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    cultura

    Na última Feira do Livro de Gravataí, o grupo teve espaço nobre na praça | DIVULGAÇÃO

    Traços e letras do Coletive Arts em Gravataí

    por Eduardo Torres | Publicada em 21/02/2019 às 13h53| Atualizada em 25/02/2019 às 15h35

    Tem ilustradores, escritores, desenvolvedores de RPG, cineasta... O Coletive Arts reúne quase tudo em termos de artes e desenvolvimento de criatividade. E está sempre aberto a abranger ainda mais neste leque de criação. Desde maio do ano passado, o grupo que atualmente reúne 11 artistas daqui, da Região Metropolitana e até de Portugal vem se consolidando como uma das iniciativas mais promissoras na área cultural de Gravataí.

    — Começou como uma ideia minha e do Israel Santiago, de expormos no Facebook algumas das nossas ilustrações. Seria como um portfólio online, sem muitas pretensões. De repente, o Fábio Barbosa, que é escritor, perguntou se poderia escrever sobre estas ilustrações. Logo, já estavam ele e a Patrícia Maciel criando textos sobre os desenhos e aquela ideia acabou se tornando um grupo coletivo em constante mutação — conta Jorge Luís Pereira, o Jorginho, 42 anos.

     

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    Foi ele quem, mesmo sem querer, deu o pontapé inicial ao Coletive, mas nem se considera como “o pai da criança”.

    — É um projeto em constante expansão. Vamos nos adaptando à medida em que novas oportunidades vão surgindo e novos artistas se agregando ao mesmo ideal e bandeira de promover a cultura — comenta.

    Pelas redes sociais, o Coletive foi se expandindo e atraiu a atenção até fora do país. Hoje, a ilustradora Ana Paula Otero, diretamente de Portugal, é uma das colaboradoras dos projetos.

     

    : Textos e ilustrações estão acessíveis na página do grupo, no Facebook | DIVULGAÇÃO

     

    É claro que o coletivo de artistas, como muitos outros, tem entre os seus objetivos facilitar a publicação e propagação dos trabalhos de cada um, com um maior suporte. Há diversos fanzines e livros saindo do forno graças ao apoio mútuo entre os integrantes do grupo, mas vai muito além disso. O mais importante é democratizar as atividades.

    Por isso, a Biblioteca Municipal Monteiro Lobato virou o QG do Coletive Arts. Ali, durante 2018, todos os sábados pela manhã rolavam oficinas de ilustração, escrita criativa, RPG e outras mais que se encaixassem no horizonte deste grupo de artistas. Depois das férias de verão, ainda não está definido quando serão retomadas essas atividades.

     

    Em nome da cultura

     

    Tamanho engajamento rendeu a eles um espaço nobre na Feira do Livro de Gravataí, que se repetirá em 2019. Coube ao Coletive organizar as atividades de um dia inteiro do maior evento literário do município. Naquele espaço, houve bate-papos, oficinas e, é claro, a demonstração do que os artistas locais têm feito.

    — Desde o início, quando aquela minha ideia começou a agregar mais artistas, percebemos que, para encorpar o projeto e abrir novas possibilidades, teríamos de criar os espaços para isso — diz o Jorginho.

    Em julho, eles fizeram o Coletive em Ação, aproveitando o período de férias escolares, na biblioteca municipal. Com oficinas e atividades abertas ao público. A experiência funcionou tão bem que, meses depois, o espaço nobre na Feira do Livro estava consolidado.

     

    : Crianças e adolescentes de abrigo aprendem ilustrações, textos criativos e têm até um zine | DIVULGAÇÃO

     

    E há ainda uma espécie de braço social no grupo. O Coletive Arts trabalha com suas oficinas em um abrigo para crianças na Região Metropolitana, que não tem o local divulgado por segurança.

    — É um trabalho de engajamento mesmo. Produzimos um fanzine com as crianças, oficinas joalheria criativa, jogos. Nosso plano para 2019 é levar adiante o Coletive Social para outras entidades — garante o ilustrador.

    Em breve, é possível que os trabalhos do Coletive Arts estejam expostos no Trensurb e, para julho, já está confirmada a segunda edição do Coletive em Ação, na biblioteca.

    — Nosso plano é seguirmos expandindo.

     

    QUEM É O COLETIVE ARTS

     

    : Jorge Luís Cardoso Pereira, o Jorginho (ilustrador)

    : Patrícia Maciel (escritora criativa)

    : Carole (ilustradora)

    : Nathália RL (ilustradora)

    : Israel Santiago (ilustrador)

    : Ana Paula Otero (ilustradora)

    : Rafael Ilhescas (escritor e joalheiro criativo)

    : André Palma (cineasta e escritor)

    : Alex Cuenca (desenvolvedor de RPG)

    : Fábio Barbosa (escritor)

    : Fábio Neves (escritor e editor)

     

    ONDE ENCONTRAR

     

    : A Biblioteca Pública Municipal Monteiro Lobato (Rua Cel. Fonseca, 936 - Centro) é sempre o ponto de encontro dos artistas. É lá que acontecem as oficinas.

    : Os trabalhos são divulgados pela página do grupo no Facebook, em Coletive Arts Gravataí

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