendedores --- diz Cláudio.

     

    A pergunta:

     

    Seguinte: - Loteamentos como o Alphaville e o Prado Bairro-Cidade e o Condomínio Landscape Seminário, destinados a um público seleto e de alto padrão aquisitivo, representam o enriquecimento da população de Gravataí ou que a cidade é apenas uma opção de investimento para quem tem dinheiro.

     

    Cláudio Santos – Em termos! Gravataí cresce diferentemente de outros municípios o que proporciona, ou favorece, o enriquecimento da população em todas as classes sociais. E o mercado está atento a isso e atendendo a todos os níveis de poder de compra com condomínios de alto padrão, prédios de alto padrão, imóveis do ‘Minha Casa, Minha Vida’ para a população de renda média e baixa e condomínios para este mesmo público, de médio a baixo padrão econômico.

     

    Principais loteamentos dos últimos anos em Gravataí:

     

    - Toniolo Busnello, na RS-118

    - Moradas da Olaria, na Morada do Vale

    - VP Negócios Imobiliários, na avenida Ely Corrêa

    - Prado Bairro-Cidade, na BR-290 (Freeway)

    - Villagio Palermo, na estrada Lino Estácio dos Santos

    - Reserva Dom Feliciano

    - Reserva Bela Vista

    - Alphaville III

    - Garden Ville, na estrada Otávio Scvhemes

     

    Principais condomínios dos últimos anos em Gravataí:

     

    - Cyrela Landscape Seminário, na avenida Adolfo Inácio Barcelos

    - Residencial Primavera, na RS-118

    - Vale das Cerejeiras, no Parque da Matriz III

    - Tenda Negócios Imobiliários (ainda sem nome comercial), no Parque da Matriz III

    - Residencial Aldeia do Parque, na rua Alcides Gomes

    - Província dei Genova – Condomínios Villa Lucchesi

    - Província do Pordenone – Condomínios Villa Lucchesi

    - Província Di Lucca – Condomínios Villa Lucchesi

    - Província Di Padova – Condomínios Villa Lucchesi

    - Residencial Águas Claras

    - Condomínio Pampa, na Rua Tancredo Neves

     

    IMPORTANTE SABER

     

    A área da General Motors é um grande condomínio industrial, assim definido em lei específica com o objetivo de atender às necessidades de instalação da montadora em solo gravataiense.

    O município possui lei regulamentando a instalação de condomínios industriais, definidos por Cláudio Santos como empreendimentos que reúnem pequenas ou médias indústrias em uma mesma área territorial ou edificação.

     

    Próxima década

     

    Considerando o interesse manifestado por empresas do ramo, as solicitações de licença encaminhadas ou em vias de apresentação, mais os investimentos que estão sendo feitos em loteamentos e condomínios, principalmente os residenciais, o secretário Cláudio não tem dúvida: Gravataí vai dar um salto gigante nos próximos 10 anos.

    Entre outros fatores que contribuem para esta expectativa altamente positiva, Cláudio afirma que a estrutura administrativa de Gravataí está “anos-luz” a frente dos demais municípios. Isso favorece a qualquer gestor futuro que assumir a prefeitura.

    --- Ele vai ter uma base de informação jamais vista em lugar algum, que vai lhe dar condições de saber exatamente o que tem que fazer e onde tem que fazer.

     

     

     

     

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