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    caso da maconha

    Droga seria carregada quando a polícia chegou ao galpão na Vila Rica | GUILHERME KLAMT

    De quem é droga achada em terreno de vereador? 180 dias sem resposta

    por Eduardo Torres | Publicada em 15/02/2019 às 15h41| Atualizada em 25/02/2019 às 15h32

    Há exatos seis meses, a Polícia Civil fez a maior apreensão de maconha em Gravataí durante o todo o ano de 2018, em um galpão no mesmo terreno da casa do vereador Mário Peres (PSDB). Depois destes 180 dias, porém, os responsáveis pelo inquérito na 2ª DP da cidade ainda não concluíram, pelo menos não publicamente, de quem foi a responsabilidade pelos 720 quilos da droga armazenados naquele local, no bairro Vila Rica.

    De acordo com o delegado Gustavo Bermudes, que assumiu a delegacia no mês passado, o inquérito está em fase final, dependendo ainda de um relatório. Ele não revela detalhes do caso, mas aponta que pelo menos uma pessoa será indiciada quando o inquérito for enviado ao judiciário.

    Levantamentos de registros telefônicos feitos com autorização judicial estariam pendentes de algumas informações, o que impediria, até o momento, a conclusão do inquérito.

     

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    Na ocasião em que os policiais chegaram ao depósito da droga, ninguém foi preso ou encontrado próximo da maconha. A relação com o vereador foi inevitável, uma vez que ele cofnirmou ser o responsável por todo o terreno. Alegou em depoimento, porém, que alugava aquele espaço e não tinha conhecimento do que era feito.

    Conforme o delegado Rafael Sobreiro, que investigou o crime até dezembro, quando houve troca de governo e, por consequência, nos comandos da Polícia Civil, os agentes vinham apurando a presença de um carregamento de drogas pelo menos dez dias antes na cidade. O que os policiais tentam entender é como alguém poderia ter quase uma tonelada de maconha a passos da sua casa sem saber da presença da droga naquele local.

    A suspeita é de que, quando a ação policial foi concretizada, boa parte da maconha já tivesse sido distribuída pela região. Na chegada, os policiais encontraram um caminhão supostamente sendo carregado e abandonado no galpão.

    Ouvido em novembro pelo Seguinte:, Sobreiro afirmou que o homem apontado por Peres como locatário do galpão foi ouvido e disse ter sub-locado o espaço a um terceiro. As versões, porém, admitiu o delegado na época, não convenceram. Ninguém admitiu ser dono ou ter conhecimento dos 720 quilos da droga. Em novembro, o delegado afirmava que a conclusão do inquérito era uma prioridade, mas isso não aconteceu até o final do ano, e a dúvida permanece nos dois primeiros meses de 2019.

    Além das drogas, a polícia constatou existência de dois crimes ambientais no local — rinha de galo e poço artesiano irregular —, além da suspeita de furto de energia elétrica com um "gato" averiguado pela RGE.

    A intenção do delegado Bermudes é, ainda nos próximos dias, concluir o inquérito.

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